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quarta-feira, maio 21, 2014

DUCATI PANIGALE SENNA LEILOADA EM MÔNACO


 Ducati leiloa 1199 Panigale S Senna em evento que homenageou Ayrton Senna, em Mônaco.

Unidade 000, única a ser comercializada na Europa, foi arrematada por 35 mil euros.

Max Biaggi, uma das lendas da Moto GP mundial, foi o comprador, após dura batalha com o piloto brasileiro de Fórmula 1, Felipe Massa.


A Ducati, marca italiana que se tornou sinônimo em motocicletas premium de alto desempenho, tecnologia e design inovador, marcou presença em jantar de gala batizado de “Noite Brasileira em Mônaco”, em homenagem aos 20 anos do legado de Ayrton Senna. O evento aconteceu no último sábado, 17 de maio, com a presença de Viviane Senna, Paula Senna e do Príncipe Albert II, além de executivos da Ducati.

Na ocasião, a motocicleta de número 000, única a ser produzida na Europa, da edição comemorativa da 1199 Panigale S Senna foi o maior atrativo do Leilão Beneficente organizado pelo Instituto Ayrton Senna. Após os primeiros lances por outros admiradores, o piloto de Fórmula 1, Felipe Massa, disputou a motocicleta lance a lance com o campeão de Moto GP, Max Biaggi. Biaggi levou a melhor arrematando a 1199 Panigale S Senna por 35 mil euros. A renda será revertida ao Instituto Ayrton Senna, que anualmente beneficia mais de 2 milhões de crianças e jovens em todas as regiões do Brasil, com educação pública de qualidade.

1199 Panigale S Senna

O modelo foi desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro para celebrar o legado do de Ayrton Senna. Apenas 161 unidades serão comercializadas (número referente ao total de corridas disputadas pelo piloto durante toda sua carreira) para um seleto grupo de colecionadores por R$ 100 mil. Parte da renda será destinada ao Instituto Ayrton Senna.

Fonte: Ducati/ CDN Comunicação

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Pirelli: Estatísticas da Fórmula 1 2012


Abaixo as estatísticas da Pirelli na Fórmula 1 2012, incluindo a última corrida no Brasil, com o número final de ultrapassagens

Pneus

• Número total de pneus fornecidos para a temporada: 31.800, dos quais 22.500 pneus slick (secos) e 9.300 pneus de chuva, mais um adicional de 6.600 para os testes (não incluindo pneus de desenvolvimento)
• Apenas pneus de corrida: 6% supermacios; 25% macios; 21% médios; 17% duros; 18% intermediários; 11% para chuva forte; 2% pneus de desenvolvimento
• Total de pneus utilizados​​: 21.400 slicks; 2.100 de chuva
• Número de pneus reciclados durante 2012: todos, ou seja, 31.800 pneus de corrida mais 6.600 pneus de teste
• Tempo de vida médio de um composto slick na temporada 2012: 180 km
• Tempo de vida médio de um composto de chuva nesta temporada: 140 km

Pistas, corridas e testes

• Corrida mais longa do ano: Malásia, com 2h 44min 51,812s
• Corrida mais curta do ano: Grã-Bretanha, com 1h 25min 11,288s
• Maior número de voltas executadas com pneus Pirelli: duros - Kobayashi (798); médios - Senna (869); macios - Ricciardo (1.012); Supermacios - Kimi Raikkonen (237); intermediários - Alonso (145); chuva forte - Kobayashi (104)
• Maior velocidade máxima alcançada com um pneu P Zero F1: 346 km/h (Raikkonen / corrida da Itália)
• Maior velocidade média alcançada por um pneu P Zero F1 em volta mais rápida: 248,241 km/h (Hamilton / classificação na Itália)
• Menor velocidade média em volta mais rápida: 161,828 km/h (Schumacher / qualificação em Mônaco)
• Mais voltas mais rápidas em 2011: Sebastian Vettel (5 em corrida / 6 em classificação)
• Distância percorrida pelo carro de testes da Pirelli (Renault R30) em 2012: 7.012 kms
• Pistas de testes diferentes visitadas pela equipe Pirelli este ano (incluindo testes privados): 9

