COMPRE AGORA

Mostrando postagens com marcador MONZA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MONZA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 26, 2018

Instalação dos coxins dos amortecedores requer cuidados em vários modelos de veículos


Posicionamento correto varia de acordo com o veículo, por exemplo, no caso do Palio com direção mecânica é diferente da versão com direção hidráulica, assim como acontece o Fit, Civic, Monza e Kadett.


O sistema de suspensão, composto por diversas peças, entre elas o coxim, que sustenta o amortecedor no monobloco, é fundamental por absorver as irregularidades do solo, garantindo a estabilidade e conforto do veículo. Por isso, é preciso ficar atento na hora de fazer a manutenção do conjunto de componentes da suspensão. "A montagem errada do coxim do amortecedor pode afetar diretamente a geometria do veículo, podendo até ocasionar ruído", afirma Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata.

A recomendação é atenção no momento de montar os coxins. "No Palio, por exemplo, com direção mecânica a nervura do coxim deve ficar voltada para a traseira do automóvel. No entanto, o mesmo modelo com direção hidráulica deve ser montado com a nervura para frente do veículo", comenta Silva. Assim como o Palio, há outros modelos, como o Fit, Civic e até mais antigos como o Monza e o Kadett, contam com posição de montagem.

O gerente lembra também que a qualidade da peça também é essencial ao fazer a reparação, por isso é importante adquirir componentes de marcas tradicionais do mercado que passam por um rigoroso controle nos processos de fabricação.

*Assista este e outros vídeos com dicas na Série Especialistas no canal da Nakata no YouTube. Acesse o link desta informação técnica:https://www.youtube.com/watch?v=Cqlo5Pd_9yA

Fonte: Verso Comunicação 
Jornalista responsável - Majô Gonçalves 

terça-feira, março 31, 2015

Blancpain Sprint Series: BMW Team Brasil está pronto para o primeiro desafio do ano em Nogaro (Fra)

Na etapa de abertura do Sprint Series, a equipe brasileira contará com a presença dos Irmãos Sperafico, a bordo do BMW Z4 #0, enquanto o BMW Z4 #77 será conduzido pelo belga Maxime Martim e pelo alemão Dirk Müller

O BMW Team Brasil inicia neste fim de semana de Páscoa, em Nogaro (Fra), sua terceira temporada na Europa. Neste ano a equipe brasileira, comandada por Antonio Hermann e Washington Bezerra, vai ampliar sua atuação no mundial de carros de turismo e disputará a série completa do Blancpain GT Series, com a participação nas provas do Sprint Series e também no Endurance Series.

Na etapa inaugural do Sprint Series, devido à coincidência de datas com a Stock Car no Brasil, o time verde e amarelo terá a presença de quatro pilotos convidados, que vão substituir os titulares Cacá Bueno/Sérgio Jimenez e Valdeno Brito/Átila Abreu. No BMW Z4 #0 estarão Ricardo e Rodrigo Sperafico, que já correram pela equipe em 2014, na prova do Azerbaijão, quando conquistaram dois top-10.

Já no BMW Z4 #77, dois nomes que já têm muita familiaridade com os modelos BMW. O alemão Dirk Müller e o belga Maxime Martim, ambos pilotos oficias da BMW Motorsport. O canal SporTV mostrará, ao vivo, as duas corridas da etapa francesa. A Corrida Classificatória será no domingo (5) e a Corrida Principal na segunda-feira (6).

Os gêmeos Sperafico estão animados em representar, mais uma vez, o BMW Team Brasil. "Estamos muito contentes em voltar a representar a equipe. Tivemos uma ótima experiência e bons resultados em Baku, no ano passado, e nos adaptamos bem ao carro", disse Rodrigo.

Apesar de não conhecer o traçado francês, ele demonstra otimismo para a disputa. "Nunca corremos lá, mas já estudamos vários vídeos de corridas. Acredito que não será difícil, e teremos mais tempos de treinos", completou.

Ricardo acredita que as melhorias técnicas introduzidas este ano no BMW Z4 podem contribuir para um bom desempenho de toda a equipe. "Vai ser uma etapa muito disputada. Há vários carros novos no campeonato. E o nosso equipamento terá com um pouco mais potência do que no ano passado. Acredito que isso ajudará para um bom desempenho", comentou Ricardo Sperafico, que também estará no grid do Endurance Series. Ele será o companheiro de Átila Abreu e Valdeno Brito no BMW Z4 #77, na corrida de Monza (Ita).

Para Maxime Martim, a GT Series é um território familiar. O belga passou vários anos competindo no Blancpain Endurance Series, antes de se tornar piloto regular na DTM .

"Estou ansioso para passar um fim de semana com o BMW Z4 no Sprint Series. Eu conheço bem o circuito de Nogaro. Ele realmente é desafiador. No entanto, eu acho que estamos bem posicionados para fazer um bom papel com o BMW Sports Trophy Team Brasil", disse.

Müller é um dos pilotos mais experientes no cenário de GT internacional, e tem sido bem sucedido neste campo, com a BMW por muitos anos. "O Blancpain Sprint Series é um campeonato muito forte. Acredito que vai ser um fim de semana emocionante. Estamos bem preparados. E sei que a equipe brasileira tem muita experiência nessa série. Estou ansioso para alinhar com Maxime e com o BMW Team Brasil", finalizou.

A programação da etapa começa no sábado (4) com a realização dos treinos livres. No domingo acontece o treino para definir o grid e também a Corrida Classificatória, a primeira da etapa. No feriado de segunda feira, quando é comemorada a Páscoa na França, será disputada a Corrida Principal.

Programação da 1ª etapa do Blancpain Sprint Series - Nogaro (horário de Brasília - quatro horas atrás do horário local):

Sábado (dia 4):
1º treino livre: das 6h às 7h20
2º treino livre: Das 10h50 às 12h10

Domingo (dia 5):
Classificação: 5h30
Corrida Classificatória: 10h15

Segunda-feira (dia 6)
Warm-up: 4h45
Corrida Principal: 9h10


Fonte:
FGCom
Fernanda Gonçalves / Beatriz de Paula

segunda-feira, setembro 09, 2013

Porsche Mobil 1 Supercup: Nonô Figueiredo deixa Monza satisfeito com estreia

Piloto aprova experiência com o novo Porsche GT3 Cup geração "911"

Duas décadas após ter morado em Monza em sua primeira temporada internacional no automobilismo, Nonô Figueiredo deixou o tradicional palco do GP da Itália de F1 satisfeito por sua corrida de estreia na Porsche Mobil 1 Supercup. O piloto brasileiro completou todas as 14 voltas programadas para a sétima etapa do campeonato e terminou em 21º lugar.

