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sábado, julho 25, 2015

Bridgestone explica a importância de realizar rodízio nos pneus



Os pneus são o principal elo entre o veículo e o solo. Eles exercem influência direta em todo o comportamento dinâmico de um carro, são responsáveis pela eficiência da frenagem e da estabilidade nas curvas, além de suportar todo o peso do veículo. Por esses motivos, mantê-lo em boas condições de uso é fundamental para garantir a segurança do motorista e dos passageiros.

Bridgestone, maior fabricante mundial de pneus, indica, entre um conjunto de medidas a serem tomadas para prolongar sua vida útil, o rodízio. Esse procedimento consiste na troca de posição entre os pneumáticos conforme o seu modelo (radial ou diagonal); tipo (simétrico, assimétrico ou unidirecional) e tração (dianteira, traseira ou tração nas quatro rodas). Além disso, deve-se assegurar que cada pneu passe por todas as posições de montagem para equilibrar os desgastes, incluindo o estepe.

O rodízio de pneus permite que o desgaste dos pneus ocorra de maneira uniforme, equilibrando o desempenho em termos de dirigibilidade e frenagem”, explica José Carlos Quadrelli, Gerente Geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone. “O ideal é fazer o rodízio periodicamente, de acordo com o manual do veículo. Na falta deste, o rodízio pode ser feito a cada oito mil quilômetros para pneus radiais, e a cada cinco mil para os diagonais”.

Os esquemas a seguir indicam os rodízios recomendados de acordo com cada caso:


- Observações importantes:

1: As linhas tracejadas indicam trocas alternativas que podem ser feitas em lugar das indicadas pelas linhas sólidas.

2: Pneus assimétricos: usam os mesmos esquemas de pneus normais (simétricos) já que o rodízio manterá o lado externo montado na parte externa, pois o pneu não é desmontado da roda (não deve ser invertido no aro).

3: Pneus unidirecionais: usar os esquemas acima, mas se houver necessidade de passar para o lado oposto, deverão ser desmontados e invertidos no aro.

4: Pneus assimétricos e unidirecionais: pneus que são ao mesmo tempo assimétricos e unidirecionais devem seguir os esquemas de pneus unidirecionais.

5: Veículos 4x4: executa-se o rodízio em "X" dos quatro pneus (caso não sejam unidirecionais).

6: Veículos com medidas diferentes nos dois eixos: o rodízio é feito trocando-se os pneus do mesmo eixo entre si.

Sempre que o rodízio for realizado, é necessário alinhar e balancear as rodas, verificar a pressão de inflação (utilizando o valor indicado pelo fabricante do veículo de acordo com a carga transportada), checar as condições das rodas (se não possuem amassados ou trincas, por exemplo) e das válvulas de ar”, acrescenta Quadrelli.
Caso o motorista não efetue o rodízio, o desgaste dos pneus se processará de maneira desigual já que normalmente os pneus dianteiros se desgastam mais rapidamente que os traseiros. Com isso o desempenho dos pneus em termos de dirigibilidade e frenagem é afetado já que o comportamento dinâmico dos pneus nos dois eixos não será mais uniforme. 

Pensando no conforto e bem-estar do motorista, a Bridgestone oferece os mais diversos serviços de revisão e manutenção por meio das lojas de fábrica CarClub Firestone.

Com 5 unidades em São Paulo (bairros da Saúde, Lapa, Brooklin e nas cidades de Santo André e São Bernardo), o CarClub Firestone atende os carros de passeio e caminhonetes oferecendo balanceamento, alinhamento, suspensão, injeção eletrônica, baterias, troca de óleo, limpeza de ar condicionado, sistema de freios, reparos elétricos, refrigeração e mecânica leve. Todas as oficinas estão equipadas com serviço online de agendamento e de acompanhamento via webcam e contam com internet wi-fi grátis, espaço kids, sistema leva-e-traz, rampa de alinhamento 3D e balanceadora digital.
Para maiores informações, acesse http://www.carclubfirestone.com.br/ 
Fonte: Grupo Máquina PR

sexta-feira, março 27, 2015

FÓRMULA INDY: HELIO CASTRONEVES: "HORA DE DESCOBRIR QUEM ESCONDEU O JOGO"


Helio Castroneves inicia nesta sexta-feira os treinos livres para a etapa de abertura do Verizon IndyCar Series, o Firestone  Grand Prix of St. Petersburg. Trata-se da estreia de uma nova fase da categoria, que passa a adotar os novos kits aerodinämicos da Honda e Chevrolet nos chassis Dallara DW12, que foram mantidos. 