Pit stops

• Total de pit stops no ano: 957 (dos quais 14 eram punição de Drive Through e 2 de stop & go)
• Média de paradas por corrida: 47,9, ou seja, 1,9 por piloto
• Mais pit stops em uma corrida: 76 (Malásia)
• Menos pit stops em corrida: 24 (Estados Unidos)
• Pit stop mais rápido: 2,31s (Jenson Button / McLaren no Grande Prêmio da Alemanha)

Ultrapassagens

• Ultrapassagens em 2012: 1.139
• Maior número de ultrapassagens em uma corrida sem chuva: 90 no GP da China 2012
• Maior número de ultrapassagens em uma corrida com chuva (em todos os tempos): 147 no GP da Brasil de 2012
• Menos manobras de ultrapassagem em uma corrida sem chuva: 12 no GP de Mônaco

Outros números interessantes

• Total de quilômetros rodados por compostos P Zero em 2012 (corridas e testes): Duro 101.692; Médio 121.840; Macio 123.270; Supermacio 21.993; intermediários 13.770; de chuva 7.930
• Menor temperatura de pista que os pneus Pirelli P Zero enfrentaram: 11º no GP dos Estados Unidos (17/11.). Mais frio geral foi nos testes de inverno em Jerez, com 0 graus (10/02)
• Maior temperatura de pista que os pneus Pirelli P Zero enfrentaram: GP do Brasil a 55 graus Celsius (23/11)
• Menor temperatura ambiente enfrentada pelos pneus Pirelli P Zero: 4º no GP dos Estados Unidos (17/11); maior frio geral: 2 graus nos testes de inverno em Jerez (10/11)
• Maior temperatura ambiente enfrentada pelos pneus Pirelli P Zero: GP da Europa a 37 graus Celsius (21,06)
• Tempo gasto em download de todos os dados de pneus no sistema RTS este ano (incluindo testes): 92 horas
• Medições de temperatura da pista e do ar tomadas por um montador de pneus por fim de semana de corrida: 124
• A distância total percorrida por todos os pneus da F1 em 2012: 216.967 kms
• Total de tweets da Pirelli Media: 5.400
• Total de livros de receitas Pirelli produzidos (incluindo traduções): 10.000

Pirelli F1 e seu povo

• Total de pessoas da Pirelli que viajaram para cada corrida: 52
• Total de nacionalidades dentro da equipe de F1 Pirelli: 10
• Quantidade média de horas em um avião de cada membro da equipe Pirelli este ano: 192 horas (ou 8 dias)
• Total de noites em hotel reservadas da equipe Pirelli: 1.498

Caminhões F1 da Pirelli e HCs

• Total de caminhões em corridas europeias: 13
• Quilometragem média percorrida de cada caminhão da Pirelli em 2012: 31.125 kms
• Total de refeições servidas no HC da Pirelli (incluindo testes): 24.132
• Total de cafés servidos no HC Pirelli durante a temporada: 28.350
• Total de receitas de macarrão preparadas pelo chef da Pirelli neste ano: 314
• Quantidade de mascarpone utilizado para tiramisu e outros doces: 205 Kgs

Pirelli na Fórmula 1 em geral (desde 1950)

• Corridas iniciadas: 242
• Vitórias: 83
• Pole positions: 86
• Pódios: 256
• Voltas mais rápidas: 90

Fonte: FSB - Edson Gushiken

sexta-feira, maio 25, 2012

GP DE MÔNACO: Bruno Senna - "Seremos mais competitivos no sábado"


 Brasileiro da Williams passa a quinta-feira se readaptando à pista de Mônaco

Bruno Senna encerrou os primeiros treinos livres do GP de Mônaco com a sensação de que deverá ser mais competitivo no sábado, dia das tomadas classificatórias para a formação do grid, do que sugerem o 13º lugar da sessão da tarde e o 15º no geral da quinta-feira no circuito de rua de Montecarlo. "Acho que é uma questão de dar mais voltas para ficar mais com a mão do traçado. Além disso, a Williams está trabalhando para melhorar o acerto do carro", explicou.

