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segunda-feira, dezembro 24, 2012

Porsche study 918 RSR

No North American International Auto Show , em Detroit, a Porsche revelou a variante de corrida RSR do 918 Spyder. Em vez de usar o plug-in de tecnologia híbrida, a potência para os dois motores elétricos é fornecida por um sistema KERS  que fica  no compartimento de passageiros.

segunda-feira, novembro 05, 2012

Bruno Senna comemora 8º: "Pensei que batida era o fim"


Foi como acordar do "pesadelo", como ele mesmo classificou o final de semana logo após marcar o 15º tempo nos treinos classificatórios do GP de Abu Dhabi, antepenúltima etapa da Fórmula 1 em 2012. Neste domingo, após um início ainda tumultuado e que por pouco não o elimina logo na primeira curva, Bruno Senna fez uma excelente prova de recuperação e terminou na 8ª colocação, fechando na zona de pontos pela nona vez na temporada. 

Atrapalhado por Sérgio Perez e com problemas no KERS, Bruno não pôde aproveitar no qualifying o potencial que a Williams estampou claramente no belo circuito de Yas Marina. "O carro estava muito rápido. Mas foi mesmo um fim de semana complicado. Quando levei aquela batida do Hulkenberg logo no início, pensei que era o fim", admitiu Bruno, reconhecendo a própria surpresa em levar o FW34 até a bandeirada final numa posição que parecia impossível no começo da corrida. "Se não fosse essa pancada, tenho certeza de que poderia terminar bem melhor colocado", garantiu.

Bruno disse que procurou manter a tranquilidade após o choque com a Force India e despencar para o último lugar. "Pensei: tenho de esquecer o que aconteceu e ir para cima. Foi isso o que fiz. Felizmente, os danos não comprometeram o rendimento do carro. Acho que fiz uma ótima corrida e estou muito contente com o resultado. A estratégia de largar com os pneus duros e deixar os macios para a segunda parte também funcionou", elogiou.

Coma segunda entrada do safety car permitindo o reagrupamento dos carros, Bruno cruzou a linha de chegada próximo da Ferrari de Felipe Massa. Com mais quatro pontos, Bruno tem agora 30 e permanece ocupando a 16ª posição no campeonato de pilotos. "Depois de tudo o que aconteceu no sábado, tudo o que eu queria hoje era uma corrida tranquila. Não deu, mas pelo menos pude sair daqui com mais alguns pontos para a equipe."


Fonte: Márcio Fonseca (MTb 14.457)

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Conheça o motor Renault RS27 para a temporada 2012 da Fórmula 1

O motor Renault RS27 é utilizado na Fórmula 1 desde a temporada de 2007. Este propulsor é um V8, atmosférico, capaz de desenvolver uma potência máxima de aproximadamente 750 cavalos.

O RS27 foi reconhecido como um dos mais confiáveis motores do grid de 2011, sendo capaz de percorrer mais de 3.000 km, com uma perda mínima de potência entre o início e o final de sua vida útil.


Especificações do motor
· Denominação: RS27-2012 
· Configuração: 2.4 litros V8 
· Número de cilindros: 8 
· Número de válvulas: 32 
· Cilindrada: 2.400 cc 
· Peso: 95 kg 
· Ângulo do V: 90° 
· Rotação máxima: 18.000 rpm 
· Combustível: TOTAL 
· Óleo: TOTAL 
· Potência: >750 cavalos 
· Velas: descarga semi-superficial 
· Ignição: indutiva de alta energia
· Pistões: liga de alumínio 
· Bloco do motor: liga de alumínio
· Virabrequim: liga de aço nitrado com contrapeso em liga de tungstênio
· Bielas: liga de titânio


Regulamento de motores para 2012
► Configurado a 90°, limitado a 18.000 rpm e 96 kg, o motor V8 atmosférico foi implementado desde o início da temporada de 2007 com uma especificação fixa. Entretanto, são permitidas modificações a fim de melhorar sua integração com o chassi, resolver problemas de confiabilidade ou ainda por razões “justas e imparciais”.
► O KERS (Kinetic Energy Recovery System - Sistema de Recuperação de Energia Cinética) está autorizado, mas não é obrigatório. Uma unidade do KERS, completamente carregada, pode fornecer 400 kJ de energia, proporcionando uma potência máxima equivalente a 60 kW, o que permite um ganho de potência de aproximadamente 80 cavalos durante seis a sete segundos por volta.
► Cada piloto terá direito a oito motores ao longo desta temporada, e isso mesmo com o novo calendário de 20 provas, ou seja, uma a menos que em 2011.
► O torque do motor só pode ser gerado pelo uso normal do acelerador pelo piloto e não por um mapeamento do motor ou pontos específicos pré-programados no curso do pedal do acelerador.
► Esta “programação do pedal do acelerador” só pode ser utilizada para afinar o equilíbrio do tipo de pneus instalado no carro, o que significa que as únicas mudanças autorizadas serão definidas pelos parâmetros “seco” ou “molhado”.
► Para que o motor seja utilizado da forma mais eficaz possível, neste ano, a aspiração adicional está proibida. 
► O controle do motor não deve ser influenciado pela posição da embreagem, ou de um movimento ou da colocação em funcionamento.
► O regime de controle da marcha lenta não pode ultrapassar 5.000 rpm.
► A ignição, a alimentação e o acelerador não podem ser utilizados para controlar artificialmente a velocidade do motor ou modificar sua reatividade em uma faixa de rotação superior a 1.000 rpm abaixo da rotação máxima.
► Os sistemas de escapamento não podem comportar mais de duas saídas, compostas cada uma de um tubo de escape voltado para a traseira, através do qual todos os gases de escapamento devem passar.
► O motor deve ser utilizado em modo de 8 ou 4 cilindros. Nenhuma outra utilização está autorizada.





