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quarta-feira, janeiro 03, 2018

AR-CONDICIONADO DO CARRO NO VERÃO: SAIBA TUDO PARA UTILIZÁ-LO DA MELHOR MANEIRA

No verão, o ar-condicionado é um dos equipamentos mais procurados para amenizar o desconforto gerado pelas altas temperaturas. Esse, inclusive, é um dos itens que mais influenciam na decisão de compra de um carro. Porém, quando não tomados os cuidados necessários, ele pode se tornar um vilão para a saúde. O ar frio é um dos responsáveis pela incidência de doenças respiratórias e pela proliferação de bactérias no ar. Por isso, o equipamento pode ser um causador de reações alérgicas por causado ressecamento das mucosas do nariz, predispondo pessoas às infecções ou agravando doenças pré-existentes.

Para garantir uma viagem de carro confortável, divertida e também saudável, o motorista não deve abrir mão de checar o estado do filtro que compõe o sistema de ar-condicionado. Esse é o responsável por filtrar as impurezas do ar externo e do que circula internamente na cabine. Esse processo reduz a quantidade de partículas como poeira, pólen, bactérias e fungos dentro do veículo. 

A Ford oferece dois tipos de filtros em seus modelos: o de pólen, que contém uma camada de microfibra altamente eletrostática responsável por reduzir a concentração de resíduos desagradáveis; e o de carbono que, além dessa camada, contém partículas de carbono granular ativado, o que impede a entrada não só de fragmentos, mas também de compostos orgânicos, dos gases da exaustão e ozônio.

Dicas do especialista
Eduardo Pinto, supervisor de Engenharia de Climatização da Ford América do Sul, dá algumas dicas para utilizar o ar-condicionado da forma mais proveitosa, com eficiência, conforto e economia de combustível:

  • Manutenção do filtro: esse é um fator essencial para que todo o sistema funcione de maneira adequada. O processo de limpeza, ou até a troca do filtro, deve ser realizado a cada 20 mil quilômetros ou dois anos. Já para os veículos que circulam em regiões de terra ou solos porosos, esse intervalo de tempo deve ser menor.

  • Evite a umidade excessiva: minutos antes de chegar ao seu destino, desligue o equipamento e mantenha a ventilação na velocidade máxima, com a saída de ar voltada para o painel e os pés. Também acione o seletor de temperatura no ar quente e mantenha a ventilação no nível máximo por cerca de dois minutos. Esse processo ajuda a secar o sistema de ar, evitando a umidade que facilita a propagação de micro-organismos maléficos.

  • Atenção ao manual do proprietário do carro: é fundamental utilizar o manual do proprietário, que serve como guia ao usuário para melhor utilização do ar-condicionado em condições ambientais adversas e seguir o cronograma de manutenção periódica do veículo.

“Ter um ar-condicionado eficiente no veículo não é só uma questão de conforto ou conveniência, mas também de segurança. Além de desembaçar os vidros e renovar o ar da cabine, ele serve para evitar a sonolência causada pelo calor excessivo e deixar o motorista mais alerta”, conclui Eduardo Pinto.


Fonte: 
Imprensa Ford

sexta-feira, dezembro 19, 2014

Como 'nasce' um veículo Volkswagen no Brasil

O carro que será lançado daqui a quatro anos já está sendo desenhado. Na verdade, quando esse veículo chegar às concessionárias, para os designers da Volkswagen do Brasil, ele já estará “desatualizado”, pois eles já estarão trabalhando na reestilização ou até mesmo no sucessor desse modelo. Isso porque, para o Design, o futuro é hoje. É assim que começa a “nascer” um Volkswagen: desenvolvido em um cenário imediato, para ter estilo duradouro e moderno daqui a quatro anos.

“O primeiro contato que se tem com um automóvel é com o estilo, com a sua forma. Por isso, o Design é tão importante. Ele é o início da relação entre o homem e a máquina. É um ser humano diante de mais de 3 mil peças montadas. Mas para dar certo essa relação, o veículo tem que cativar por dentro e por fora”, explica o diretor de Design da Volkswagen do Brasil, Luiz Alberto Veiga.

E essa relação começa com rabiscos. A forma do novo veículo é definida inicialmente pelos sketches (desenhos em duas dimensões). São várias propostas em torno do mesmo veículo até chegar aos temas preferidos.