Embora os treinos livres tenham mostrado uma aparente melhor performance do equipamento da Chevrolet que equipa, entre outros, os carros da Penske, o brasileiro vencedor de trës corridas em St. Pete prefere a prudëncia. Para ele, nem tudo foi mostrado no Spring Test de Barber. "Certeza, mesmo, apenas quanto o bicho pegar pra valer porque os caras podem estar escondendo o jogo", disse ele em um intervalo entre diversos eventos dos quais participou ontem.

Programaçao de ST. Pete (hora de Brasilia)

Sexta 27
Practice 1: 13:30 - 14:45
Practice 2: 17:15 - 18:30

Sabado
Practice 3: 13:30 - 14:15
Qualifying: 17:15 - 18:30

Domingo 29
Warm-up: 13:00 - 13:30
Largada: 16:30 para 110 voltas

Fonte: Americo Teixeira Junior

quinta-feira, novembro 22, 2012

FIRESTONE E JEEP CLUBE FARÃO RAID NOTURNO


Última etapa do ano acontece no interior de São Paulo

Para encerrar um ano de aventuras e passeios por diversos lugares rodeados pela natureza, o Jeep Clube Brasil organiza, no próximo dia 24 de novembro, o 26° Raid da Meia Noite.  A Firestone, marca da Bridgestone, apoiadora das etapas de 2012, encerra a parceria deste ano, oferecendo um coquetel para os participantes em um espaço especial onde haverá entrega de brindes. 

A largada será feita no Santana Parque Shopping e tem como ponto final do rali a cidade de Nazaré Paulista.

Para participar, cadastre-se no site http://www.jeepclubedobrasil.com.br ou pelo telefone (11) 3277-5082. As vagas são limitadas.

Fonte: Alfaress - Glauce Dugo

quinta-feira, março 24, 2011

A arte de buscar o equilíbrio de um F-Indy

 Feitos para atingir até 370 km/h nos ovais, os Dallara-Honda reservam peculiaridades para correr em circuitos de rua. Longas retas e freadas fortes exigem de pilotos e engenheiros

Molas, barras, asas, relação de marchas, calibragem dos pneus, cambagem, caster, convergência, altura do chassi, carga do diferencial, distribuição de freios... Temperatura do ar, do asfalto, qualidade da superfície, aderência, velocidade do vento, previsão de chuva... Pilotos e engenheiros da Fórmula Indy têm nas mãos um verdadeiro quebra-cabeças para tirar o máximo desempenho do carro em diferentes tipos de circuito - ovais longos, ovais curtos, e traçados mistos (permanentes ou urbanos).


Priorizar a velocidade nas retas ou a estabilidade nas curvas? Os Dallara-Honda, equipados com pneus Firestone, que podem alcançar até 370 km/h nos circuitos ovais, têm de ser ajustados para otimizar seu desempenho em traçados cheios de características distintas.


E na Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, esta combinação é ainda mais complexa. "A grande preocupação para encontrar o setup ideal em um circuito de rua é conseguir o equilíbrio entre duas características muito diferentes. Se você quer aproveitar ao máximo as grandes retas, a melhor coisa a fazer é tirar o que for possível de asa para atingir velocidades maiores", explica Hélio Castroneves, piloto da equipe Penske.


Quanto menor a inclinação dos aerofólios, menor será o arrasto aerodinâmico e maior será a velocidade nas retas. Por outro lado, o desempenho em curvas de raios menores fica comprometido. "Em curvas fechadas e circuitos truncados é justamente o contrário: quanto mais asa (mais inclinação) você tiver, mais grudado no chão o carro fica, por causa da pressão aerodinâmica; e só assim você consegue frear e contornar curvas fechadas em baixa velocidade. Então são dois extremos: ou tem bastante asa nessas ocasiões, ou passa reto na curva", comparou.


É um mundo de opostos. E quando ambos estão no mesmo circuito, o desafio é gigantesco, de acordo com o tricampeão das 500 Milhas de Indianápolis. "Num circuito de rua, que normalmente é feito de grandes retas, freadas fortes e curvas truncadas, o setup tem de permitir que você ande com eficiência nas duas situações. Então, achar o equilíbrio não é fácil. A gente quebra a cabeça para buscar o ponto ideal e tem de considerar, também, desgaste de pneu, aderência da pista, condição de tempo e tantas outras variáveis", observa. "O negócio é procurar estar mais próximo possível do acerto ideal e tirar o resto no braço", atesta.


