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terça-feira, março 31, 2015
RENAULT: BALANÇO DO GRANDE PRÊMIO DA MALÁSIA
domingo, dezembro 04, 2011
Alguersuari vence o Desafio das Estrelas
Alguersuari ocupava calmamente uma posição lateral na mesa da coletiva antes da conversa com os jornalistas e arregalou os olhos com a informação. "Eu não estava sabendo disso. Sinto muito por ele, mas regras são regras. No fundo, no entanto, isso não é o mais importante, e sim poder participar desta prova tão bonita e fazer parte da festa. Espero voltar muitas vezes mais aqui, porque adoro o Brasil e Florianópolis", disse o piloto da Toro Rosso na Fórmula 1, que ainda viu Massa puxar uma salva de palmas em sua homenagem. "Ele não teve essa oportunidade no pódio", lembrou o brasileiro.
Felipe também lamentou a punição aplicada a Bianchi, uma das apostas da Ferrari para o futuro e que não sabe o que fará na carreira - conduzida pelo mesmo empresário de Massa - em 2012. "Ainda estamos estudando as alternativas", explicou, sem esconder a decepção com a perda de uma vitória que fez por merecer na pista. Na véspera, Bianchi dera um show no asfalto molhado e neste domingo, debaixo de sol forte, precisou de poucas voltas para assumir a liderança depois de partir apenas em 8º. Nem Alguersuari, que já havia terminado em segundo na véspera e cruzou a linha de chegada na bateria final em segundo após uma árdua batalha contra Di Grassi, conseguiu se aproximar de seu ritmo.
Se o grande público vibrou com dois espetáculos de ótimo nível técnico, recheado com número recorde de atrações da Fórmula 1 e outras séries importantes do automobilismo mundial, Massa não escondeu a alegria com o sucesso do evento - e por variadas razões. "Houve de tudo aqui. Corrida na chuva, o que nunca havia acontecido no Desafio, um estreante que ganharia de forma inédita as duas provas e acabou desclassificado... E para mim foi importante porque finalmente consegui subir ao pódio depois de uma temporada tão complicada. É um grande impulso para começar 2012 bem mais forte", comemorou o astro da Ferrari.
Enquanto a organização da prova ainda refazia as contas para apurar a nova classificação após as desclassificações, Rubens Barrichello mantinha as esperanças de terminar na 3ª colocação. Com a confirmação de que fora superado por Di Grassi por apenas dois pontos, ao menos deixou o kartódromo com um prêmio de consolação que fez questão de tomar das mãos do adversário e amigo. Quarto colocado na bandeirada da segunda bateria, ganhou uma posição com a punição aplicada a Bianchi. "Me dá aqui esse troféu do terceiro lugar, que esse vou dar para o meu filho" .
O resultado final do Desafio Internacional das Estrelas:
1ª bateria
1 - Jules Bianchi, 25 voltas em 26min17s395
2 - Jaime Alguersuari, a 7s487
3 - Felipe Massa, a 7s2538
4 - Nelsinho Piquet, a 20s280
5 - Antonio Pizzonia, a 21s602
6 - Rubens Barrichello, a 22s529
7 - Jérôme D'Ambrosio, a 26,EROME D' AMBROSIO - a 25s620
8 - Lucas di Grassi, a 29s376
9 - Allam Khodair, a 29s788
10 - Luciano Burti, a 35s827
11 - Vitantonio Liuzzi, a 38s301
12 - Ricardo Zonta, a 38s406
13 - Tony Kanaan, a 38s982
14 - Cacá Bueno, a 39s209
15 - Xandinho Negrão, a 39s292