"A experiência aqui foi muita válida e conseguimos ampliar bastante nosso conhecimento do carro novo a cada dia desde o treino da última terça-feira", avaliou o piloto, que teve seu primeiro contato com a geração "991" do Porsche 911 GT3 Cup nesta semana.

Este será o novo bólido da Porsche GT3 Cup Challenge no Brasil para a temporada 2014. A série tem Nonô Figueiredo como piloto-consultor desde 2009 e isso pesou na ida dele para mais uma corrida de repercussão internacional da Europa. Além do aspecto esportivo, a participação do piloto com o carro #16 da equipe Project 1 nesta etapa da Supercup teve como objetivo angariar informações sobre o novo carro. Os dados a seguir serão compartilhados com os competidores do evento no Brasil.

Largando do fundo do grid, Nonô saltou quatro posições na primeira volta. "A largada parado não foi um problema e saltei no ritmo do pelotão. Notei então uma confusão nas primeiras curvas e aproveitei para conquistar ultrapassagens. O carro estava funcionando muito bem", contou o piloto sobre as voltas iniciais.

Na terceira volta, ele emparelhou com Alessandro Zampedri na saída da Parabolica. Os dois percorreram a reta principal lado a lado, com Nonô por fora. "Estava só ameaçando um ataque, nem cheguei a realmente tentar ganhar a posição naquele momento. Mas ele deixou o carro espalhar do lado e bateu forte em minha lateral. Foi uma manobra completamente desnecessária na terceira volta da corrida e deixou meu carro desalinhado", disse o brasileiro.

Nonô então lutou para acompanhar o ritmo dos competidores que permaneceram na volta do líder e, sem as melhores condições em seu carro, completou a prova em 21º lugar, superando o ex-F1 Emanuele Pirro nas últimas voltas.

"Foi uma semana intensa. Volto ao Brasil contente pelo trabalho realizado em Monza. Agradeço aos patrocinadores que proporcionaram meu retorno a Monza após 20 anos e antecipo aos pilotos da Porsche 911 GT3 Cup Challenge no Brasi que o carro da próxima temporada é fantástico", frisou o piloto. Em 1993, Nonô viveu um ano em Monza, ocasião em que disputou a Fórmula 3 Italiana como prêmio pelo título brasileiro da Fórmula Uno na temporada anterior.

Nesta segunda-feira, ele desembarca no Brasil e já se prepara para a nona etapa do Campeonato Brasileiro da Stock Car, corrida que acontece na pista gaúcha do Velopark no próximo domingo.

Fonte:
Texto: Luís Ferrari
PORSCHE GT3 CUP CHALLENGE NO BRASIL

sábado, setembro 08, 2012

GP2: italiano vence, brasileiros sofrem e Valsecchi lidera


Razia bate e perde a ponta, Nasr também abandona e Guerin leva punição em Monza

A abertura da penúltima rodada dupla da Fórmula GP2 foi literalmente desastrosa para os brasileiros. O baiano Luiz Razia perdeu a liderança do campeonato ao se tocar com Fabio Leimer, o brasiliense Felipe Nasr abandonou logo depois ao bater com o mesmo piloto suíço e o paulista Victor Guerin foi o único a ver a bandeira quadriculada, mas também não passou ileso pelo dia negativo em Monza. Punido por excesso de velocidade ao entrar nos boxes para a troca obrigatória de pneus, Guerin foi obrigado a nova passagem pelo pit lane e terminou em 23º na vitória do italiano Luca Filippi em seu retorno à categoria pela Coloni.

Filippi substituiu o monegasco Stefano Coletti, que deixou a equipe no início da semana. Sem correr há um ano, surpreendeu ao conquistar o 4º lugar no grid, mas desde a largada deixou claro que tenha planos maiores. Saiu bem e precisou de poucas voltas para superar o pole Max Chilton, que cairia mais tarde para 4º e sequer subiria ao pódio. Sem sofrer ameaças, Filippi só não comandou o pelotão brevemente durante a janela dos pit stops.

Enquanto Razia e Nasr logo ficaram pelo caminho, Guerin continuava seu processo de aprendizado na série que deverá disputar integralmente em 2013 - estreou apenas na 7ª etapa em Barcelona. Superou a largada apenas regular com um bom ritmo inicial com os pneus macios, retardou a parada nos boxes e fez a troca quando ocupava a 5ª posição. Retornou à pista em 17º, mas logo foi obrigado a pagar a penalidade. "Sem esse problema, o resultado normal seria terminar entre 12º e 15º", disse Guerin, que sairá amanhã no complemento do programa junto a dois pilotos que precisarão ganhar posições, especialmente Razia. "Ele e o Nasr tem bom ritmo de corrida e vou tentar acompanhá-los", explicou.

Com uma atuação segura que lhe deu o 6º lugar, o italiano Davide Valsecchi abriu oito pontos de vantagem sobre Razia. E poderá aumentar a folga ainda mais na segunda corrida, já que largará em 3º e com boas chances de desembarcar em Cingapura para o desfecho da luta pelo título como grande favorito.

O resultado da 21ª etapa:

1 - Luca Filippi - Coloni - 30 voltas em 48m03.604s
2 - Johnny Cecotto Jr - Addax - + 4.028s
3 - Marcus Ericsson - iSport - + 5.377s
4 - Max Chilton - Carlin - + 7.631s
5 - Fabio Leimer - Racing Engineering - + 9.413s
6 - Davide Valsecchi - DAMS - + 16.057s
7 - Jolyon Palmer - iSport - + 17.600s
8 - Stefano Coletti - Rapax - + 18.532s
9 - Esteban Gutierrez - Lotus - + 19.293s
10 - Julian Leal - Trident - + 20.025s
11 - Nigel Melker - Ocean - + 20.464s
12 - James Calado - Lotus - + 26.027s
13 - Stephane Richelmi - Trident - + 27.890s
14 - Sergio Canamasas - Lazarus - + 31.193s
15 - Nathanael Berthon - Racing Engineering - + 31.910s
16 - Simon Trummer - Arden - + 35.375s
17 - Rene Binder - Lazarus - + 38.769s
18 - Jake Rosenzweig - Addax - + 40.226s
19 - Rio Haryanto - Carlin - + 42.638s
20 - Ricardo Teixeira - Rapax - + 43.152s
21 - Fabio Onidi - Coloni - + 44.769s
22 - Rodolfo Gonzalez - Caterham - + 56.350s
23 - Victor Guerin - Ocean - + 1m01.984s

Não completaram:

Felipe Nasr
Luiz Razia
Giedo van der Garde

Os 10 primeiros do campeonato: 1, Davide Valsecchi, 212 pontos; 2, Luiz Razia, 204; 3, James Calado, 160; 4, Esteban Gutierrez, 152; 5, Giedo Van der Garde, 141; 6, Max Chilton, 140; 7, Fabio Leimer, 115; 8, Marcus Ericsson, 104; 9, Johnny Cecotto, 98; 10, Felipe Nasr, 85.