A exemplo do que foi em 2010, o fim de semana da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé será de muito trabalho - e cálculos - para os engenheiros das equipes. De acordo com Castroneves, o Circuito Anhembi é o que mais apresenta variáveis. "Em São Paulo esse desafio fica ainda maior porque a Reta dos Bandeirantes (na Marginal do Tietê) e a do Sambódromo são muito longas. Há vários pontos de ultrapassagem e fica mais difícil ainda encontrar este balanço. Além das retas que são sensacionais, são muitos trechos de baixa velocidade - e bem desafiadores. A mudança de tipo de piso também é um fator bastante analisado pelos engenheiros", apontou.


Apesar de fazer os engenheiros e os pilotos "quebrarem a cabeça" na busca pelo equilíbrio ideal, o desafio que o Circuito Anhembi oferece é um dos grandes atrativos, segundo Helinho. "Tudo isso faz do circuito de São Paulo algo muito prazeroso. Há, sem dúvida, a questão de correr em casa com o apoio do público. Isso não tem comparação. Mas tecnicamente falando, é um traçado muito desafiador, empolgante e muito exigente para o piloto e o carro", afirmou.


"Como diz o ditado, a rapadura aqui é doce, mas não é mole não!", brincou.


INGRESSOS - Os ingressos podem ser adquiridos no site oficial da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé (www.saopauloindy300.com.br) ou pelo endereço eletrônico da Livepass (www.livepass.com.br), além da central telefônica acessada pelo número (11) 4003-1527 (custo de ligação local, mais impostos), de segunda-feira a sábado, das 9h às 21h. Duas bilheterias oficiais da prova (sem cobrança de taxa de conveniência) estão disponíveis na capital paulista, localizadas no Morumbi Shopping (estacionamento do piso G1) e no Shopping Anália Franco (piso lírio), ambos com funcionamento de segunda-feira a sábado, das 12h às 20h, e domingos e feriados das 14h às 20h.


Estudantes de ensino fundamental, médio ou superior, e idosos acima de 65 anos têm direito a meia-entrada, ou seja, poderão assistir ao show da categoria de monopostos mais rápida do mundo por apenas R$ 90. As instalações também oferecem acessos para portadores de necessidades especiais.


A Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé terá transmissão ao vivo pelos canais Band e Bandsports, além das rádios Bandeirantes e BandNews FM.


Siga a Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé no Twitter: www.twitter.com/indyemsaopaulo



Fonte: Reunion

sábado, março 13, 2010

São Paulo Indy 300 tem 648 Firestone Firehawk à disposição das equipes



Categoria exige que os carros usem dois tipos de compostos para pista seca durante a prova. Melhores pilotos farão manobra de exibição para o público

Pelo regulamento da IZOD Indycar Series, para etapa do calendário, a Firestone Racing - fornecedor oficial da categoria - deve disponibilizar às equipes duas especificações de compostos de pneus para pista seca (slick), ou seja, lisos, sem sulcos para drenagem de água. Uma mais resistente, chamada de pneus principais, idenficada pela parede externa toda preta, que permite aos carros percorrerem um número maior de voltas sem perda de eficiência.

Os pneus-reserva, identificados pela faixa vermelha nas laterais, são idênticos em construção aos principais, mas seu composto da banda de rodagem (face do pneu que entra em contado com o piso) é mais leve, o que confere maior aderência e permite voltas mais rápidas; em compensação, têm menor autonomia, por se desgastar mais rapidamente. Se as circunstâncias exigirem, os pneus de chuva, ou seja, com sulcos, estão disponíveis em especificações mais leves, com a indicação de "circuito de rua chuvoso".

Todos os carros devem usar ao menos um jogo de pneus principais e outro de pneus-reserva novos durante a corrida, por pelo menos duas voltas em bandeira verde cada um. Fora essas condições, as equipes podem empregar seu lote de pneus Firestone de acordo com suas estratégias durante o final de semana.

A Firestone Racing trouxe para o Brasil compostos com especificações testadas para o novo circuito de São Paulo. Os Firehawk principais vêm com a mesma composição que usada no ano passado nos circuitos de rua de Long Beach, nos Estados Unidos, e em Toronto, no Canadá. A comoposição dos pneus-reserva para São Paulo é idêntica à dos pneus principais utilizados em 2009, na prova de São Petersburgo.

Ao todo, serão fornecidos 648 Firestone Firehawk na configuração principal para pista seca (lateral preta), sendo que cada carro recebe seis jogos, num total de 24 pneus. Em relação aos pneus-reserva (lateral-vermelha), foram trazidas 318 unidades, com cada inscrito recebendo três jogos (num total de 12 pneus).

Para o caso de a corrida ser disputada sob chuva, a Firestone Racing trouxe 364 pneus sulcados, cinco jogos para cada carro, disponíveis de acordo com a necessidade da equipe.