16 - Vítor Meira, a40s254
17 - Bia Figueiredo, a 40s308
18 - Adrian Sutil, a 42s598
19 - Leonardo Nienkotter, a 43s513
20 - Hélio Castroneves, a 43s584
21 - Enrique Bernoldi, a 47s417
22 - Max Wilson, a 47s730
23 - Pastor Maldonado, a duas voltas
24 - Christian Fittipaldi, a duas voltas
25 - Pietro Fitttipaldi, a três voltas
26 - Tuka Rocha, a três voltas
Não completaram
Popó Bueno, a 16 voltas
Marcos Gomes, a 22 voltas
Desclassificado
Gianni Morbidelli
2ª bateria
1- Jaime Alguersuari, 33 voltas em 31min30s485
2- Lucas Di Grassi, a 5s211
3- Rubens Barrichello, a 5s353
4- Felipe Massa, a 5s946
5- Jerome D´Ambrosio, a 6s515
6- Antonio Pizzonia, a 6s997
7- Ricardo Zonta, a 11s371
8- Luciano Burti, a 14s500
9- Marcos Gomes, a 14s791
10- Helio Castroneves, a 18s226
11- Vitantonio Liuzzi, a 18s720
12- Cacá Bueno, a 31s409
13- Enrique Bernoldi, a 31s641
14- Gianni Morbidelli, a 39s020
15- Pietro Fittipaldi, a 46s142
16- Allam Khodair, a 4 voltas
Não completaram
Popó Bueno, a 11 voltas
Max Wilson, a 13 voltas
Adrian Sutil, a 14 voltas
Tony Kanaan, a 16 voltas
Christian Fittipaldi, a 21 voltas
Tuka Rocha, a 24 voltas
Pastor Maldonado, a 31 voltas
Desclassificados
Jules Bianchi
Nelsinho Piquet
Vitor Meira
Leonardo Nienkotter
Bia Figueiredo
Classsificação do Desafio 2011:
1 - JAIME ALGUERSUARI - 45 pontos
2 - FELIPE MASSA - 29
3 - LUCAS DI GRASSI - 28
4 - RUBENS BARRICHELLO 26
5 - JULES BIANCHI - 25
6 - ANTONIO PIZZONIA - 21
7 - JEROME D' AMBROSIO - 20
8 - LUCIANO BURTI - 14
9 - RICARDO ZONTA e NELSINHO PIQUET - 13
11 - VITANTONIO LIUZZI - 12
12 - ALLAM KHODAIR e MARCOS GOMES - 7
14 - HELIO CASTRONEVES e CACÁ BUENO - 6
16 - TONY KANAAN e ENRIQUE BERNOLDI - 3
18 - GIANNI MORBIDELLI - 2
19 - XANDINHO NEGRÃO e PIETRO FITTIPALDI - 1
Fonte: MF2
quarta-feira, março 09, 2011
World Series: Cesar Ramos encerra primeiro dia de testes na Espanha entre os seis mais rápidos
Ramos registrou sua melhor volta em 1min43s305. O mais veloz foi o australiano Daniel Ricciardo, piloto reserva da equipe Toro Rosso na F-1 e que vai disputar a temporada da World Series pela ISR (1min42s948).
Campeão da F-3 Italiana em 2010, Ramos vai estrear este ano na World Series, um dos principais campeonatos de acesso para a F-1 e que revelou para a categoria feras como o atual campeão, Sebatian Vettel, e Robert Kubica.
Nesta quarta-feira (9), os pilotos seguem testando no circuito Motorland Aragón. A pista será palco da abertura do campeonato, no dia 17 de abril.
"O dia foi bem produtivo. Terminar entre os seis melhores, no meu primeiro teste oficial pela categoria, foi muito bom", declarou o gaúcho, de 21 anos. "No ano passado, fiz um teste com a Fortec, mas a pista estava molhada. Hoje, pude andar no seco e o entrosamento com todo o time foi ótimo. Trabalhei para me adaptar à equipe e ao carro, também buscando performance. Amanhã, temos algumas mudanças a serem feitas e espero continuarmos neste caminho. A categoria vai estar muito forte este ano e é bom ter esses treinos para chegarmos bem preparados", completou o piloto.
Após os testes em Alcaniz, a World Series ainda terá sessões em Barcelona (Esp) e Paul Ricard (Fra). Serão seis dias de treinos no mês de março.