O GP de Mônaco foi realizado no ano passado nessa mesma época, quando Bruno era ainda o piloto reserva da Lotus Renault GP e não havia assumido a vaga aberta com a saída do alemão Nick Heidfeld. Ele reconheceu que a ausência da corrida de 2011 cobrou um preço. "Levei um pouco mais de tempo para pegar o ritmo. De qualquer forma, esta é uma pista que adoro", acrescentou Bruno, vencedor da prova da Fórmula GP2 no principado em 2008.

Foi a primeira vez na temporada que Bruno pôde participar dos dois ensaios iniciais. Nas etapas anteriores, o finlandês Valtteri Bottas andou na parte da manhã, o que sempre se refletiu no trabalho do brasileiro, obrigado a usar grande parte do tempo para ajustar o carro ao seu estilo de pilotagem. "É sempre superimportante fazer o máximo possível de voltas em cada treino, mas hoje a chuva atrapalhou um pouco", lembrou Bruno.

Fonte: MF2 

A Pirelli lança livro de receitas da Fórmula 1

A apresentação de ‘Miles and Meals’, que revela a gastronomia e outros segredos do fornecedor de pneus na Fórmula 1, aconteceu em Mônaco


Os pilotos Jenson Button e Romain Grosjean trocaram os carros de Fórmula 1 pelas panelas em Monte Carlo, Mônaco, na última quarta-feira, 23. Em um desafio inusitado, eles assumiram o papel de chefs de cozinha do motorhome da Pirelli para o lançamento de "Miles and Meals”: um livro de receitas que revela os segredos dos chefs da Pirelli e ainda mostra os bastidores do trabalho da fornecedora de pneus exclusiva da Fórmula 1.


Os motorhomes são estruturas temporárias que servem como sedes móveis das equipes e fornecedores que acompanham o circo da Fórmula 1 nos autódromos pelo mundo. São os lugares onde acontecem reuniãoes, eventos sociais e todo o burburinho da mais importante categoria do automobilismo mundial. Portanto, a ‘casa ambulante’ da Pireli montada em Monte Carlo, por ocasião do Grand Prix de Mônaco, foi o cenário perfeito para a apresentação do livro "Miles and Meals", que tem edição limitada e será distribuído como  presente para os clientes da Pirelli e formadores de opinião.


É uma forma lúdica de mostrar as semelhanças entre pneus e risotto, bem como compostos e ingredientes. É uma visão alternativa de como o mundo de um fornecedor de pneus da F1 funciona, trazendo à tona o lado mais leve da vida num motorhome.


No evento de lançamento, os pilotos Jenson Button e Romain Grosjean protagonizaram uma disputa culinária acirrada, sob o olhar atento de Paul Hembery, diretor de automobilismo da empresa italiana. Além do desafio entre os dois pilotos, houve uma degustação de algumas das especialidades. "Desenvolver um bom pneu é como fazer um bom risoto", escreve no início do livro Maurizio Boiocchi, o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Pirelli e "pai" dos pneus da Fórmula 1: PZero e Cinturato.


Os ingredientes vão para a pista, fotografados como pneus, carros e mecânicos
Com 90 páginas, "Miles and Meals" começa traçando um paralelo entre receitas de cozinha e compostos de pneus. Ambos resultam do equilíbrio harmônico entre ingredientes de alta qualidade, bem como o acompanhamento constante, anos de experiência e atenção ao cliente final: seja uma equipe que usa pneus ou um cliente privilegiado no motorhome. 


Outro elemento em comum é know-how humano. O toque de um especialista é fundamental na cozinha e não é menos vital quando se trata de lidar com a tecnologia de ponta que caracteriza a produção de pneus modernos de competição. Este elemento essencial é descrito por uma palavra-chave no subtítulo do livro – "artesanal" – e também pelas fotografias que retratam os engenheiros da Pirelli medindo, analisando e preparando os pneus para a competição.