“O sketch conceitual é o verdadeiro embrião da composição de uma nova ideia. A grande batalha dos designers é inovar e evoluir seguindo parâmetros de estilo do Grupo Volkswagen. O DNA Volkswagen tem que estar presente desde o primeiro desenho do veículo”, diz o supervisor de Design, Guilherme Knop.

Na área de Package (onde são dimensionados e posicionados os espaços e os componentes do veículo) os técnicos ajustam e definem o tamanho ideal do carro assim como analisam as questões ergonômicas em relação ao ser humano e também de adequação ao meio ambiente com o máximo de qualidade sensorial.

As ideias mostradas nos sketches, adaptadas às medidas definidas do Package, são transferidas para um desenho com tamanho real do novo veículo, em escala 1:1. Após sua aprovação, chega a fase do clay, uma massa especial para modelagem, composta por barro e demais elementos químicos, para esculpir o modelo em tamanho natural.

Nesta fase, a área de engenharia avançada participa ativamente em conjunto com os designers e engenheiros especialistas em Package, para viabilizar tecnicamente o veículo. Este modelo em clay recebe pintura e todos acabamentos como faróis, grades, vidros etc. para tornar-se o mais próximo possível de um veículo de série.

“O segredo do designer automotivo não está na capacidade de criar forma e conteúdo, mas sim em fazer com que seu projeto seja viável e duradouro. Então, desde o princípio há uma série de preocupações e detalhes que devem ser priorizados. E isso obviamente passa pelo estilo do veículo, mas abrange o espaço para a cabeça, o tamanho do porta-malas, a visibilidade. É uma equação que exige muito trabalho e dedicação para se resolver”, afirma o gerente-executivo de Design da Volkswagen do Brasil, Gerson Barone.

As mesmas fases ocorrem paralelamente também no trabalho de composição do interior do veículo. Painel de instrumentos, laterais de portas, teto e todas as partes visíveis são modeladas em detalhe – exatamente como serão quando vierem a ser produzidas. Todas estas tarefas são desempenhadas pela equipe dos modeladores e tapeceiros em um verdadeiro trabalho artesanal.

Também paralelamente se dá a escolha das cores e materiais de revestimentos internos e externos do veículo. Essas atividades são de responsabilidade da área de Color & Trim, que pesquisa e reúne as principais tendências do mercado (com o suporte e propostas da área de Marketing), de estilo e adequando as novas tecnologias as necessidades do design.

“O interior do veículo deve causar aquela sensação de bem-estar, tranquilidade, como se fosse uma zona de conforto. Tudo tem de estar bem organizado, os materiais tem que atender os padrões de qualidade da marca e passar essa sensação para os ocupantes do veículo. Daí a razão das constantes preocupações com a sensação agradável ao tocar nas peças ou acionar um botão, a ergonomia dos bancos, o figurino da cabine, o encaixe perfeito dos componentes. Até o cheiro do carro é uma preocupação do designer”, diz a supervisora de Color and Trim, Marilia Biill.

Cumpridas essas etapas, o novo modelo é levado para a matriz da Volkswagen, na Alemanha, onde é submetido à direção do Design Center em Wolfsburg. A partir daí, são efetuados os ajustes necessários e começa, então, a fase de construção da superfície matemática que é feita baseada em um scanning do modelo final. O carro inteiro vira cálculo com preocupações milimétricas nas tolerâncias.

Essas informações matemáticas vão mais tarde (após extensivos trabalhos de viabilidade técnica e financeira, em conjunto com a engenharia e outras áreas da companhia, como planejamento industrial e produção) definir o modelo virtual, que será a base final para a construção das ferramentas e meios de produção.

Definido e aprovado o design do futuro carro, as informações matemáticas são congeladas. Ou seja, não mudará, mesmo estando com 18 meses de antecedência ao seu lançamento no mercado.