"Os pneus Firestone escolhidos para este evento - nas especificações principal e reserva - são testados em corrida, então mesmo sendo uma nova pista, antecipamos que os Firehawk enfrentarão o que as ruas de São Paulo tiverem a oferecer. Todos os anos de presença da Firestone na Fórmula Indy demonstram uma história de confiabilidade, durabilidade e consistência dos pneus Firehawk em ualquer circuito", disse Al Speyer, Diretor Executivo da Firestone Racing.

Em todas as etapas da Fórmula Indy em 2010, a Firestone Racing nomeará os três pilotos que melhor utilizarem seus pneus Firestone para fazer uma manobra corajosa e emocionante durante o evento. Os fãs podem entrar em 
www.indycar.com e votar no piloto que eles acreditam ter feito a manobra mais excepcional da corrida. O vencedor no Brasil ganhará U$ 10 mil e será anunciado em São Petersburgo, em 28 de março.

ReUnion Press 

terça-feira, março 09, 2010

Firestone premia usuários do Twitter com ingressos da Fórmula Indy 2010


A Firestone é a única marca de pneus presente na Fórmula Indy desde o seu início, em 1996.

A Firestone, fornecedora oficial de pneus da São Paulo Indy 300, lançou uma campanha no microblog Twitter que premiará seus seguidores com ingressos para a corrida - com todas as despesas de transporte inclusas -, além de um jogo de pneus, entre outros brindes, como bonés e camisetas.

A página da empresa no Twitter (
http://twitter.com/firestone_indy) lançará uma série de desafios, com perguntas sobre a Fórmula Indy e a Firestone e os usuários mais ágeis e com as respostas corretas ganharão os prêmios.

O perfil conta com jornalistas especializados que atualizam o conteúdo com informações de bastidores e tudo mais que acontece na prova de abertura do mundial de Fórmula Indy em São Paulo, que será disputada dias 13 e 14 de março.
A Firestone é a única marca de pneus presente na Fórmula Indy desde o seu início, em 1996.
Sobre a Firestone - A Firestone é uma marca de pneus de propriedade da Bridgestone, a maior fabricante mundial de pneus com sede em Tóquio (Japão). Emprega 138 mil funcionários no mundo e mantém operações em 26 países. No Brasil, produz pneus para todos os segmentos em suas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que juntas atingem capacidade de produção de 40 mil pneus/dia.

ReUnion Press

Rodolpho Siqueira / Leonardo Murgel / João Vasconcelos / Marcos Souza / Maria Domingues

segunda-feira, agosto 04, 2008

Fórmula Truck: WELLINGTON CIRINO VENCE EM LONDRINA E ASSUME A VICE-LIDERANÇA

O líder Geraldo Piquet teve um final de semana tumultuado incluindo uma desclassificação, mas manteve a liderança do campeonato


O paranaense Wellington Cirino venceu o Grande Prêmio Aurélio Batista Félix, sexta etapa do Campeonato Brasileiro de F-Truck realizada neste domingo (3) no Autódromo Internacional de Londrina Ayrton Senna. Largando na pole position Cirino se manteve na frente, em alguns momentos com sobra, deixando claro que tinha equipamento para garantir a vitória na pista onde sofreu um grande acidente em 2005. “Tenho certeza que recuperei a confiança para acelerar e devo muito ao novo caminhão que estreei em Fortaleza. O acidente já é coisa do passado”, explicou Cirino que marcou sua segunda vitória consecutiva (venceu também em São Paulo) e agora ocupa o segundo lugar no campeonato com 92 pontos, apenas seis atrás de seu companheiro de equipe Geraldo Piquet.

O dia foi mesmo tumultuado para o piloto Geraldo Piquet da equipe ABF Competições Mercedes-Benz que conseguiu se manter na liderança do campeonato mesmo tendo sido protagonista dos acontecimentos mais marcantes da etapa de Londrina. Piquet largou em 23º porque não participou da tomada de tempo do sábado após sofrer um acidente a mais de 170 km/h quando derrapou e bateu forte com o Volvo de João Maistro. Fez uma prova de recuperação perfeita e cruzou a linha de chegada em quinto subindo ao pódio apesar da punição pelo excesso de velocidade no radar. No final da prova ele recebeu a notícia de uma nova punição por ter ultrapassado a velocidade nos boxes justamente quando cumpria a primeira punição passando pelos boxes. Caiu na classificação geral de quinto para a 16ª posição.