Fonte: Renault

segunda-feira, dezembro 26, 2011

Audi A1 foi o mais econômico, RS3 o mais rápido do ranking Folha-Mauá 2011

São Paulo, 26 de dezembro de 2011 - Entre os 62 carros que passaram este ano pelos testes do suplemento ”Veículos” do jornal Folha de S. Paulo e do Instituto Mauá de Tecnologia, a marca alemã ainda se destacou com o Audi R8 GT, modelo que atingiu a maior velocidade máxima numa pista.

O mais rápido do ano em aceleração e o mais econômico no consumo em estrada. Dois modelos compactos premium da Audi conquistaram as melhores posições no ranking Folha-Mauá 2011 nestes quesitos. O RS3 (esportivo do Audi A3 Sportback) ganhou o título de mais rápido: fez a prova de aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,5 segundos.

Já o Audi A1 conseguiu rodar 20,8 quilômetros com um litro de gasolina na estrada à velocidade média de 100 km/h, o que lhe garantiu o topo no ranking anual de consumo rodoviário entre todas as categorias, de populares a esportivos, passando pelos veículos médios, grandes e os utilitários.

A marca alemã ainda teve destaque com o Audi R8 GT, modelo que atingiu a velocidade máxima de 319 km/hora na pista do Aeródromo de Gavião Peixoto (SP), a maior entre todos os 62 carros que passaram pelo teste Folha-Mauá em 2011.

O levantamento, realizado há 15 anos, é uma parceria entre o jornal Folha de S. Paulo e o IMT (Instituto Mauá de Tecnologia). Engenheiros do IMT e jornalistas do caderno de Veículos da publicação aferem dados como aceleração, distância de frenagem e consumo de combustível na estrada e na cidade. Os números levantados servem para analisar os modelos. Cada prova é repetida quatro vezes – os números finais são uma média dos resultados. O tempo médio de cada teste de desempenho e consumo de combustível é de 5 horas.

Equipamentos eletrônicos e sensores são utilizados para fazer as medições e monitorar o comportamento dos veículos. Os dados são enviados a um computador que compila os resultados. As provas de desempenho são feitas em pista de teste fechada, com piso seco e plano. Já os testes de consumo têm duas etapas: a primeira, com velocidade constante de 100 km/h, simula um percurso rodoviário; a segunda é feita em um circuito urbano. O percurso é padronizado e o estilo de condução do motorista é mantido.

Desempenho e economia: Audi RS3 e Audi A1

Os dois modelos Audi que ficaram no topo do ranking Folha-Mauá têm qualidades de sobra para garantir a colocação. O Audi RS3 vem equipado com um motor potente de 2,5 litros, turbo de cinco cilindros, que produz 340 cv de potência e 450 Nm de torque, que foi eleito na Europa o “Motor do Ano” por um juri de alto nível formado por jornalistas automotivos. No Brasil, o motor do esportivo A3 também recebeu recentemente o titulo de motor do ano acima de 2 litros no tradicional prêmio Carro do Ano da revista Auto Esporte.

Segundo a montadora, a aceleração de 0 a 100 km/hora é atingida em 4,6 segundos – desempenho sem comparação entre os concorrentes (no teste da Folha-Mauá este número foi ainda menor, 4,5 segundos). A velocidade máxima de 250 km/hora é limitada eletronicamente e, mesmo com tanto desempenho, o carro - que pesa somente 1.575 kg - faz, em média, 11 km por litro de combustível a cada 100 km e emite 212 g de CO2 por km. Essa eficiência deve-se, em parte, ao funcionamento da bomba de óleo sob demanda e ao sistema regenerativo que recupera energia quando o carro desacelera (KERS).