Confira os tempos desta terça-feira em Alcaniz:
Tarde (quando foram registrados os melhores tempos)
1 - Daniel Ricciardo - ISR - 1min42s948 - 24 voltas
2 - Davide Rigon - BVM Target - 1min43s018 - 37
3 - Robert Wickens - Carlin - 1min43s153 - 29
4 - Nelson Panciatici - KMP - 1min43s188 - 33
5 - Alexander Rossi - Fortec - 1min43s266 - 40
6 - Cesar Ramos - Fortec - 1min43s305 - 28
7 - Stephane Richelmi - Draco - 1min43s384 - 37
8 - Kevin Korjous - Tech 1 - 1min43s579 - 34
9 - Daniil Move - P1 - 1min43s612 - 28
10 - Albert Costa - Epsilon Euskadi - 1min43s674 - 33
11 - Daniel McKenzie - Comtec - 1min43s696 - 30
12 - Arthur Pic - Tech 1 - 1min43s795 - 43
13 - Andre Negrao - Draco - 1min43s876 - 30
14 - Jean Eric Vergne - Carlin - 1min43s915 - 23
15 - Walter Grubmuller - P1 - 1min43s951 - 26
16 - Anton Nebylitskiy - KMP - 1min43s952 - 34
17 - Sergio Canamasas - Pons - 1min43s969 - 34
18 - Jake Rosenzweig - Mofaz - 1min44s043 - 35
19 - Brendon Hartley - Gravity Charouz - 1min44s092 - 34
20 - Oliver Webb - Pons - 1min44s317 - 14
21 - Daniel De Jong - Comtec - 1min44s407 - 29
22 - Jan Chaoruz - Gravity Charouz - 1min44s501 - 17
23 - Nathaneal Berthon - ISR - 1min44s726 - 10
Manhã
1 - Oliver Webb - Pons - 1min43s467 - 31 giri
2 - Brendon Hartley - Gravity Charouz - 1min43s514 - 36
3 - Stephane Richelmi - Draco - 1min43s542 - 30
4 - Robert Wickens - Carlin - 1min43s544 - 29
5 - Davide Rigon - BVM Target - 1min43s566 - 42
6 - Kevin Korjous - Tech 1 - 1min43s709 - 28
7 - Nelson Panciatici - KMP - 1min43s740 - 31.
8 - Cesar Ramos - Fortec - 1min43s769 - 26
9 - Daniil Move - P1 - 1min43s947 - 39
10 - Anton Nebylitskiy - KMP - 1min43s988 - 38
11 - Jean Eric Vergne - Carlin - 1min44s022 - 36
12 - Albert Costa - Epsilon Euskadi - 1min44s026 - 31
13 - Walter Grubmuller - P1 - 1min44s086 - 36
14 - Andre Negrao - Draco - 1min44s143 - 28.
15 - Daniel Ricciardo - ISR - 1min44s293 - 14
16 - Daniel McKenzie - Comtec - 1min44s334 - 42
17 - Alexander Rossi - Fortec - 1min44s351 - 21
18 - Jake Rosenzweig - Mofaz - 1min44s453 - 37
19 - Jan Chaoruz - Gravity Charouz - 1min44s480 - 31
20 - Daniel De Jong - Comtec - 1min44s558 - 36
21 - Arthur Pic - Tech 1 - 1min44s919 - 14.
22 - Sergio Canamasas - Pons - 1min45s138 - 31
23 - Nathaneal Berthon - ISR - 1min49s265 - 9
Para saber mais sobre o piloto, acesse o site oficial: www.cesarramosracing.com
Informações sobre a carreira de Cesar Ramos:
GP Management - www.gpmanagement.com.br
Fernanda Gonçalves
www.fgcom.com.br
terça-feira, março 30, 2010
Acidente espetacular de Kobayaschi no GP da Australia de F1
sábado, fevereiro 27, 2010
F1 Testes: Rosberg é o mais rápido do sábado
Confira os tempos:
1 N Rosberg Mercedes GP 1:20.686 128 voltas
2 S Buemi Toro Rosso 1:21.413 106
3 J Button McLaren 1:21.450 106
4 R Barrichello AT&T Williams 1:21.975 101
5 F Massa Ferrari 1:22.344 115
6 V Petrov Renault F1 1:22.523 68
7 A Sutil Force India 1:22.606 61
8 S Vettel Red Bull Racing 1:23.123 51
9 J Trulli Lotus GP 1:25.059 102
10 K Kobayashi BMW Sauber 1:26.216 105
11 T Glock Virgin Racing 1:26.305 31
Fonte: Williams
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
O francês Sébastien Bourdais recebeu hoje o testemunho do companheiro de equipa, o suíço Sébastien Buemi, e confirmou a maior rapidez da Toro Rosso, com um carro do ano passado, no 4.º dia de testes que várias equipas estão a realizar em Jerez de la Frontera (Espanha).