Porém, foi no final da prova que o filho mais velho do tricampeão mundial de F-1 passou a ser o maior destaque no circuito paranaense. Na disputa pela quinta posição com o catarinense Luiz Carlos Zappelini, os dois acabaram se batendo e Zappelini foi para fora da pista com o pneu traseiro direito furado. Segundo Zappelini que entrou com reclamação na direção de prova para a desclassificação de Piquet, a batida do piloto de Brasília foi premeditada e ele deveria ser punido severamente. “O Piquet (Geraldo) sabia que ia ter que pagar o drive thru e me tirou da prova intencionalmente. O dia que morrer alguém em um acidente sério a organização vai tomar uma providência”, disse Zappelini inconformado por ter recebido o documento que dava como improcedente sua reclamação. Zappelini ainda recebeu a desclassificação por atitude antidesportiva por ter batido no caminhão do Piquet quando da bandeira amarela após o acidente.

Com a desclassificação de Piquet, Djalma Fogaça (Ford) passou a ser o quinto colocado na prova. Completaram o pódio de Londrina, Valmir Benavides em segundo e Felipe Giaffone em terceiro, os dois pilotos da RM Competições Volkswagen e Roberval Andrade (Scania) em quarto.

O resultado Londrina deixou o campeonato embolado para os cinco primeiros colocados. Com a diferença de 15 pontos do primeiro para o quinto colocado na tabela, qualquer um deles pode sair da prova de Campo Grande como líder do campeonato. Em cada etapa estão em jogo 31 pontos. A sétima etapa marcada para Campo Grande será no dia 14 de setembro.


Classificação da prova após 25 voltas: 1) Wellington Cirino, PR (Mercedes-Benz); 2) Valmir Benavides, SP (Volkswagen); 3) Felipe Giaffone, SP (Volkswagen); 4) Roberval Andrade, SP (Scania); 5) Djalma Fogaça, SP (Ford); 6) Pedro Muffato, PR (Scania); 7) Beto Monteiro, PE (Scania); 8) Débora Rodrigues, SP (Volkswagen); 9) Fred Marinelli, PR (Iveco); 10) Adilson Cajuru, PE (Iveco); 11) Renato Martins, PR (Volkswagen); 12) Vinicius Ramires, SP (Mercedes-Benz); 13) Vignaldo Fizio, SP (Mercedes-Benz); 14) Regis Boessio, RS (Volvo); 15) José Cangueiro, SP (Mercedes-Benz); 16) Geraldo Piquet, DF (Mercedes-Benz); 17) Adalberto jardim, SP (Iveco); 18) Leandro Totti, PR (Ford); 19) Diumar Bueno, PR (Volvo); 20) Gaston Mazzacane, AR (Mercedes-Benz); 21) José Maria Reis, GO (Volkswagen); 22) Jonathas Borlenghi, PR (Ford) e 23) Fabiano Brito, PR (Volvo).

Não completou a prova: Leandro Reis, GO (Volkswagen) – 13 voltas.


Classificação do Campeonato após 6 etapas: 1) Geraldo Piquet, DF (Mercedes-Benz) 98 pontos; 2) Wellington Cirino, PR (Mercedes-Benz) 92 pts.; 3) Roberval Andrade, SP (Scania) 87 pts.; 4) Valmir Benavides, SP (Volkswagen) 84 pts.; 5) Felipe Giaffone, SP (Volkswagen)83 pts.; 6) Beto Monteiro, PE (Scania) 49 pts.; 7) Renato Martins, SP (Volkswagen) 27 pts.; 8) Débora Rodrigues, SP (Volkswagen) 23 pts.; 9) Luiz Carlos Zappelini, SC (Volvo) 18 pts; 10) João Maistro, RS (Volvo) e Vignaldo Fizio, SP (Mercedes-Benz), 16 pts.; 12) Djalma Fogaça, SP (Ford) 15 pts.; 13) Fabiano Brito, PR (Volvo), 10 pts; 14) Vinicius Ramires, SP (Mercedes-Benz) e Pedro Muffato, PR (Scania) 9 pts.; 16) Gaston Mazzacane, AR (Mercedes-Benz) 8 pts.; 17) Diumar Bueno, PR (Volvo), José Cangueiro (Volvo) e Fred Marinelli, SP (Iveco) 4 pts.; 20) Regis Boessio, RS (Volvo), Leandro Reis, GO (Volkswagen) e Leandro Totti, PR (Ford) 1 ponto.


Patrocinadores oficiais da Fórmula Truck: Petrobrás, Vipal e Bridgestone Firestone.


Foto: Orlei Silva
Legenda: Wellington Cirino vence em Londrina


Dinho Leme
DINHO LEME COMUNICAÇÃO