


Campeão brasileiro da Stock Jr. foi convidado para correr numa das principais categorias argentinas
O presente de Natal chegou mais cedo para Fábio Fogaça (Braspress/Feeder/Consórcio Case/Emee/Beta). O jovem (18 anos) piloto sorocabano, que recentemente conquistou o título de campeão brasileiro de Stock Jr, foi convidado para testar na categoria Top Race V6 nestas terça e quarta-feiras, em La Plata, na Argentina. “Quero aproveitar a oportunidade para conhecer uma pista nova e uma categoria bem mais potente do que a Stock Jr”, comentou Fogacinha.
A Top Race V6 está entre as três principais categorias do automobilismo argentino, ao lado da TC2000 e Turismo Carretera. Ela ficou mais em evidência neste final de semana, depois que o atual campeão Jose Maria Lopes passou a ser indicado como provável piloto da US F1, nova equipe do Mundial de Fórmula 1. “Os melhores pilotos argentinos, inclusive aqueles que já correram na Fórmula 1 e Fórmula Indy, e os que foram campeões de Fórmula 3 e Fórmula Renault estão nesta categoria. Então, tenho que supor que ela é muito boa e que o nível de exigência de meu teste será alto”, acredita Fábio, que lembrou que o canadense Gilles Villeneuve também disputou algumas provas em 2009.
O teste do brasileiro será na equipe Canapino Racing, este ano defendida pelo piloto Agustín Canapino, oitavo colocado no campeonato com um Mercedes. Nesta temporada as 14 provas tiveram uma média de 35 pilotos, usando cinco marcas diferentes de carros tubulares com motor V6 de 350 cavalos de potência: Mercedes, Ford Mondeo, Chevrolet Vectra, VW Passat e Peugeot 407. “Estou bem animado. Enquanto não surgem oportunidades no Brasil, vou experimentar esta opção que pode ser muito vantajosa, pois eles testam bastante. Todo piloto precisa treinar para aprender e se desenvolver”, enfatizou Fábio Fogaça, que em seu segundo ano no automobilismo já ganhou o Capacete de Prata, concedido ao segundo melhor piloto de carros tipo Turismo do Brasil.
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Jornalista paulista Célia Murgel é a nova presidente. O brasiliense Saulo Moreno é o vice.
Em assembléia realizada na noite da última quinta-feira (17/12) foi eleita a nova diretoria da Associação Brasileira de Imprensa Automotiva. A presidente é a jornalista paulista Célia Murgel, que terá como vice-presidente o jornalista brasiliense Saulo Moreno.383 competidores enfrentam mais de nove mil quilômetros por trilhas da Argentina e do Chile
Faltam menos de 10 dias para começar o maior rali off-road do mundo. A partir do dia 1º de janeiro, 383 aventureiros partem de Buenos Aires (Argentina) para a disputa da 32ª edição do Rally Dakar. O percurso total será de 9.030 quilômetros nos 16 dias de disputas pelos mais variados e desafiadores tipos de terreno fora de estrada.
Em 2010, Varela vai competir na categoria T2 a gasolina, na qual os carros são originais e de produção comercial. A escolha recaiu sobre o Mitsubishi Pajero Full, que foi preparado pela equipe Rally Brasil. Ao seu lado, ele terá como navegador Erley Ayala, o preparador do carro.
"Nós já competimos juntos no Rally dos Amigos e tivemos um bom entrosamento. Estamos treinando bastante para melhorar ainda mais. E como o Erley é mecânico, isso pode ser um diferencial competitivo na prova", afirma o piloto que este ano novamente se sagrou campeão paulista e brasileiro de cross country na categoria Super Production.
O piloto da Mitsubishi/Pirelli/Itamotors/
Para Varela, o trecho mais difícil deve ser o de dunas, que já começam no terceiro dia de rali, entre as cidades argentinas de La Rioja e Fiambalá. "As dunas sempre são complicadas. Existe o perigo grande de atolar. Temos também que nos cuidar com o forte calor do deserto, que pode causar problemas com o motor", completa.
Mais perto é melhor
Novamente o Rally Dakar será disputado na América do Sul, começando na capital da Argentina, passando pela Cordilheira dos Andes, entrando no Chile, no Deserto de Atacama e depois retornando por baixo a Buenos Aires. O fato de competir perto de casa pode ajudar os competidores brasileiros.
"Ajuda muito, pois os custos são menores, não precisamos ir até a Europa e a África para competir. Com isso podemos investir mais na parte técnica, para ter um carro melhor, mais bem preparado", afirma Reinaldo Varela, que comandará um Mitsubishi Pajero Full de numeral 363 no Dakar.
Com a proximidade do local de disputas, mais competidores brasileiros terão a possibilidade de disputar o rali. Serão 24 pilotos, navegadores e co-pilotos em todas as máquinas (seis nas motos, um nos quadriciclos, 15 nos carros e dois nos caminhões). Varela acredita que os brasileiros têm boas chances de vitória.
"Acredito que nossas duplas são fortes, com pilotos e navegadores muito competentes. Alguns vão disputar por equipes oficiais de fábrica, e poderão brigar pela vitória na Geral. Mas mesmo quem corre por equipe particular vai lutar para andar na ponta de sua categoria. Vamos torcer por todos os brasileiros", finaliza Varela, que foi segundo colocado no Dakar de 2001, pela categoria T1.
A dupla Reinaldo Varela/Erley Ayala terá patrocínio de Mitsubishi/Pirelli/Itamotors/ Blindarte/Divino Fogão e apoio Temp Clean.
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