Num dia que assinalou igualmente a saída para pista do atual campeão do Mundo, o britânico Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes), e do espanhol Fernando Alonso (Renault) - que já conquistou o título mundial por duas vezes -, Bourdais efetuou 126 voltas ao traçado andaluz, realizando a melhor volta em 1:18.493 minutos.
Apesar de não ter sido tão rápido como Buemi na véspera, o piloto da Toro Rosso foi claramente mais veloz do que os adversários, que já rodam com os novos monolugares para a temporada que se avizinha.
Alonso foi quem mais voltas realizou (133) mas a verdade é que acabou por efectuar os piores tempos, o que confirma algumas dificuldades no desenvolvimento do novo R29, que, para já, não está a corresponder às expetativas colocadas nele pela Renault e pelo piloto asturiano.
Já no Bahrein, onde Ferrari, Toyota e BMW também efetuam testes, as tempestades de areia que ontem já haviam perturbado o trabalho acabaram por impedir a realização de qualquer volta cronometrada neste 3.º dia de treinos.
Melhores tempos em Jerez:
1. Sébastien Bourdais (França/Toro Rosso), 1:18.493 (126 voltas)
2. Lewis Hamilton (Inglaterra/Mclaren), 1:20.737 (93)
3. Sebastian Vettel (Alemanha/Red Bull), 1:20.738 (92)
4. Kazuki Nakajima (Japão/Williams), 1:20.898 (92)
5. Fernando Alonso (Espanha/Renault), 1:21.307 (133)
Fonte: Record
quarta-feira, fevereiro 11, 2009

SUÍÇO DA TORO ROSSO MUITO MAIS RÁPIDO DO QUE OS RIVAIS
O suíço Sébastien Buemi (Toro Rosso) foi o mais rápido no final do 1.º dia de testes coletivos em Jerez. O 'rookie', ao volante de um carro do ano passado, fez a melhor volta em 1.19,660s, à tarde, melhorando o tempo obtido na sessão de abertura.
O tempo obtido por Buemi foi claramente melhor do que o dos restantes pilotos em pista - superou em mais de 2,5 segundos o registo de Sebastian Vettel (Red Bull) - mas estes rodaram todos com monolugares já desta temporada, de acordo com as alterações regulamentares.
Outro dos destaques do dia foi a Renault, que continua a debater-se com problemas no R29. Piquet completou somente cinco voltas, perdendo quase toda a manhã na 'boxes' devido a falhas sucessivas no carro.
Tempos do 1.º dia de testes em Jerez - manhã:
1. Sébastien Buemi (Suíça/Toro Rosso), 1.20,054
2. Sebastian Vettel (Alemanaha/Red Bull), 1.22,397
3. Heikki Kovalainen (Finlândia/McLaren), 1.23,313
4. Nico Hulkenberg (Alemanha/Williams), 1.24,695
5. Nelson Piquet Jr (Brasil/Renault), 1.29,060
Tempos do 1.º dia de testes em Jerez - tarde:
1. Sébastien Buemi (Suíça/Toro Rosso), 1.19,660 (104 voltas)
2. Sebastian Vettel (Alemanaha/Red Bull), 1.22,177 (63)
3. Nico Hulkenberg (Alemanha/Williams), 1.22,443 (91)
4. Heikki Kovalainen (Finlândia/McLaren), 1.22,634 (60)
5. Nelson Piquet Jr (Brasil/Renault), 1.23,313 (34)
Fonte: Record
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Carro da Toro Rosso será apresentado no início de março
Última equipe a confirmar a sua dupla de pilotos para a temporada 2009 da Fórmula 1, a Toro Rosso também será uma das "lanterninhas" na apresentação do seu novo modelo. Ainda sem data definida, o lançamento só deve ocorrer no mês que vem.
"Se os prazos foram cumpridos, o novo carro será apresentado no início de março", confidenciou o piloto Sébastien Bourdais ao jornal L'Équipe. "É claro que não é o ideal", lamentou.