Fonte: MF2 

F1 MONZA: Bruno Senna aposta nos pneus duros para chegar aos pontos


Piloto da Williams fica no Q2 e sai em 13º no GP da Itália

Bruno Senna largará a três posições da zona de pontos no Grande Prêmio da Itália, mas acredita que poderá sair neste domingo do Autódromo de Monza com mais do que os 24 que marcou até agora e lhe dão o 16º lugar na classificação do campeonato. "Acho que as chances são boas. Se não cometermos erros, dá para chegar bem. Estamos fortes com os pneus duros, como mostramos no Q1", afirmou Bruno, 9º colocado na primeira parte dos treinos classificatórios.

A Pirelli levou os compostos duros e médios para a prova. Bruno terminou o qualifying em 14º, mas foi beneficiado com a punição aplicada ao companheiro Pastor Maldonado em função dos incidentes na semana passada no GP da Bélgica. O venezuelano fez o 12º e tempo e, com a perda de 10 posições, partirá apenas em 22º. Bruno admitiu que a sua classificação poderia ter sido melhor. "Faltou um pouquinho no carro, faltou um pouquinho na volta. Não acertei a volta inteira. Passei em cima da zebra e, numa sessão tão equilibrada como essa, qualquer coisinha faz diferença", comentou.

Bruno foi eliminado no Q2, mas virou apenas oito décimos mais lento o inglês Jenson Button, o mais rápido da segunda parte. Sobre as perspectivas na corrida, Bruno disse que a Williams ainda não se decidiu sobre a estratégia mais adequada. "Temos bastante jogos de pneus novos, mas a possibilidade de fazermos apenas uma parada também será considerada. Não será uma escolha fácil e dependerá das análises do consumo de pneus", explicou. Foi em Monza, no ano passado, que Bruno conquistou os primeiros pontos na Fórmula 1 ao cruzar a linha de chegada em 9º.

Fonte: MF2 

terça-feira, setembro 13, 2011

Motor Renault RS27 vence o Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1



O piloto Sebastian Vettel, da equipe Red Bull Racing-Renault, conquistou o pódio para o motor Renault RS27, fornecido pela Renault Sport F1 – divisão esportiva responsável pelo compromisso da Renault na Fórmula 1 como fornecedora de motores e tecnologia -, durante o GP da Itália deste domingo. Vettel terminou a corrida com quase dez segundos de vantagem sobre Jenson Button, que chegou na segunda colocação.

Esta foi a segunda vez que Sebastian Vettel venceu o GP da Itália em sua carreira. Com a conquista deste domingo, o piloto da Red Bull Racing-Renault ampliou ainda mais a sua vantagem no Campeonato Mundial de Piloto, com 284 pontos.


O piloto brasileiro Bruno Senna marcou os seus primeiros pontos na Fórmula 1 com a nona posição para a Lotus Renault GP, enquanto que a Equipe Lotus garantiu novamente uma dobradinha com Heikki Kovalainen em 13º e Jarno Trulli em 14º.

Mark Webber, companheiro de equipe de Vettel, abandonou a prova na sexta volta, após um incidente com Felipe Massa, enquanto que Vitaly Petrov também não cruzou a linha de chegada. O piloto russo da Lotus Renault GP se envolveu no acidente da primeira curva e teve que abandonar a prova imediatamente.

Esta vitória é a primeira do motor Renault no GP da Itália desde 1995 e a 138ª na F1.



Fonte: Renault

domingo, setembro 11, 2011

GP DA ITÁLIA: Feliz com primeiros pontos, Bruno Senna já pensa em Cingapura


"Não vejo a hora de entrar no carro novamente", avisa o 9º colocado no GP da Itália


A felicidade de Bruno Senna pelos dois pontos conquistados no GP da Itália - seus primeiros na Fórmula 1 - era tanta que o piloto brasileiro já fazia planos ainda nos boxes da Lotus Renault GP, equipe pela qual completara apenas sua segunda prova depois da estreia na categoria pela frágil HRT no ano passado. "Não vejo a hora de entrar no carro novamente. Queria que o GP de Cingapura fosse amanhã", brincou Bruno, que ainda terá de esperar mais duas semanas para ver seu desejo atendido.

Bruno terminou a corrida de Monza na 9ª colocação e logo atrás da Force India de Paul di Resta, após mover uma implacável perseguição ao escocês nos minutos finais e que acabou lhe rendendo a quarta volta melhor volta da corrida, superado apenas pelas McLaren de Jenson Button e Lewis Hamilton e a Red Bull do vencedor Sebastian Vettel. "Com duas voltas a mais eu teria conseguido a ultrapassagem. Eu estava mesmo muito rápido naquela hora, com pneus macios e pouco combustível. Só não consegui me desvencilhar antes do Sebastien Buemi porque as Toro Rosso estavam muito velozes de reta. Para passá-lo, precisei me atirar para cima dele antes da primeira chicane", explicou.

Depois de evitar a confusão formada logo após a largada, quando vários carros colidiram e causaram a entrada do carro de segurança, Bruno resolveu antecipar a troca dos pneus médios com que largara pelo primeiro jogo de macios. "Valeu a pena, porque os macios eram cerca de oito décimos mais rápidos por volta. E meu carro esteve sempre muito rápido. Procurei me manter sempre próximo do pessoal que estava à frente e economizar o KERS, deixando para usá-lo nas ultrapassagens. Deu para passar bastante gente. A verdade é que me diverti para caramba durante a corrida."

Cerca de uma hora depois da bandeirada quadriculada, os batimentos cardíacos de Bruno ainda não haviam voltado ao normal -encostavam nos 180 por minuto. A excitação e a alegria pelo resultado se misturavam à sensação de dever cumprido. Afinal, apesar de todo o apoio que vem recebendo da Renault Lotus GP desde que foi convocado para o lugar do experiente alemão Nick Heidfeld, sabe que as cobranças serão inevitáveis. "(...) Tira o peso de fazer um resultado pela equipe. Não foi uma corrida fácil, mas o carro esteve sempre bem, a estratégia funcionou e deu tudo certo", analisou.

Embora sem atividades de pista, a semana será de intensas atividades para Bruno Senna no aspecto promocional. Ele foi escalado pela equipe para comparecer a diversos eventos e, entre eles, visitará o Salão de Frankfurt.


