COMPRE AGORA

Mostrando postagens com marcador VELAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VELAS. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, novembro 14, 2012

Ferrari e McLaren contarão com velas NGK no GP Brasil de Fórmula 1



A NGK, fabricante de velas, cabos de ignição e sensores de oxigênio, segue fornecendo suas velas, durante a temporada 2012 da Fórmula 1, aos carros da McLaren e Ferrari. A renovação das parcerias para a atual temporada mostra a qualidade e confiabilidade dos produtos fabricados pela empresa de origem japonesa, capaz de atender a um dos mercados mais exigentes do mundo.

A etapa brasileira desta temporada da Fórmula 1, o Grande Prêmio Brasil de 2012, acontece entre os dias 23 e 25 de novembro e pode definir os títulos de pilotos e construtores.

Ferrari

No final do ano passado a NGK já havia anunciado que, pelo 12º ano consecutivo, equiparia com suas velas os motores Ferrari da Fórmula 1. Além disso, a empresa participou ativamente do desenvolvimento do novo motor oito cilindros 056 da escuderia italiana, que mantém Fernando Alonso em condições de brigar pelo título da temporada, além de levar mais uma vez o piloto brasileiro Felipe Massa a lutar por um pódio caseiro na prova realizada no Autódromo de Interlagos.

Mais sobre velas de ignição

A função da vela de ignição é conduzir a corrente elétrica sob alta tensão para o interior da câmara de combustão, convertendo-a em faísca para inflamar a mistura ar/combustível. Apesar da sua aparência simples, é uma peça que requer alta tecnologia em sua elaboração, já que sua correta manutenção está diretamente ligada ao rendimento do motor, aos níveis de consumo de combustível e à maior ou menor emissão de poluentes, entre outros.

Fonte: Printerpress

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Mau desempenho do motor pode ser problema na vela de ignição

NGK alerta: veículos convertidos a GNV podem apresentar fenômeno back fire


Quando se percebe barulhos no funcionamento do motor, semelhantes a estouros é sinal de problemas no sistema de ignição. A NGK, principal fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, alerta que isso pode ser conseqüência do back fire. Comum em veículos convertidos a GNV (Gás Natural Veicular), o fenômeno é o retorno da chama pelo coletor da admissão durante a sobreposição das válvulas. O back fire acontece quando as válvulas de admissão e escape estão abertas ao mesmo tempo e ainda existe queima na câmara de combustão.

Uma das principais causas do back fire é o ponto de ignição atrasado. Como o veículo movido a GNV possui velocidade de queima menor que outro combustível é necessário que o ponto de ignição do veículo seja adiantado. Outra causa do fenômeno são as falhas no sistema de ignição e a instalação e/ou regulagem incorreta do kit GNV, que resulta em uma mistura pobre de ar e gás e na diminuição da velocidade de queima.
Essas reações podem gerar danos ao sistema de admissão como alojamento do filtro, coletor de admissão de plástico e perda do pleno desempenho do automóvel.
Para evitar que ocorra o back fire no automóvel é recomendável a constante avaliação das velas e cabos de ignição. "A manutenção preventiva do sistema de ignição é a melhor maneira de evitar o problema. Em veículos convertidos a GNV é aconselhável a troca das velas de ignição a cada 10 mil quilômetros, metade do tempo recomendado para automóveis a gasolina ou a álcool. Também é importante a instalação do gerenciador de emissões e variador de avanço, além de trabalhar com misturas adequadas, que possibilitam a diminuição da resistência dielétrica do automóvel", explica Ricardo Namie, chefe da Assistência Técnica da NGK.

Outra dica é a instalação de velas de ignição com maior ignibilidade, como a vela Green e Platina. Para mais informações ou dúvidas, a NGK possui o Serviço de Atendimento ao Cliente, por meio do número 0800 197 112 (ligação gratuita).

Printer Press Assessoria de Comunicação
Cíntia Bechiolli
Fernando Planca