Quatro vezes campeão da Fórmula Indy, Bourdais ganhou uma nova chance na Toro Rosso e foi confirmado como titular nesta semana. O Mundial de Fórmula 1 será aberto na cidade australiana de Melbourne em 29 de março.
Fonte: Gazeta Press
segunda-feira, janeiro 19, 2009

sexta-feira, dezembro 12, 2008
Toro Rosso continua na frente
Uma vez mais, a Toro Rosso voltou a colocar os seus dois carros no topo da tabela de tempos de Jerez.
Buemi voltou a demonstrar um ritmo muito elevado, terminando o seu terceiro dia de testes com uma volta em m17.258s, cerca de dois décimos mais veloz do que Sato, no outro monolugar da equipa de Faenza.
Em terceiro, já a mais de oito décimos, ficou o McLaren de Heikki Kovalainen, que hoje se sentou ao volante do MP4 23A, efectuando o seu tempo num modelo com as asas dianteiras idênticas às que deverão ser lei em 2009.
Kimi Raikkonen e Felipe Massa completaram o top 5, com os dois pilotos da Ferrari a manterem o seu programa de trabalho com os pneus slick, trabalho semelhante ao efectaudo por Fernando Alonso, com o seu Renault, que terminou o dia em sexto.
A Williams-Toyota colocou Nico Rosberg em sétimo, imediatamente à frente de Pedro de la Rosa, no outro McLaren, este equipado com o sistema KERS.
Longe dos melhores tempos, os dois pilotos da BMW Sauber encerram a tabela, com Robert Kubica a ficar à frente de Christian Klien
Tempos:
1. Buemi Toro Rosso-Ferrari 1m17.258s (139 Voltas)
2. Sato Toro Rosso-Ferrari 1m17.520s (119)
3. Kovalainen McLaren-Mercedes 1m18.049s (96)
4. Raikkonen Ferrari 1m18.782s (82)
5. Massa Ferrari 1m19.050s (72)
6. Alonso Renault 1m19.319s (124)
7. Rosberg Williams-Toyota 1m19.388s (130)
8. de la Rosa McLaren-Mercedes 1m19.499s (47)
9. Kubica BMW-Sauber 1m19.559s (134)
10. Klien BMW-Sauber 1m19.738s (101)
fonte: AutoSport
quarta-feira, dezembro 10, 2008
A Toro Rosso encerrou o primeiro dia de testes em Jerez de la Frontera com os seus dois pilotos na frente prosseguindo, assim, o duelo entre os dos Sebastien em luta por uma vaga para 2009.Buemi foi o mais veloz, conseguindo uma volta em 1m18.742s, ficando meio segundo à frente de Bourdais, no outro monolugar italiano.
Em terceiro e quarto ficaram os dois McLaren-Mercedes, com o britânico Gary Paffett a superiorizar-se a Pedro de la Rosa, com os dois a trabalharem nos conceitos aerodinâmicos para 2009 e no desenvolvimento dos pneus slick.
Em quinto aparece o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, que apenas testou jogos de pneus slick para se adaptar às novas regras, com o F2008 sem sofrer qualquer alteração aerodinâmica ou técnica de grande relevo.
A BMW-Sauber não esteve muito bem ao longo do dia, com Nick Heidfeld e Christian Klien a completarem apenas 19 e 15 voltas respectivamente. O alemão viu-se a braços com um problema no motor, ao passo que Klien pilotou um carro com o sistema KERS, sofreu um problema mecânico não identificado, o que o impediu de fazer melhor do que o nono tempo.
Kazuki Nakajima, da Williams, foi o sétimo mais rápido, logo na frente de Nelsinho Piquet, que foi, de longe, aquele que mais trabalho efectuou no traçado andaluz: 124 voltas, com um monolugar de 2008 mas com carga aerodinâmica no mínimo para simular as futuras asas.