Fonte: MF2 

sábado, setembro 10, 2011

F1:Velocidade nas retas anima Bruno Senna no GP da Itália

 Piloto da Renault Lotus GP economiza pneus e sai em 10º em Monza


É no excelente rendimento do R31 nas longas retas de Monza que Bruno Senna confia na busca por um bom resultado - e quem sabe os primeiros pontos na Fórmula 1 - no Grande Prêmio da Itália, em sua segunda corrida neste retorno à categoria pela Lotus Renault GP. Em mais um desempenho notável para um piloto que há três semanas se encontrava em meio a um prolongado período de inatividade, Bruno conquistou o 10º lugar nos treinos classificatórios deste sábado em Monza.


Os carros pretos e dourados são dos mais rápidos do fim de semana e Bruno chegou a registrar a máxima de 347 quilômetros por hora. "Você viu? Incrível, né?", constatou, contente com a própria atuação e pela satisfação de alcançar pela segunda vez seguida a terceira parte do qualifying. "Acho que poderemos tirar proveito da velocidade do carro nesses trechos de pé embaixo", comentou o brasileiro, que desbancou a Force Índia do britânico Paul di Resta do Q3 nos segundos finais e pela ínfima margem de seis milésimos. "Foi muito bom para esse meu processo de amadurecimento precisar e conseguir fazer uma volta assim."


Embora tenha ocupado o cockpit, Bruno permaneceu dentro da garagem da Lotus Renault GP e, em comum acordo com a equipe, decidiu abrir mão do Q3 para economizar pneus. "Achamos que só valeria a pena tentar algo se as Mercedes não entrassem na pista, o que acabou não acontecendo. Aliás, elas estão com uma estratégia parecida com a nossa", lembrou. Nico Rosberg, da escuderia alemã, foi o único a marcar tempo com os pneus médios, mais lentos que os macios.


Pelo regulamento, já que não participou da última tomada de tempo, Bruno poderá escolher com qual das duas versões de compostos iniciará a corrida deste domingo. Até a noite deste sábado, no entanto, a Lotus Renault GP ainda não havia definido a estratégia. "A tendência é de duas paradas e que usemos dois jogos de pneus macios e um dos médios. Mas ainda vamos pensar direitinho na ordem mais adequada", explicou.


Bruno ficou alegre com o próprio desempenho num dos palcos mais tradicionais do automobilismo mundial, embora reconheça que ainda havia espaço para evolução. "A bem da verdade, foi meu primeiro treino classificatório em condições normais, já que em Spa as coisas foram meio conturbadas. Ainda estou um pouco enferrujado e, por isso, sem conseguir tirar o melhor dos pneus logo na primeira volta. Essa é uma das razões de não ter virado o mesmo que meu companheiro de equipe, mas a verdade também é que o Vitaly Petrov fez um ótimo trabalho". O russo largará em 7º, a mesma posição de largada de Bruno na reestréia em Spa.




Fonte: MF2 

sexta-feira, setembro 09, 2011

Bruno Senna vê Lotus Renault perto do Q3 em Monza


"Briga pelas últimas vagas entre os Top 10 será muito dura", prevê

Satisfeito com o ritmo de trabalho da Lotus Renault GP nos treinos que abriram a programação do GP da Itália, Bruno Senna disse que os resultados das duas sessões desta sexta-feira já deram uma indicação do potencial de cada equipe para as tomadas classificatórias. "Em termos de ordem de largada, acho que será mais ou menos por aí. Acredito que estaremos na briga para entrar no Q3, mas a disputa será dura e as diferenças entre o 9º e o 10º lugares e os que vierem logo a seguir serão pequenas, algo em torno de dois ou três décimos", analisou.

Bruno terminou o dia com o 10º lugar na classificação geral, depois de estabelecer o tempo de 1min25s325 no período da tarde. No geral, completou 63 voltas e aprovou o balanço das atividades da equipe. "Conseguimos completar todo o programa de testes sem qualquer problema. Acho que foi um bom dia neste aspecto. Procurei começar as atividades com bastante calma, evitando cometer erros, para apertar mais na segunda parte", explicou.

Apenas em seu segundo grande prêmio na temporada, depois de uma longa inatividade encerrada há duas semanas no GP da Bélgica, Bruno pôde aumentar o conhecimento do R31 na pista seca depois do fim de semana complicado pela chuva em Spa. Avaliou as duas versões de compostos levadas pela Pirelli, mas admitiu que ainda não chegou a uma conclusão definitiva sobre o comportamento dos pneus macios e médios. "Ainda estou um pouco enferrujado na pista seca. Preciso pegar mais a mão destes pneus, porque às vezes estou a 95% e em outras passando um pouco dos 100%", admitiu.

Bruno superou seu companheiro de equipe por pouco mais de um décimo de segundo, mas minimizou a vantagem conquistada sobre o russo Vitaly Petrov. "Ele cometeu um erro na melhor volta", lembrou, "assim como eu também dei uma erradinha na minha." O piloto brasileiro permaneceu nos boxes da Lotus Renault GP até bem depois do início da noite, ainda envolvido em reuniões com os técnicos da equipe.


Fonte: MF2 

quarta-feira, agosto 31, 2011

AKZONOBEL PINTA CIRCUITO INDIANO DE F1



A AkzoNobel, líder global no mercado de tintas e revestimentos, com sede em São Paulo e matriz em Amsterdam, será a fornecedora de tintas para a pintura e retoque do Circuito Internacional Buddh, pista que irá sediar o primeiro Grand Prix de Fórmula 1 da história da Índia, programado para o próximo dia 30 de outubro, na cidade de Delhi. 

As tintas da marca International Paint, produzidas pela divisão de Tintas Marítimas e Industriais da multinacional holandesa, que também possui uma fábrica localizada em São Gonçalo (RJ), foi a escolhida para a pintura das estruturas de aço do circuito de 5,5 km de extensão, o segundo mais rápido do torneio, perdendo apenas para o de Monza, na Itália. A AkzoNobel já faz parte do circo da F1, como fornecedora oficial da equipe Vodafone McLaren Mercedes, por meio da linha Sikkens, fabricada pela divisão deTintas e Revestimentos Automotivos e Aeroespaciais da empresa. 

Com operação em 80 países, incluindo o Brasil, e com 55 mil colaboradores, a AkzoNobel fornece tintas decorativas, tintas de performance e produtos químicos para indústria e consumidores. As principais marcas são: Tintas Coral, EKA, Wanda, Sikkens eInternational Paint.  

terça-feira, março 15, 2011

Com sol e chuva, Pirelli conclui o período de testes para temporada 2011 da F1

 A empreitada de testes levou a Pirelli a Monza, Valência, Jerez, Le Castellet, Bahrein e Abu Dhabi, abrangendo cerca de 100.000 quilômetros - o equivalente a mais de 300 Grand Prix - em cinco países.