Fonte: Volkswagen do Brasil

quarta-feira, agosto 14, 2013

GM seleciona estagiários para o ano de 2014


Processo seletivo ocorre até o próximo dia seis de setembro de 2013
O programa tem como objetivo selecionar candidatos para 15 áreas profissionais

São Caetano do Sul (SP) – A General Motors do Brasil realiza até o próximo dia seis de
setembro de 2013, o programa de estágio para o ano de 2014, mantendo uma tradição
iniciada no final da década de 60, portanto há mais de quatro décadas. Serão escolhidos
candidatos para 15 áreas profissionais que, para serem elegíveis, deverão concluir o curso
universitário em dezembro de 2014, julho de 2015 ou dezembro de 2015. As inscrições
para o atual processo de recrutamento e seleção começaram na última terça-feira (06/08/2013).

O programa de estágio

Os candidatos devem ter disponibilidade para estagiar por seis horas ou período parcial,
além de inglês intermediário e bons conhecimentos de informática. As vagas também
estão
disponíveis para pessoas com necessidades especiais, que estejam cursando nível
universitário.
Durante o período de estágio os candidatos selecionados receberão benefícios oferecidos
pela empresa.

A GM selecionará estagiários para as unidades de São Caetano do Sul, São José dos
Campos, Sorocaba, Indaiatuba e Mogi das Cruzes – todas no estado de São Paulo, além
das unidades de Gravataí (RS) e Joinville (SC).

O programa de estágio absorverá candidatos para as seguintes áreas: Recursos Humanos,
Relações Públicas e Governamentais, Tecnologia da Informação, Engenharia do Produto,
Exportação, Jurídico, Qualidade, Marketing e Vendas, Pós-Vendas, Finanças, Design,
Manufatura, Gerenciamento de Programas, Compras e Cadeia de Suprimentos e
Planejamento do Produto.

Para participar do programa de estágio General Motors 2014, o candidato deve acessar o linkwww.chevrolet.com.br, buscando a seção “Universo Chevrolet” / “Sobre a GM” /
“Trabalhe Conosco” - Programa de Estágio 2014.

Fonte: GM

quarta-feira, outubro 05, 2011

Presidente Mundial do Grupo Renault, Carlos Ghosn, anuncia novos investimentos no Brasil

No momento em que a Renault comemora 15 anos no Brasil, o presidente mundial do Grupo Renault, Carlos Ghosn, anuncia um novo investimento de R$ 500 milhões, além do R$ 1 bilhão do atual ciclo de investimentos, totalizando um montante de R$ 1,5 bilhão para o período 2010-2015. Com o novo investimento, a marca prevê a produção de mais 100 mil veículos por ano. Na prática, significa dizer que este aumento equivale a uma nova fábrica. Com isso, a capacidade produtiva atingirá um volume de 383 mil carros anualmente.


Além disso, o aporte prevê a criação de um novo centro de engenharia, um centro de treinamento e mais uma área para a logística. Para todas essas operações, 1.000 novas vagas serão criadas, além das 1.000 contratações que estão sendo realizadas neste ano, totalizando mais 2.000 novos postos de trabalho ao longo deste ciclo de investimentos. “A Renault do Brasil está entre as prioridades na estratégia de crescimento mundial da marca, devendo se tornar o segundo maior mercado do Grupo Renault até 2013”, afirma Carlos Ghosn.



Fonte: Renault

sexta-feira, março 11, 2011

Brasil tem seu primeiro curso de Engenharia de Competição Automobilística

Além de aulas teóricas, os participantes terão aulas práticas com veículos e equipamentos de corrida

Participar de uma escuderia de qualquer categoria do automobilismo exige técnica apurada do profissional, já que a segurança do piloto e o desempenho do carro dependem da eficiência dos sistemas mecânicos. Diante da necessidade de se capacitar os engenheiros para atuarem nessa função, uma vez que o Brasil participa cada vez mais ativamente desse tipo de esporte, a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da engenharia (FDTE) criou o primeiro curso brasileiro de Engenharia de Competição Automobilística.

Mecânica de motores, aerodinâmica, dinâmica veicular, aquisição de dados e a administração e organização, ou seja, todos os princípios dos sistemas veiculares para corridas e os fatores que influenciam o desempenho nas pistas serão abordados no treinamento de 120 horas. Além de aulas teóricas, os participantes terão aulas práticas com veículos e equipamentos de corrida.

