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terça-feira, outubro 20, 2009

Bosch leva tecnologia da injeção eletrônica à Copa Nextel Stock Car 2010


- Sistema substitui o carburador nos veículos da competição

- Tecnologia contribui para o meio ambiente, com o uso de combustível renovável, entre outros benefícios

A partir de 2010, os carros da Copa Nextel Stock Car serão equipados com injeção eletrônica Bosch, substituindo a atual configuração dos veículos, cujo motor é carburado. A mudança faz parte do novo conceito do motor da competição, que na próxima temporada também passa a ser abastecido com etanol. A tecnologia da injeção eletrônica traz à categoria maior competitividade, pela melhora no desempenho do motor, entre outros benefícios, sem contar com as vantagens ambientais, já que o sistema contribui para redução da emissão de gases poluentes.

O fornecimento da unida de de comando do novo motor e toda a engenharia de suporte desta parceria técnica com a Stock Car ficam a cargo da Bosch Motorsport, empresa do Grupo Bosch sediada na Alemanha, especializada no desenvolvimento de sistemas para veículos de competição. As tecnologias da Bosch Motorsport já equipam carros de competições como Fórmula 1 e Fórmula 3, além das mais importantes categorias de turismo como DTM, WTCC, Grand Am e Le Mans.

A Bosch vem intensificando sua participação na Stock Car desde 2006. Atualmente, é co-patrocinadora do evento e fornecedora oficial de alternadores, filtros e velas para os carros da categoria. Outras ações de marketing e merchandising complementam a participação da empresa na competição.

Injeção eletrônica
A tecnologia da injeção eletrônica, que a partir do ano que vem passa a fazer parte da Copa Nextel Stock Car, já equipa os carros brasileiros há 20 anos. Este sistema, que revolucionou a indústria automobilística, deixou para t rás o antigo carburador e foi um grande passo para a redução da emissão de poluentes; os veículos equipados com injeção eletrônica emitem até dez vezes menos gases tóxicos que os antigos carros carburados. Além disso, a aplicação da injeção eletrônica trouxe maior eficiência e durabilidade aos motores.

O primeiro modelo de injeção eletrônica mundial, o D-Jetronic, foi criado pela Bosch, na Alemanha, em 1967. Esta foi a primeira vez que um sistema produzido em série conseguiu dosar com precisão a quantidade de ar e combustível permitindo uma combustão mais completa no motor, reduzindo as emissões de poluentes e melhorando o consumo de combustível, o que foi uma grande inovação praticamente impossível de ser alcançada com os carburadores.

O primeiro sistema de injeção eletrônica genuinamente brasileiro surgiu em 1988, desenvolvido pela Bosch. Chamado de LE Jetronic, foi instalado no Gol GTi 2.0, um automóvel compacto e com potência de 112 cavalos. Eleito o c arro de passeio mais veloz do país na época, este modelo de Gol alcançava velocidade máxima de 185 km/h.

Em sua matriz em Campinas-SP, a Bosch conta desde o final dos anos 80 com um Laboratório de Emissões Veiculares, para pesquisar tecnologias de diminuição da emissão de poluentes, entre elas melhorias nos sistemas de injeção eletrônica. Em 2006 foi investido 1 milhão de euros na atualização dos equipamentos deste laboratório, preparando-o para a fase L-5 do Proconve.

A evolução da tecnologia acrescentou outras características ao sistema de injeção. A partir de 2003 este sistema passou a equipar também os motores Flex Fuel, que utilizam gasolina, álcool ou qualquer proporção de mistura entre os dois combustíveis.

Atualmente, no Brasil, a Bosch oferece ao aftermarket cerca de 3 mil itens relacionados ao sistema de injeção de combustível. Esta grande variedade reflete a riqueza da experiência adquirida pela empresa enquanto fornecedora líder desse equipamento original no setor automotivo.


Bosch Imprensa

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