Tempos:
1. S. Buemi Toro Rosso Ferrari STR3 1m18.742s (91 voltas)
2. S. Bourdais Toro Rosso Ferrari STR3 +0.546s (77)
3. G. Paffett McLaren Mercedes MP4-23 +1.392s (26)
4. P. de la Rosa McLaren Mercedes MP4-23 +1.422s (21)
5. K. Raikkonen Ferrari F2008 +1.519s (48)
6. N. Heidfeld BMW Sauber F1.08B +1.936s (19)
7. K. Nakajima Williams Toyota FW30 +2.596s (57)
8. N. Piquet Renault R28 +2.805s (124)
9. C. Klien BMW Sauber F1.08K +3.356s (15)
fonte: AutoSport
segunda-feira, novembro 17, 2008
Seu espírito competitivo foi estimulado desde cedo, em simples brincadeiras com o jet ski, em Angra dos Reis. E o ‘professor’ era ninguém menos do que o tio Ayrton Senna. "Mais competitivo do que ele não existia. E não era do feitio dele me deixar ganhar", recorda Bruno Senna, hoje aos 25 anos. A partir de segunda-feira, a ‘diversão’ do sobrinho do tricampeão mundial de F-1 será outra: pela primeira vez, Bruno testará um carro da categoria, no circuito de Barcelona, pela Honda. Vice-campeão da GP2, ele disputa uma vaga de titular com o brasileiro Lucas Di Grassi. De Londres, Bruno falou por telefone, ao ‘Ataque’ sobre a expectativa pelos testes. Relembrou bons momentos com o tio, e também os anos difíceis longe do automobilismo, depois da morte de Ayrton Senna no GP de San Marino, em 1994, e do pai, num acidente de moto.
—Você está prestes a testar um Fórmula-1 pela primeira vez. Está ansioso?
—Estou superanimado para andar, ainda mais que estou há quase dois meses parado. Minha última corrida na GP2 foi no fim de setembro. Todo piloto, no meu lugar, estaria doido para entrar no carro e dar uma acelerada.
—Como foram os dias na fábrica da Honda?
—Fiz tudo o que precisava antes dos testes, vendo os procedimentos de rádio, da parte eletrônica. É bem interessante ver como funciona uma equipe de F-1, muito diferente da GP2. A fábrica da Honda tem uma estrutura bem legal e estou animado.
—Você vai disputar vaga com o Lucas para o lugar do Barrichello. Como vê essa briga entre brasileiros?
—Não existe briga entre brasileiros. A disputa é entre pilotos. É uma disputa direta. Quem fizer o melhor trabalho vai ficar com a vaga.
—O Barrichello o aconselhou a não ir para a Honda, alegando que, com pouca experiência, seria queimar um cartucho. Como você recebeu esse conselho?
—Acho que vai ser uma experiência fantástica participar do desenvolvimento do carro, ainda mais com o Ross Brawn (chefe de equipe), com quem tenho muito a aprender e que pode me ajudar a ir em frente. Agora, se é a equipe certa ou não, vou ter que esperar para ver.
—Mas é claro que você não vai seguir o conselho ...
—É lógico que não (risos). Vou pagar para ver.
—Mesmo testando com a Honda, ainda existe chance de ir para a Toro Rosso?
—Não fechei portas. Estamos vendo com a Toro Rosso a chance de testar, dependendo de como será na Honda.
—É verdade que você ofereceu US$ 14 milhões por uma vaga na Toro Rosso?
—É pura especulação. O que a Toro Rosso faz é pedir aos pilotos que levem patrocínio. Mas a realidade é que nunca ofereci 14 milhões para correr em lugar algum.
—Está preparado para as comparações com seu tio?
—A realidade é que, se eu tiver que andar em 2009, vai ser por esforço e mérito próprios, não pelo sobrenome. As equipes não têm interesse em pilotos que não tenham realmente potencial. A pressão vai existir, ainda mais com os brasileiros, que são muito exigentes.
—Você se sente pronto para entrar na Fórmula-1?
—O desafio é imenso porque, na F-1, o nível técnico é muito grande. Tenho que aprender bastante, mas prefiro ser piloto titular do que pegar uma vaga como piloto de testes e não fazer muita coisa. Na minha carreira, quase sempre dei a cara para bater. Dei passos grandes e nunca caí. Os primeiros anos foram difíceis, mas hoje estou consciente do que posso fazer.