O público-alvo é de profissionais da área de engenharia, técnicos e estudantes que trabalham ou desejam trabalhar com engenharia de competição automobilística. “O objetivo é introduzir e aprofundar para o profissional os tópicos relevantes à engenharia de competição automobilística que vão além da teoria de engenharia automotiva comum”, afirma Marcelo Massarani, coordenador geral da área automotiva da FDTE.

O curso e a atuação em competições automobilísticas também permitem o desenvolvimento de algumas habilidades muito procuradas nos engenheiros pelas montadoras, como por exemplo: capacidade de analisar problemas e propor soluções, capacidade de trabalhar em equipe, gerir e motivar pessoas, além de desenvolver a habilidade de decidir e executar sob pressão. Por este motivo é que diversas montadoras se envolvem em competições e promovem rodízio de seus engenheiros nas equipes.

Este treinamento avançado será ministrado por especialistas em engenharia mecânica como Celso Duarte (mestre e doutor pela UCLA – USA), Felipe Pereira Marchesin (engenheiro da Politécnica da USP), João Campos (engenheiro pela FEI com especialização em Engenharia Mecânica Plena e Engenharia Mecânica Automobilística). Os custos variam entre R$ 4.900 (para estudantes), até R$ 6.900 com descontos para matrículas antecipadas. O Curso em Engenharia de Competição Automobilística é uma parceria da FDTE com a Associação de engenharia Automotiva (AEA) e o Centro de Engenharia Automotiva da Escola Politécnica.

Para quem quiser saber um pouco mais sobre este curso, a FDTE promoverá no dia 21 de março uma palestra explicativa aos interessados. A palestra ocorrerá às 19h na sede da FDTE. Informações e inscrições poderão ser feitas pelo site www.poli-integra.org.br.

Serviço:

Curso Brasileiro de Engenharia de Competição Automobilística
Início: 20 de abril
Duração: 120 horas

Preços:
R$ 6.900,00 ou 1 + 5 parcelas de R$ 1150,00
Matrículas realizadas até 01/04/2011:
R$ 4.900,00 ou R$ 900,00 + 5 parcelas de R$ 800,00

Para estudantes de engenharia ou tecnologia:
R$ 4.900,00 ou R$ 900,00 + 5 parcelas de R$ 800,00
Matrículas realizadas até 01/04/2011:
R$ 3.600,00 ou 1 + 5 parcelas de R$ 600,00

Instrutores:
Celso Duarte, engenheiro mecânico, mestre e doutor pela UCLA – USA, mestre em Engenharia Automotiva (Poli-USP), responsável pela área de Pesquisas Avançadas, Novas tecnologias e Mortorsport da Ford Motor Company na América do Sul. Com 30 anos de experiência em desenvolvimento do produto, com pesquisas junto à Embraer e passagens pela F1, F3000, F3, Formula Ford, Turismo, Protótipos e Formula Truck. Membro efetivo da MIA e responsável pelo programa global de desenvolvimento do uso de bio-combustiveis no Motorsport mundial. Representante da Cosworth Engineering e SADEV Transmissions.

Felipe Pereira Marchesin, engenheiro formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, atua hoje na JL Racing Products, nas categorias Mini challenge e Formula Future FIAT e como consultor em dinâmica veicular pela FDTE para empresas do setor automotivo. Marchesin é mestrando na USP em Engenharia Mecânica e fez parte do seu mestrado em conjunto com a Oxford Brookes University na área de Motorsport Engineering, onde realizou trabalhos junto a equipes de GP2. Foi integrante da equipe de Baja por 5 anos e fundador da equipe de Formula da Poli. Trabalhou como engenheiro de dinâmica veicular na Volkswagen do Brasil no desenvolvimento de procedimentos de simulação, simulações de veículos completos e na medição de pneus.

João Campos, formado pela FEI em Engenharia Mecânica Plena e Engenharia Mecânica Automobilística, foi integrante da equipe de Formula da FEI e instrutor do curso de motores da IR Racing. Trabalhou como engenheiro de pista e aquisição de dados em diferentes categorias pelo mundo. Dentre os principais eventos que participou se encontram F3 Sulamerica, F3 Britânica, F3 Australiana, Stock Car V8, GP3 e Bonneville. Atualmente é engenheiro da JL Racing Products, atuando na calibração de motores da Stock Car V8 e como engenheiro de pista e aquisição de dados na Formula Future FIAT.

Fonte : M.Free