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quinta-feira, janeiro 12, 2012

Dicas para pegar a estrada com segurança

Wurth, empresa especialista em produtos automotivos, dá dicas para troca de óleo
 e explica como garantir melhor desempenho do motor em viagens

03500176.jpgSão Paulo (SP), 12 de janeiro de 2012 – O tão esperado fim de ano chegou. E com ele os planos de viagem. Antes de pegar a estrada, é necessário checar se o carro está em perfeito funcionamento. Checagem de itens como pneu e o estepe, motor, freios, embreagem, entre outros, deve fazer parte da rotina do antes da viagem.

É hábito parar no posto para abastecer e o frentista perguntar: “precisa trocar ou completar o óleo? Mineral, sintético e semi-sintético?”. Como saber qual tipo de lubrificante deve colocado no motor do carro?

Veja os 9 mitos e verdades sobre a troca de óleo lubrificante na visão do especialista Silvio Roberto, técnico de Desenvolvimento de Produtos da Divisão Automotiva da Wurth do Brasil.

1 - Óleo mais escuro é mais grosso. Conceito errado. Ele pode ser menos viscoso que os óleos mais claros e vice-versa.

2 - Óleo bom não é o que não baixa nível e não precisa de reposição. A boa lubrificação é aquela que vai até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde é parcialmente queimado, sendo consumido. Considera-se normal consumo de meio a um litro a cada mil quilômetros rodados, com carro de passeio.

3 – O nível correto de óleo se encontra entre os dois traços da vareta de medição e não só no traço superior.

4 - O motor deve estar quente na hora da troca de óleo. Quando o óleo está quente, fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer.

5 - Óleos minerais e sintéticos não podem ser misturados. A união dos dois pode comprometer o desempenho de sua ativação e gerar depósitos.

6 - Aditivos não melhoram o desempenho do motor. Os lubrificantes recomendados já possuem todos os aditivos necessários para atenderem perfeitamente o nível de qualidade exigido.

7 - Há necessidade de trocar o óleo quando o carro fica muito tempo parado. Isso acontece porque quando o carro fica sem operar ou roda percursos muito pequenos, o motor não tem a oportunidade de eliminar água e combustível acumulado, o que aumenta o potencial de corrosão interna do motor.

8 – O óleo não causa defeito no motor. O lubrificante correto nunca causará qualquer dano ao motor. O motor funde por falta de lubrificante. 

9 - Não é possível medir a viscosidade de um óleo colocando uma gota entre o polegar e o indicador e esfregar os dois. Para medir a viscosidade é preciso viscosímetro de alta precisão, operados por profissionais.

Fonte: CDI Comunicação Corporativa
Kelly Bassi/ Mayara Tabone/ Diva Gonçalves


sexta-feira, dezembro 16, 2011

TROCA DE ÓLEO: Dicas para pegar a estrada com segurança

03500176.jpg

Wurth, empresa especialista em produtos automotivos, dá dicas para troca de óleo
 e explica como garantir melhor desempenho do motor em viagens


 O tão esperado fim de ano chegou. E com ele os planos de viagem. Antes de pegar a estrada, é necessário checar se o carro está em perfeito funcionamento. Checagem de itens como pneu e o estepe, motor, freios, embreagem, entre outros, deve fazer parte da rotina do antes da viagem.

É hábito parar no posto para abastecer e o frentista perguntar: “precisa trocar ou completar o óleo? Mineral, sintético e semi-sintético?”. Como saber qual tipo de lubrificante deve colocado no motor do carro?


Veja os 9 mitos e verdades sobre a troca de óleo lubrificante na visão do especialista Silvio Roberto, técnico de Desenvolvimento de Produtos da Divisão Automotiva da Wurth do Brasil.

1 - Óleo mais escuro é mais grosso. Conceito errado. Ele pode ser menos viscoso que os óleos mais claros e vice-versa.

2 - Óleo bom não é o que não baixa nível e não precisa de reposição. A boa lubrificação é aquela que vai até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde é parcialmente queimado, sendo consumido. Considera-se normal consumo de meio a um litro a cada mil quilômetros rodados, com carro de passeio.

3 – O nível correto de óleo se encontra entre os dois traços da vareta de medição e não só no traço superior.

4 - O motor deve estar quente na hora da troca de óleo. Quando o óleo está quente, fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer.

5 - Óleos minerais e sintéticos não podem ser misturados. A união dos dois pode comprometer o desempenho de sua ativação e gerar depósitos.