O livro reúne as receitas do principal chef da Pirelli, Fabrizio Tanfani, supervisionado pelo gerente do hospitality center Cristian Staurenghi, e  traz alguns dos melhores pratos da sua cozinha, corrida após a corrida em todos os quatro cantos do mundo. Acompanhando as receitas, todas baseadas na cozinha italiana, é claro, mas muitas vezes influenciadas pelos sabores dos países visitados durante o ano – há fotografias notavelmente originais dos ingredientes no contexto de Fórmula 1, em particular quando se trata de massas.


Assim, os agnolotti têm formato de carros de corrida que disputam uma curva “cabeça a cabeça”; os paccheri são monopostos correndo por uma reta ladeada por pneus feitos de tomates e pinhões; polvilhadas de sal grosso fazem uma caixa de brita; uma folha de manjericão é uma luz verde; e até um polvo assume a forma de um mecânico com oito braços - pronto para lançar-se no mais rápido pit stop imaginável.


Cada receita é acompanhada por anedotas que contam a história dos circuitos que integram o calendário da Fórmula 1 sob os pontos de vista dos pneus e da cozinha. Descobre-se, assim, que o bife australiano Angus é a melhor escolha possível para um steak tipicamente italiano; nos mercados de Nova Deli é possível encontrar muitos dos ingredientes normalmente utilizados na cozinha toscana; e que o abacate pode ser o melhor acompanhamento de uma salada de frutos do mar Mediterrâneo. No Brasil, a salada de frango ganhou as cores do abacate e da manga, em homenagem à riqueza natural do País.


Há também uma abundância de cenas por trás das histórias e da atmosfera do motorhome da Pirelli e seus engenheiros. Como os momentos de relaxamento, semelhantes ao "domingo italiano” - uma pequena pausa originalmente concebida para combater o calor equatorial da Malásia - no trabalho diário árduo de reuniões, análises de estratégia, coleta de dados e cálculo de cambagem e set-up para cada corrida.




NÚMEROS DO MOTORHOME DA PIRELLI


Refeições servidas por dia: 180;
Refeições servidas por ano: 21.600 (durante 20 GPs e quatro sessões de testes);
Refeições por Grand Prix: cerca de 600;
Quilos de carne: 18 kg por dia - 90 kg por Grand Prix;
Quilos de peixe: 12 kg por dia - 60 kg por Grand Prix;
Quilos de massa: 10 kg por dia - 50 kg por Grand Prix;
Óleo: 15 litros por semana;
Pão: 50 baguetes por dia;
Água: 1500 garrafas de meio litro por semana;
Café: 2000/2500 por cafés Grand Prix;
Leite: 100 litros por semana com cappuccino e chá
Frutas: 35 kg por semana
Total de lugares: 38
Cada mesa foi usada em média cerca de quatro vezes na hora do almoço, entre equipe e convidados cerca de 150 refeições são servidas.
Número de pessoas que trabalham na hotelaria: 8. Três garçonetes, dois sous-chefs, um gerente (Federica Marini), bem como Cristian e Fabrizio.
Tamanho da cozinha: 2,50 metros de largura e 7 metros de comprimento.
Motorhome tamanho: 85 metros quadrados.


Fonte: FSB Comunicações

domingo, setembro 04, 2011

Bruno Senna comemora ampliação do vínculo com Renault




"Decisão da equipe alivia sensação de insegurança", comenta
Em Mônaco, onde mora e neste domingo percorrerá os 100 km de ciclismo do Tristar 111, prova de triatlo em equipe que inclui ainda 10 km de corrida e um de natação, Bruno Senna comemorou nesta sexta-feira o comunicado oficial da Lotus Renault GP que o garante no cockpit do R31 até o fim da temporada. "A pressão por resultados vem em grande parte de mim mesmo, mas o anúncio alivia a sensação de insegurança, de ficar sem saber o que vai acontecer no dia seguinte", explicou.