—Como foi o retorno ao automobilismo, depois de tanto tempo afastado?
—Com certeza, foram dois anos superdifíceis. Não tinha experiência de corrida, de como lidar com determinadas situações. E competia com pilotos com mais experiência do que eu, na Fórmula-BMW e na Fórmula-3. Hoje em dia, tenho vitórias e sei lidar com a dificuldade, com os momentos de decisão.
—Como foi ficar tanto tempo longe da pistas?
—Andei de kart dos 5 aos 10 anos. Mas, depois que o Ayrton faleceu, fiquei parado, mesmo. Foram oito anos e meio sem andar absolutamente de nada. De 2002 para 2003, voltei a correr de kart, mas quebrava mais costelas do que qualquer outra coisa. Com o tempo, fui sentindo cada vez mais falta do esporte, de correr. Aos 16 anos, via a molecada que andava comigo correndo de kart, e aquilo começou a me incomodar. Ficou bem difícil de aceitar quando comecei a ficar mais pró-ativo.
—Sua mãe, Viviane, tinha muito medo, não é?
—Ela tinha muito receio de eu começar a correr, pelo fator perigo. Ela ficou preocupada com o assédio da imprensa, com a pressão. E achava que era mais molecagem. Por muito tempo, não falei sobre isso com ela.
—E quando você passou a dirigir no trânsito?
—É claro que tinha um histórico de acidentes na família, com a morte do meu pai também. Mas minha mãe sabia que eu tinha responsabilidade. Sofri um acidente na Fórmula-3, em 2006, que depois foi um alívio. A segurança no automobilismo, atualmente, é maior do que na época em que o Ayrton corria.
—Ela ainda fica muito nervosa nas corridas?
—Ela fica nervosa, claro. Mas a coisa boa é que a ansiedade dela hoje não é pelo medo de um acidente, mas pela expectativa de um resultado bom, de ficar pensando nos pontos do campeonato.
—A falta de experiência pode pesar na Fórmula-1?
—Só correndo é que se adquire experiência. Estou bem tranqüilo. É difícil um piloto ter um sucesso enorme logo na estréia na F-1.
—Neste ano, você ganhou uma corrida da GP2 em Mônaco, onde seu tio venceu seis vezes. Foi a mais emocionante até agora?
—Ganhar em Mônaco foi realmente uma sensação muito especial. É um desafio completamente diferente, uma pista bem peculiar. Foi uma satisfação grande, uma experiência fantástica. Lembrei do Ayrton quando terminou a corrida e quando estava indo para o pódio. Mas desejo voltar a vencer em Mônaco na Fórmula-1.
—Quais pilotos admira?
—O Felipe, o Hamilton. O Alonso, para mim, foi o melhor piloto da temporada. Tem o Kubica, o Vettel... A F-1 está num nível alto.
—E de todos os tempos, é o seu tio?
—Minha grande referência é mesmo o Ayrton.
—Você tem características semelhantes às dele?
—Na família, temos várias características semelhantes, com personalidades parecidas, apesar de cada um ter sua individualidade. Então, posso falar alguma coisa ou ter um ponto de vista semelhante ao do Ayrton. Em termos de pilotagem, acho que a semelhança é de andar bem na chuva, naturalmente.
—Quais as recordações que você guarda dele?
—A maioria das memórias é das corridas. E, quando ele estava no Brasil, íamos para Angra ou para a fazenda. Era sempre uma diversão competitiva. Lembro das corridas de jet ski, ele me puxando de esqui. Ele tinha um jeito peculiar de estimular meu lado competitivo que era disputando comigo.
—E deixava você ganhar?
—Nada! Mais competitivo do que ele não existia. Não era do feitio dele me deixar ganhar. Tinha que suar bastante a camisa.
—Como é o seu dia-a-dia em Londres?
—Estou aqui há quatro anos e meio. Treino de manhã, almoço, depois tenho outro treino, volto em casa para jantar. Chego cansado e quero ver TV ou jogar video game. Às vezes, faço boxe. Gosto também de esportes aquáticos. Tem uma moça que faz comida. Moro com minha irmã, Bianca, que é minha empresária e faz toda a diferença.
fonte: Terra
domingo, setembro 14, 2008