6 - Aditivos não melhoram o desempenho do motor. Os lubrificantes recomendados já possuem todos os aditivos necessários para atenderem perfeitamente o nível de qualidade exigido.

7 - Há necessidade de trocar o óleo quando o carro fica muito tempo parado. Isso acontece porque quando o carro fica sem operar ou roda percursos muito pequenos, o motor não tem a oportunidade de eliminar água e combustível acumulado, o que aumenta o potencial de corrosão interna do motor.

8 – O óleo não causa defeito no motor. O lubrificante correto nunca causará qualquer dano ao motor. O motor funde por falta de lubrificante. 

9 - Não é possível medir a viscosidade de um óleo colocando uma gota entre o polegar e o indicador e esfregar os dois. Para medir a viscosidade é preciso viscosímetro de alta precisão, operados por profissionais.

quinta-feira, novembro 19, 2009

WINN'S LANÇA O SEGURO DO MOTOR DE SEU CARRO


TITANIUM WARRANTY É APRESENTADO EM SÃO PAULO

Em uma concorrida coletiva com a imprensa especializada , foi lançado nesta quarta-feira o seguro-motor de troca de óleo para automóveis , através do sistema de “diálise” de motor, inédito no mercado nacional, está sendo lançado pela Wynn’s, líder mundial em tratamento automotivo, pertencente à ITW Che
mical Products .

O “Titanium Warranty”, garante aos proprietários de veículos uma cobertura de até R$ 2.000,00 para o produto nacional e de até R$ 3.000,00 para o importado, caso o motor venha apresentar avarias decorrentes de algum problema gerado pelo serviço de “diálise” de motor executado, em veículos seminovos, pela
concessionária integrante do sistema Wynn’s. Os custos de reparos que ultrapassarem o valor da cobertura correm por conta do proprietário do veículo. Para ingressar no programa do seguro-motor o veículo deverá ter até 8 anos de fabricação e no máximo 100 mil quilômetros originais . O seguro-motor poderá ser renovado a cada 12 meses até atingir 150 mil quilômetros.

Para cobertura dos eventuais prejuízos, o proprietário do veículo deve se dirigir à concessionária onde o serviço foi realizado para confirmar o defeito e executar o conserto. A seguradora, depois de uma perícia técnica, providenciará o pagamento da cobertura diretamente à concessionária.
O seguro-motor “Titanium Warranty” é gratuito para os proprietários que tenham realizado o serviço de “diálise” do motor e estará disponível a partir da segunda semana de dezembro próximo, inicialmente nos mercados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O “Titanium Warranty” já existe nos Estados Unidos. Milhares de proprietários de veículos americanos mantêm os motores segurados através desse sistema, cujo sucesso inspirou a Wynn’s a lançá-lo, em primazia, no mercado nacional.
O projeto no Brasil foi realizado pela ITW Chemical em parceria com a ADDmakler, corretora internacional de seguros.

A WYNN’S NO BRASIL
Os produtos Wynn’s estão sendo produzidos e comercializados no Brasil desde 2005. A marca tem uma grande gama de produtos, entre aditivos para combustíveis – gasolina, diesel e flex – e para lubrificação de caixas de transmissão – manual e automática –, fluidos para direção hidráulica, tratamento para óleo de motores e aditivos para sistema de arrefecimento. A Wynn’s worldwide comercializa essa mesma linha de produtos em mais de 100 países.

A ITW CHEMICAL NO BRASIL
Fundada em 1999, é uma empresa do Grupo ITW – Illinois Tool Works, e que tem sob sua responsabilidade, além da fabricação dos produtos e equipamentos Wynn’s, as divisões Rocol, Accu-Lube, Dykem, Magnaflux, Unichemicals, LPS e Luvex, fabricantes de produtos automotivos e de manutenção e uso industrial.

A ILLINOIS TOOL WORKS (ITW)
A ITW, com mais de 97 anos de existência, teve origem numa loja de ferramentas, em Chicago, para se transformar no que é, hoje, um conglomerado de 895 empresas localizadas nos 5 continentes, compreendendo 54 países, com mais de 60 mil empregados e que faturou, em 2008, 17 bilhões de dólares. Sua linha abrange as mais diversas atividades industriais no mercado mundial., sendo ainda participante do pregão de Bolsa de Valores de NY.

Assessoria de Imprensa
Mecânica de Comunicação