- Da distância total, 18.000 km foram conduzidos em testes privados com um Toyota TF109 adaptado para simular os regulamentos da temporada 2011 da Fórmula 1, com Nick Heidfeld, Romain Grosjean e Pedro de la Rosa ao volante. O restante da distância foi acumulada durante os 15 dias de testes oficiais realizados pelas equipes na preparação para a temporada 2011.

- Entre as equipes que rodaram mais quilômetros, a Ferrari lidera o ranking de pré-temporada com 5.244 km de distância percorrida no decorrer dos 15 dias, seguida por Mercedes (4.483), a Red Bull (4.407), Sauber (4.099), Williams (3.894), McLaren (3.844), Force India (3.745), Toro Rosso (3.737), Lotus Renault (3.700), Virgin (3.361), Lotus (2.403) e TRH (1.949).

- Quanto aos pilotos, Fernando Alonso percorreu a maior distância com os pneus Pirelli, um total de 2.826 km, à frente de Michael Schumacher (2.474), Felipe Massa (2.417), Mark Webber (2.373), Rubens Barrichello (2.198) e Sergio Perez (2.129).

- Os pilotos que percorreram menos  distância são Vitantonio Liuzzi, com 326 km, Jarno Trulli (1.028), Nick Heidfeld (1.140) e Heikki Kovalainen (1.182).

- "Sem dúvida foram cinco dias muito interessantes, nos quais experimentamos uma enorme variedade de condições meteorológicas. Tivemos uma breve janela de condições ideais no período da tarde durante a semana, quando as temperaturas foram finalmente suficientemente altas para os nossos compostos duros e macios entrarem em sua faixa de funcionamento ideal. Isso permitiu que algumas equipes realizassem simulações de corrida, o que revelou alguns dados interessantes. Então, no sábado, tivemos um dilúvio e as condições estavam realmente muito ruins para as quatro equipes presentes, para aprender algo significativo. O que vimos ao longo do teste, especialmente durante as simulações de corrida, foi uma grande variedade de estratégias, o que promete uma temporada emocionante. Durante o teste anterior, em Barcelona, nós calculamos durante as simulações de corrida que houve 54 oportunidades de ultrapassagem em potencial - e isso sem todos os carros na pista. A Austrália será muito diferente de Barcelona, mas agora nós estamos apenas na expectativa antes do início”, disse Paul Hembery, diretor de Motorsports da Pirelli.

Fonte: FSB

segunda-feira, setembro 13, 2010

F1:Pane hidráulica causa abandono de Bruno Senna na Itália

Carro da HRT F1 Team completa apenas 11 voltas em Monza

Uma pane hidráulica foi a causa do abandono de Bruno Senna no GP da Itália, realizado neste domingo em Monza e vencido por Fernando Alonso. O piloto brasileiro estava apenas na 12ª volta quando o motor do carro da HRT F1 foi perdendo potência até parar de funcionar. "Não deu nenhum aviso, foi tudo de repente", explicou Bruno, que classificou o final de semana como "frustrante".

Na véspera, animado com a proximidade dos tempos entre as equipes novatas nos treinos classificatórios, Bruno alimentou a ilusão de que a pequena equipe espanhola poderia travar uma batalha equilibrada contra as demais estreantes - Virgin e Lotus. No entanto, os planos começaram a ir por água abaixo pouco depois da largada. Partindo em 21º do grid, Bruno chegou a superar as Virgin de Lucas di Grassi e Timo Glock na reta dos boxes. Na freada da primeira chicane, no entanto, perdeu as posições.

"Acho que fui um pouco cuidadoso demais, porque estava preocupado com a possibilidade da repetição do que aconteceu na corrida anterior em Spa, onde quase arrancaram minha asa dianteira. Escolhi o lado de fora, mas acabei bloqueado por uma Lotus", contou Bruno. Os planos de recuperação na corrida foram comprometidos ainda pela subida da pressão dos pneus, o que complicou a dirigibilidade do F110.

De volta aos boxes, depois de estacionar o carro ao lado do traçado, Bruno reconheceu o desapontamento com o GP da Itália. "Foi uma das etapas em que menos andei, talvez junto apenas com a da estreia no Bahrein", lembrou. Na sexta-feira, Bruno treinou pouco por causa de um problema com a pressão de combustível que só foi descoberto pelos técnicos da HRT F1 Team no final do dia.

Apesar das dificuldades que vem encontrando em seu primeiro ano na Fórmula 1, Bruno acredita que pelo menos duas das cinco últimas pistas da temporada serão menos desfavoráveis ao seu carro, que não recebeu uma única atualização técnica de maior relevância desde a abertura do calendário em março. "Cingapura e Brasil devem ser melhores para nós em relação à pressão aerodinâmica. É onde poderemos ser um pouco mais competitivos nas corridas que ainda restam", concluiu.



Márcio Fonseca (MTb 14.457)
MF2 - Serviços Jornalísticos Ltda.

sábado, setembro 11, 2010

F1 GP da Italia: Bruno Senna diz que vai marcar a Virgin "sob pressão"


Piloto da HRT F1 Team partirá em 22º e antecipa estratégia no GP da Itália

 Bruno Senna nem esperou pelo final dos treinos classificatórios para definir a estratégia que pretende empregar no Grande Prêmio da Itália. Com a 22ª posição no grid, à frente do companheiro Sakon Yamamoto e do alemão Timo Glock, este punido com a perda de cinco colocações no grid por irregularidade técnica (a equipe mexeu na caixa de câmbio ates do qualifying), o piloto da HRT F1 Team vai tentar marcar os carros da Virgin sob pressão. "Se o Lucas di Grassi sair à minha frente, vou procurar segui-lo. Eles estão muito rápidos de reta, mas pode ser que por causa do acerto que escolheram os pneus acabem mais cedo", explicou.

Lotus, Virgin e HRT F1 travam uma disputa particular entre os times estreantes de 2010. A Lotus vem levando vantagem desde o início do ano, mas as diferenças de tempo estão mais próximas em Monza. Bruno ficou a apenas oito décimos da Virgin de Lucas di Grassi e a um segundo da Lotus de Heiki Kovalainen. "Andei um tempo atrás do Glock no Q1 e ele não abriu tanto quanto eu esperava. Não será fácil, mas pode ser que tenhamos uma chance de superá-los dependendo do consumo de pneus", afirmou. "Nosso carro está com mais asa e, em tese, deve conservar mais os pneus."

A melhor volta de Bruno - 1min26s847 - foi estabelecida nos segundos finais do Q1. "Fiz o que era possível nas circunstâncias. Acho que o tempo que marquei era o limite do carro. Mexemos no carro pela manhã, já pensando na corrida, e perdemos um pouco da traseira. Mas, de qualquer forma, não acho que sairia do lugar onde estou se tivéssemos mantido o carro como estava", observou. Bruno disse que os pneus macios não estão virando tão mais rápidos que os duros. "Talvez algo em torno de três décimos. Há uma pequena melhoria com os macios, como na tração, mas isso não se reflete muito no tempo de volta", concluiu.