Na véspera, Bruno respondeu a perguntas que os internautas enviaram ao site oficial da Lotus Renault GP e não havia recebido nenhuma indicação de que a notícia que esperava há tanto tempo estava por vir a público. "Estou muito contente. Foi o próprio chefe de equipe, Eric Boullier, quem ligou para me avisar que estava tudo certo para continuar correndo pelo restante do ano. É a primeira vez que me vejo nesta situação, de saber que na próxima corrida vou até poder colocar uma roda na grama, de poder correr mais riscos."

Bruno tem no ciclismo o ponto forte de sua preparação física e pedala regularmente pelas estradas próximas de Mônaco. Será a segunda vez que participará do Tristar 111. No ano passado, formou dupla com Lucas di Grassi, que cumpriu os 10 km a pé e a prova de natação. Com a bicicleta BMX, Bruno integra o trio completado por uma funcionária da Lotus Renault GP e a ex-namorada de um integrante da equipe.

Fonte: MF2  

quarta-feira, maio 25, 2011

F-1: Análise técnica de Mônaco, por Luiz Razia

 Prova mais importante do campeonato, curiosamente, é decidida muitas vezes na tomada de tempos, por conta da dificuldade de ultrapassagem; confira mais detalhes

O fã do automobilismo tem no próximo domingo o dia mais importante da temporada 2011, com a realização do evento mais tradicional e charmoso do calendário: o GP de Mônaco de Fórmula 1. A prova disputada nas ruas do Principado existe desde 1929 e, desde 1950, quando passou a receber a principal categoria do automobilismo mundial, só não foi realizada em três oportunidades, todas na década de 50.

Com um traçado curto, de 3.340 metros, montado em ruas estreitas, com muitas diferenças de elevação e curvas apertadas, o circuito de Mônaco é o mais exigente do calendário, com mais de 3.600 mudanças de marchas em uma única corrida. As características também fazem do GP de Mônaco uma corrida decidida na tomada de tempos, uma vez que é bem difícil ultrapassar. Como bem definiu Nelson Piquet, "é como andar de bicicleta na sala".

Outra característica única de Mônaco é o túnel, feito em alta velocidade e que exige dos pilotos uma rápida adaptação ao contraste entre a forte luz do dia e a escuridão da passagem no ponto de maior velocidade da pista, que precede uma forte freada que leva para o setor final da pista. Confira uma análise técnica do circuito feita por Luiz Razia, terceiro piloto do Team Lotus:

Aerodinâmica
"Diferente de todas as outras pistas, Mônaco é um dos únicos circuitos que as equipes utilizam o máximo de downforce no carro. A prioridade aqui é assegurar que o piloto tenha o máximo de aderência possivel sem se preocupar com as retas, pois elas não existem. Até o tunel, que é o unico da F-1, é uma curva."

Freios
"As temperaturas aqui são bem altas; as equipes usam os dutos mais largos na frente, para refrigerar os freios o mais rápido possivel. O gasto dos mesmos é mais baixo, porém as temperaturas trabalham em um nível mais alto."

Pneus
"Uma questao realmente difícil de saber é o que pode acontecer com os pneus supermacios. Nunca testamos ele na GP2 e, na Fórmula 1, foi avaliado apenas uma vez em Barcelona. E eles acabavam em três voltas. Acho que a Pirelli desenvolveu ainda mais o composto para essa etapa e teremos a certeza de que os pneus serão um pouquinho diferentes de Barcelona."

Motor
"O principal aqui é ainda o difusor com o escapamento, as equipes estão tentando de toda a maneira de melhorar ainda mais a eficiência com este tipo de visão que o Adrian Newey reinventou depois de ter aplicado ela nos anos 90."

Estratégia
"Uma atençao especial em Mônaco para a classificação: será muito importante sair na frente, nao ter problemas de trafego, andar rápido e, lógico, evitar acidentes. É muito importante tambem manter uma alta concentração para jamais errar, uma vez que os pneus soltam bastante borracha no circuito e a pista vai ficar cada vez mais estreita. Assim uma roda fora do trilho e a corrida esta acabada! Acho que, em 72 voltas, as coisas podem ser muito diferentes; talvez quatro pit stops podem ser uma opção."

Asa móvel e Kers
"Não concordo com a asa móvel para Mônaco. Já o Kers ode fazer mais diferença do que em outros circuitos, pois, como tem muita saída de curva, o importante é usá-lo no momento certo."


Veja um vídeo feito pelo próprio piloto falando sobre a importância da aerodinâmica na categoria:http://www.youtube.com/watch?v=gq86lwOfGB8

Confira outros vídeos exclusivos relativos ao piloto Luiz Razia e às categorias Fórmula 1 e GP2 no canal do piloto:http://www.luizrazia.com/site3/media/videos


Luiz Razia e a Casa Filadélfia
Desde agosto de 2010, Luiz Razia corre com a logomarca da Casa de Assistência Filadélfia (CAF) em seu carro. Nascida em 1988, a entidade trabalha pela dignidade e inclusão social de crianças, adolescentes e famílias que vivem e convivem com HIV/AIDS e em situação de vulnerabilidade social, contribuindo para a vida participativa em comunidade. Luiz Razia é um dos parceiros do CAF. Para conhecer mais sobre a Casa e seus projetos, acessewww.caf.org.br


Visite o site (www.luizrazia.com) e siga Luiz Razia no Twitter (www.twitter.com/luizrazia) para ficar por dentro de todas as informações e do dia-a-dia do piloto, além de promoções a cada etapa


Fonte: Assessoria de Imprensa Luiz Razia
MS2 Comunicação

quarta-feira, dezembro 17, 2008


Campeões da GT3 recebem troféus em Mônaco

Cerimônia aconteceu no Hôtel de Paris,
um palácio inaugurado em 1864 pelo príncipe Charles III


Os campeões dos torneios de GT3 de todo o mundo foram homenageados no fim de semana (13/12) durante cerimônia realizada no Hôtel de Paris, um palácio inaugurado em 1864 pelo príncipe Charles III, de Mônaco.

Pilotos e chefes das equipes campeãs estiveram presentes para receber os troféus de vencedores de suas respectivas temporadas de 2008. Também foram homenageados os campeões de vários torneios organizados pela SRO-Stephane Ratel Organization, empresa que promove diversos campeonatos automobilísticos em todo o mundo sob os auspícios da FIA (Federação Internacional do Automóvel), a entidade mundial que organiza a Fórmula 1. A SRO é uma das sócias e investidoras do Telefônica Speedy GT3 Brasil.

A premiação é realizada anualmente pela SRO e agora inclui os campeões do Telefônica Speedy GT3 Brasil, único campeonato regular de supercarros disputado na América do Sul. Tradicionalmente realizado em Mônaco, o evento de premiação costuma contar com diversas personalidades do esporte, como Max Mosley, o poderoso presidente da FIA, e também muitos pilotos de prestígio internacional. Ao vencer a 15ª etapa do Telefônica Speedy GT3 Brasil, disputada no dia 29 de novembro, em Interlagos, o paulista Xandy Negrão e o carioca Andréas Mattheis conquistaram seu segundo título consecutivo na GT3. Eles utilizaram um Ford GT V8 para enfrentar outras jóias da indústria mundial, como Ferrari F430 V8, Lamborghini Gallardo V10, Porsche 997 GT3 Cup S e Dodge Viper Competition V10. Na cerimônia realizada no palácio de Mônaco, Xandy e Andréas não puderam comparecer devido a compromissos assumidos anteriormente. Mas Xandinho Negrão, filho do campeão da GT3, representou a dupla. Xandinho também recebeu o troféu pelo terceiro lugar no Campeonato Europeu de GT2.

Rodolpho Siqueira e Caio Moraes
Fotos: Jacquie Groom
Press Consultoria Ltda