Márcio Fonseca (MTb 14.457)
MF2 - Serviços Jornalísticos Ltda.

F1: RUBENS LARGA NA DÉCIMA POSIÇÃO EM MONZA

Na manhã deste sábado (11) foi realizado no circuito de Monza, na Itália, o treino classificatório que definiu o grid de largada para a 14ª etapa do campeonato mundial de Fórmula 1. A bordo de seu FW32, o piloto Rubens Barrichello levou o carro da equipe Williams ao Q3 e larga em décimo lugar neste domingo (12) na pista italiana, local que o brasileiro tem um histórico de conquistas memoráveis.

Mesmo levando o carro para a última fase do treino classificatório, o brasileiro esperava um pouco mais. "Tem sido bastante difícil para eu encontrar a configuração ideal aqui, apesar do fato que estou em casa nesta pista, já que ganhei aqui no ano passado. Esperava melhor resultado, em torno da sétima colocação que seria possível. No entanto, a corrida ainda nos oferece muitas oportunidades e estou confiante que teremos chances para um bom resultado amanhã", afirmou Barrichello, que também venceu em Monza nos anos de 2002 e 2004.

A pole-position ficou com o espanhol Fernando Alonso da equipe Ferrari. A largada para o Grande Prêmio da Itália acontece às 9h deste domingo (12).

Grid de largada para o GP da Itália:

1°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 1min21s962
2°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 1min22s084
3°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1min22s293
4°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 1min22s433
5°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), 1min22s623
6°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 1min22s675
7°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), 1min23s027
8°. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth), 1min23s037
9°. Robert Kubica (POL/Renault), 1min23s039
10°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 1min23s328
11°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), 1min23s199
12°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), 1min23s388
13°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), 1min23s659
14°. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 1min23s681
15°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 1min23s819
16°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), 1min23s919
17°. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari), 1min24s044
18°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth), 1min25s540
19°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), 1min25s742
20º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes), 1min25s774
21°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth), 1min25s974
22°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth), 1min26s847
23°. Sakon Yamamoto (JAP/Hispania-Cosworth), 1min27s020
24°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), 1min25s934*

*punido em cinco posições por mexer no câmbio

MP Team

sexta-feira, setembro 10, 2010

F1: 345 Km/h , Lucas Di Grassi alcança a maior velocidade em Monza

Treinos livres desta sexta-feira (10) na Itália tiveram o brasileiro liderando o speed trap com 345 km/h de máxima no final da reta principal

As características únicas dos 5.793 metros do circuito de Monza fizeram as equipes trabalharem um pouco mais que o normal nesta sexta-feira (10) durante os primeiros treinos livres para o Grande Prêmio da Itália, que será disputado neste domingo (12) às 9 horas de Brasília, com transmissão ao vivo pela Rede Globo. Todos na busca pelo melhor acerto dos carros visando aumentar a aderência nas curvas sem prejudicar a velocidade nas longas retas.

E o dia foi produtivo para Lucas Di Grassi (Clear, Sorocred, Locaweb, Eurobike, Schioppa) que, inclusive, recebeu elogios públicos da equipe Virgin via Twitter: "(Nós estamos) sempre impressionados pelo 
feedbackde Lucas. Muito claro, conciso e lógico", dizia o texto, citando o trabalho do piloto com diferentes tipos de ajuste de asa.

Di Grassi fechou a sexta-feira com 1min26s631 e foi mais rápido que seu companheiro de equipe na Virgin Racing, o alemão Timo Glock. "Testamos vários acertos e peças diferentes no carro. Estou bem feliz com o resultado que obtivemos e agora temos uma clara direção no que trabalhar para amanhã. Espero que o fim de semana corra tão bom como foi hoje", disse Lucas, que, na primeira vez que andou com um carro de Fórmula 1 no mítico circuito do Parco di Monza, estabeleceu a maior velocidade do dia entre todos os pilotos.

"Conseguimos a velocidade máxima do dia, com 345 km/h no final da reta e sem vácuo. Encontramos um acerto bom para o carro, e vamos continuar o trabalho amanhã", afirmou o brasileiro, que pela manhã no primeiro treino livre havia alcançado 342 km/h.

"Completamos um bom número de voltas e não tivemos qualquer tipo de problema relacionado à confiabilidade. Neste fim de semana estou com um chassi novo, um pouco mais leve que o anterior, então o dia foi bem positivo e promissor", apontou Di Grassi, que completou 48 voltas nesta sexta.

Neste sábado acontecem o terceiro treino livre e a sessão classificatória, com transmissão pela Rede Globo a partir das 9 horas (de Brasília).

Programação*:
SÁBADO (11/09):
06h00 - 3º Treino Livre
09h00 - Treino Classificatório
DOMINGO (12/09):
09h00 - Largada (53 voltas)
*Horário de Brasília

Lucas Di Grassi no Twitter: 
www.twitter.com/lucasdigrassi

Visite o site da Virgin Racing: 
media.virginracing.com

ReUnion Press
Rodolpho Siqueira/ Cleber Bernuci/Leonardo Murgel

segunda-feira, setembro 14, 2009

Fotos da vitória de Rubens Barrichello na Itália







Brasileiro conquista a sua terceira vitória no GP da Itália

Rubens Barrichello conquistou neste domingo (13) o GP da Itália de Fórmula 1. O piloto da Brawn GP venceu pela segunda vez na temporada, a vitória número 101 do Brasil na categoria, e somou 66 pontos contra 80 do companheiro Jenson Button, segundo colocado em Monza. Kimi Haikkonen, da Ferrari, completou o pódio. Faltam quatro etapas para o final do campeonato, sendo a próxima no dia 27 de setembro, o GP de Cingapura.

créditos de Jean Françóis Galeron.


Anderson Marsili

GP2: Com outra largada espetacular, Di Grassi novamente no pódio


Lucas completou a dobradinha brasileira, apesar de problemas de pneu no final da corrida
O Campeonato Mundial de Fórmula GP2 realizou na manhã deste domingo (13) a 18ª etapa da temporada 2009 e o brasileiro Lucas Di Grassi (Eurobike/Schioppa) novamente se destacou e conseguiu mais um grande resultado, largando na sexta posição e concluindo a corrida em segundo. A vitória ficou com o também brasileiro Luiz Razia, que largou na pole position. O alemão Nico Hulkenberg completou o pódio e com o resultado conquistou o título da temporada.

Ao contrário da etapa de sábado, quando a chuva castigou o autódromo de Monza, na Itália, a prova deste domingo foi realizada com tempo estável e Lucas Di Grassi conseguiu cumprir o que planejava: ganhar posições logo na largada. O piloto da equipe Racing Engineering conseguiu pular da sexta posição para a segunda, antes mesmo da primeira curva. Atacou o brasileiro Luiz Razia, mas seu carro começou a perder rendimento no final da prova, o que impossibilitou o piloto de brigar pela vitória. "Como de costume, meu carro começou bem, mas enfrentamos problemas com o desgaste prematuro de pneus depois da metade da corrida. Isso fez com que não pudesse brigar pela vitória até o final", declara Lucas.

Razia largou na pole position devido a uma punição imposta ao português Alvaro Parente na corrida de sábado. Parente excedeu o limite de velocidade nos boxes e teve 25 segundos acrescidos no seu tempo final de corrida, caindo de sétimo para décimo primeiro. Com isso Javier Villa subiu para sétimo, Razia herdou a oitava posição na corrida de ontem e consequentemente a pole position de hoje. Esta foi a terceira vitória brasileira na temporada, as outras duas aconteceram na Turquia, com Lucas Di Grassi e em Silverstone, com Alberto Valerio.

"Mesmo não podendo mais brigar pelo título, este foi um bom final de semana. Conquistamos dois pódios em corridas que prevíamos muitas dificuldades. No sábado larguei em 15º e consegui chegar em terceiro. Hoje, por ser uma corrida mais curta, deveria conquistar posições logo na largada e felizmente conseguiu pular de sexto para segundo", finaliza.
Lucas espera agora brigar pelo vice-campeonato nas duas últimas corridas do ano, que serão disputadas no próximo final de semana, no circuito do Algarve, em Portugal.

Confira os cinco primeiros na 18ª etapa do campeonato

1. Luis Razia (Brasil) – Completou as 21 voltas em 35min12s921
2. Lucas Di Grassi (Brasil) – a 2s576
3. Nico Hulkenberg (Alemanha) – a 4s955
4. Jérôme d’Ambrosio (Bélgica) – a 7s374
5. Vitaly Petrov (Rússia) – a 7s920

Confira como está o campeonato de pilotos:

1. Nico Hulkenberg (Alemanha) – 90 pontos
2. VItaly Petrov (Rússia) – 68 pontos
3. Lucas Di Grassi (Brasil) – 57 pontos
4. Romain Grosjean (França) – 45 pontos
5. Pastor Maldonado (Venezuela) – 36 pontos

Confira o site do piloto Lucas Di Grassi: http://www.lucasdigrassi.com.br

ReUnion Press
Rodolpho Siqueira/ Eduardo Antonialli/ Cleber Bernuci

GP2: Dia de vitórias brasileiras em Monza



Rubens Barrichello, Luiz Razia e Luis Felipe Nasr subiram ao alto do pódio em uma das pistas mais tradicionais do calendário


O circuito de Monza, na Itália, viveu um dia de vitórias brasileiras neste domingo (13). As etapas italianas da GP2, da F-BMW e da Fórmula 1 terminaram com três pilotos do país no alto do pódio, uma situação pouco comum no automobilismo. O baiano Luiz Razia venceu pela primeira vez na GP2, e em seguida assistiu de perto à segunda conquista de Rubens Barrichello na temporada 2009 da principal categoria do automobilismo. Luis Felipe Nasr também subiu ao alto do pódio pela F-BMW.


A vitória de Luiz Razia ganhou ainda mais importância pelo fato do baiano ter conseguido manter a primeira posição frente aos três primeiros colocados no campeonato, em uma pista que permite manobras de ultrapassagens. No dia anterior, o próprio Razia havia conquistado nove posições para ganhar o direito de largar na pole position neste domingo. Na prova deste domingo, Razia chegou à frente de Lucas Di Grassi, Nico Hulkenberg, Jérôme d’Ambrosio e Vitaly Petrov.


Correndo por uma equipe média, Razia suportou bem a pressão de figurar no pelotão da frente , e venceu de ponta a ponta com uma vantagem de 2s576 sobre Di Grassi, que completou a dobradinha brasileira na categoria.


"O que eu fiz foi mentalizar boas largadas, para ganhar tranqüilidade. Normalmente largo bem, só estava partindo mais à frente hoje. Passada a primeira curva, meu objetivo foi manter um ritmo forte, porque as corridas em Monza têm sempre um ritmo muito alucinante", declarou Razia, que também fez a melhor volta da prova e completou as 21 voltas da etapa a uma média de 206 km/h. A vitória de Rubens Barrichello foi conquistada a 241 km/h.


Esta foi a segunda vitória de Luiz Razia na GP2, já que em abril ele subiu ao alto do pódio na etapa de encerramento da série asiática da categoria. A evolução em ambos os campeonatos, segundo ele, ocorreu de forma natural, já que não há treinos particulares além dos realizados na pré-temporada, e a programação durante os finais de semana prevê a realização de apenas 30 minutos de ensaios livres antes da tomada de tempos.


"Naturalmente, a cada corrida me sinto mais adaptado ao carro, e vencer em um ano de estréia, em qualquer categoria, é sempre positivo. Esse resultado foi importante para a toda nossa equipe, que viveu uma situação muito difícil na etapa da Bélgica, com o confisco dos carros. Sair de uma situação destas para a vitória, já na corrida seguinte, foi surpreendente", acrescentou Razia, referindo-se à não participação da equipe na etapa passada.


O piloto brasileiro somou oito pontos neste final de semana, e embora tenha como companheiro de equipe um piloto com quatro anos de experiência na categoria, garantiu o melhor resultado da equipe Coloni neste ano.


A corrida deste domingo marcou, também, a conquista do título por antecipação do alemão Nico Hulkenberg. Ele foi o terceiro colocado na etapa da Itália, e chegou a 90 pontos na classificação geral. O russo Vitaly Petrov se manteve em segundo, com 68. Lucas Di Grassi, que já tinha subido ao pódio na prova de sábado, diminuiu a diferença que o separa do atual vice-líder para 11 pontos.


Veja quem foram os cinco melhores na etapa deste domingo na Itália:


1) Luis Razia (Brasil) – Completou as 21 voltas em 35min12s921
2) Lucas Di Grassi (Brasil) – a 2s576
3) Nico Hulkenberg (Alemanha) – a 4s955
4) Jérôme d’Ambrosio (Bélgica) – a 7s374
5) Vitaly Petrov (Rússia) – a 7s920


Os melhores no campeonato são:


1) Nico Hulkenberg (Alemanha) – 90 pontos
2) VItaly Petrov (Rússia) – 68 pontos
3) Lucas Di Grassi (Brasil) – 57 pontos
4) Romain Grosjean (França) – 45 pontos
5) Pastor Maldonado (Venezuela) – 36 pontos


Inova Comunicação - Rafael Durante

sexta-feira, setembro 11, 2009

Barrichello ressalta importância de tração no rápido circuito de Monza


Brasileiro ainda comentou a escolha da Ferrari por Fisichella


Após passar quase duas semanas no Brasil, Rubens Barrichello segue para a Europa para a 13ª etapa da Fórmula 1 em Monza. O GP da Itália é o último do ano em solo europeu, e, além de ser o mais rápido circuito do calendário – os carros atingem velocidades de até 340 kph, é também um dos mais tradicionais, sendo disputado desde o começo da categoria em 1950. A corrida está marcada para esse domingo (13) às 9h (horário de Brasília) no Autodromo Nazionale de Monza. Barrichello já conquistou duas vitórias nessa prova, em 2002 e 2004, ambas quando corria pela Ferrari, e outros dois pódios, em 2001 (2º) e 2003 (3º).


"Monza é uma pista especial, de alta velocidade, ultrapassagens e de muita emoção", afirmou o brasileiro. Rubens explicou as características do traçado e o caminho para fazer uma boa corrida. "A principal característica do circuito são as longas retas (quatro, ao todo), e com isso, a baixa carga aerodinâmica. Uma boa freada e uma boa tração são essenciais lá. Também teremos zebras novas esse ano, e dizem que elas são bem altas, por sinal. Acredito em um bom rendimento do meu carro".


O piloto, de 37 anos, ainda comentou sobre a escolha do italiano Giancarlo Fisichella para substituir o brasileiro Felipe Massa na Ferrari pelo resto da temporada. "Será uma grande emoção para ele, mas também uma pressão extra. Para alguém que sempre sonhou com esse momento (correr pela Ferrari e em Monza), com certeza dará um frio na espinha. Mas ele é um ótimo piloto e se sairá bem. Temos só que lembrar que ele passará por uma adaptação ao carro também", ressaltou. Na última corrida, há duas semanas na Bélgica, Barrichello já havia comemorado o bom desempenho dos "veteranos", após a pole position de Fisichella.


Após duas boas provas em Valência e Spa-Francochamps, Rubens pulou da quarta para a segunda posição na classificação geral, e diminuiu para 16 pontos a distância para o líder do campeonato, seu companheiro de equipe, Jenson Button. Faltando cinco corridas para o fim do campeonato, são 50 pontos em disputa. "Tem sido uma temporada cheia de surpresas, por isso é impossível prever o que vai acontecer, mas espero que possamos ter um ótimo fim de semana", concluiu.


Programação do fim de semana em Monza:


Sexta-feira (11)
5h: Treino Livre 1
9h: Treino Livre 2


Sábado (12)
6h: Treino Livre 3
9h: Treino Classificatório


Domingo (13)
9h: Corrida (53 voltas)

Santander e Ferrari selam aliança para a Fórmula 1




■ O Banco patrocinará a escuderia durante os próximos cinco anos, com a presença da marca nos carros e nos equipamentos dos pilotos


■ Emilio Botín e Luca di Montezemolo afirmaram que o acordo representa "um novo capítulo na história da Fórmula 1"


Monza, 10 de setembro de 2009 – Banco Santander e Ferrari, duas das marcas mais prestigiosas do mundo, selaram hoje em Monza uma aliança pela qual o Banco se converte no patrocinador oficial da escuderia a partir de 2010, com uma presença muito relevante da marca da entidade financeira tanto nos carros como nos equipamentos dos pilotos e dos demais integrantes da equipe esportiva durante os próximos cinco anos.


Santander continuará sendo o patrocinador principal de três dos Grandes Prêmios mais importantes da Fórmula 1 (Itália, Reino Unido e Alemanha) e manterá uma presença muito relevante nos da Espanha, Europa (Valência) e Brasil. A entidade consolida assim sua posição de liderança nos principais mercados onde tem presença, reforçando e impulsionando sua marca em nível internacional.


O presidente do Banco Santander, Emilio Botín, e o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, asseguraram que este acordo representa "um novo capítulo na história da Fórmula 1" e que a união de ambas companhias constitui uma boa notícia para os milhares de aficionados que seguem este esporte em todo o mundo.


Santander, o Banco internacional com mais agências do mundo e um dos primeiros por rentabilidade, compartilha com a escuderia Ferrari, a equipe com mais títulos da Fórmula 1, valores como o dinamismo, a excelência, a inovação e a liderança, além da cor vermelha, todo um símbolo do perfeito encaixe das duas marcas. "Eu me atreveria a dizer que hoje o Santander é para os bancos o que a Ferrari é para a Fórmula 1: um símbolo de tradição, êxito e fortaleza. A Fórmula 1 se rendeu ao vermelho", afirmou Emilio Botín durante o ato de apresentação do acordo.


Luca di Montezemolo destacou que Ferrari e Santander iniciaram uma "muito importante e extensa colaboração", e que ambas as companhias compartilham valores comuns como "luta pela excelência, paixão pela competência e o foco internacional. Estes valores farão com que esta aliança seja frutífera em todo o mundo".


Durante a apresentação, Emilio Botín entregou a Luca di Montezemolo o "Paletó Vermelho Santander", um reconhecimento que o Banco entrega a personalidades do mundo esportivo, entre eles Pelé e Bernie Ecclestone.


Sobre o Grupo Santander Brasil


O Grupo Santander Brasil, que reúne os Bancos Santander e Real, em junho de 2009 contava com ativos totais de R$ 315 bilhões, R$ 207 bilhões de captações totais – R$ 121,5 bilhões em depósitos e R$ 85,5 bilhões em fundos de investimentos, mais de 10 milhões de correntistas ativos e uma rede de 3.612 pontos de venda, entre agências e postos de atendimento.


Sobre o Grupo Santander no mundo


O Banco Santander (SAN.MC, STD.N) é um Banco comercial com sede na Espanha. No final de 2008, o Santander era o primeiro banco da zona do euro por valor em bolsa e o terceiro do mundo em lucro. Fundado em 1857, tem € 1,271 bilhão em fundos administrados. Após a aquisição do Sovereign Bancorp dos Estados Unidos, em janeiro, passou a contar com 90 milhões de clientes, mais de 14 mil agências - mais do que qualquer outro banco internacional - e mais de 170 mil funcionários. É o principal grupo financeiro da Espanha e da América Latina, com posições de liderança no Reino Unido e Portugal e conta com uma ampla presença na Europa por meio de sua unidade Santander Consumer Finance. No primeiro semestre de 2009, o Santander registrou um lucro líquido atribuído de € 4,519 bilhões.


Grupo Santander Brasil
Relações com a Imprensa