A versão mais esportiva do Audi A3 Sportback vem ainda equipada com transmissão S-tronic de sete velocidades e dupla embreagem, tração permanente quattro, rodas de 19 polegadas e parachoques de fibra de carbono com plástico reforçado (carbon-fiber reinforced plastic - CFRP), itens que ressaltam as características esportivas do modelo quatro portas alemão.

O compacto Premium Audi A1 vem equipado com motor 1.4 TFSI de 122 cavalos de potência máxima, com sistema de injeção direta de combustível e turbocharger com intercooler. A aceleração de 0 a 100 km/hora é feita em 8,9 segundos e a máxima é de 203 km/hora. O torque de 200 Nm, disponível continuamente entre 1.500 e 4.000 rpm, proporciona respostas mais eficientes e rápidas nas retomadas de aceleração.

Muito econômico, como apontou o teste Folha-Mauá, o carro apresenta consumo médio combinado de 18,8 km/litro de combustível, segundo dados da montadora (15,4 km/litro na cidade e 21,7 km/litro na estrada). Além disso, o motor do Audi A1 usa tecnologia inteligente que recupera a energia durante a frenagem, que é armazenada temporariamente na bateria.

Quando o carro acelera novamente, a energia retorna ao sistema elétrico, aliviando a carga do gerador. A transmissão de sete velocidades S-Tronic, com tecnologia esportiva e sistema de dupla embreagem - que combina o conforto de uma transmissão automática a eficiência de uma manual- é outro diferencial do compacto. Por conta da dupla embreagem, as trocas de marchas são feitas em centésimos de segundo, sem qualquer interrupção perceptível de potência, justamente porque as marchas ficam pré-engatadas para a troca. O modelo vem ainda equipado com sistema eletrônico de estabilização ESP, que também inclui um bloqueio eletrônico do diferencial.


Fonte:Danielle Júlio
In Press Assessoria de Comunicação
www.inpresspni.com.br

sexta-feira, novembro 25, 2011

GP DO BRASIL DE FÓRMULA 1: Bruno Senna vê Force India como rival no caminho do Q3

Lotus Renault GP "raspa" no Top 10 e brasileiro fecha sexta-feira em 12º

SÃO PAULO - A Force India deverá ser uma pedra no caminho da Lotus Renault rumo à terceira parte dos treinos classificatórios do Grande Prêmio do Brasil. Nesta sexta-feira, Bruno Senna e seu companheiro Vitaly Petrov ficaram respectivamente em 12º e 11º e foram superados pelo alemão Adrian Sutil e pelo escocês Paul di Resta, que ocuparam as últimas posições na lista dos 10 mais rápidos da sexta-feira em Interlagos. "Será difícil chegar ao Q3. O ritmo da Force India foi muito longe do nosso", comparou o piloto brasileiro. Sutil abriu sete décimos sobre o russo.

Bruno disse que os ensaios iniciais confirmaram a esperada dificuldade no trecho mais lento do circuito paulistano. "Nos outros setores, nosso carro está rápido. Temos agora de melhorar a estabilidade na entrada das curvas de baixa", explicou. Segundo ele, os dois carros da equipe entraram na pista com configurações diversas. "Tanto eu quanto o Vitaly estamos experimentando algumas soluções do carro do ano que vem, diferentes entre si", explicou.

Pela manhã, Bruno voltou a enfrentar dificuldades com o sistema de recuperação de energia cinética - KERS -, mas não da mesma natureza das provas anteriores. "Não tive problemas com a ativação, mas nas freadas que bloqueavam a traseira. Perdi boa parte da primeira sessão nos boxes enquanto a equipe buscava uma solução. Melhorou, mas ainda temos de trabalhar mais."

Depois de avaliar os compostos que a Pirelli trouxe para o Brasil, Bruno disse que o desgaste, acentuado pelo forte calor que levou a temperatura do asfalto a superar os 50 graus, parece acima do esperado. "A corrida deverá ter um número elevado de paradas para troca de pneus", antecipou. A meteorologia, no entanto, prevê a mudança de tempo para o restante do fim de semana, com chances maiores de chuva no domingo. Perguntado sobre se as informações coletadas hoje teriam alguma serventia em caso de pista molhada, Bruno manteve o bom-humor com o qual recebeu os resultados gerais da sexta-feira. "Aí só vamos descobrir na hora."

Pela manhã, os boxes da Lotus Renault GP ficaram ainda mais agitados com a visita de personalidades do mundo esportivo e artístico. Bruno recebeu o meia santista Paulo Henrique Ganso, com quem chegou a trocar alguns passes, e as cantoras Macy Gray e Jessy J, que se apresentaram sexta-feira no Via Funchal.

Fonte: MF2 

quinta-feira, novembro 10, 2011

F-1: Confira uma análise técnica de Abu Dhabi


Luxuoso circuito árabe é último estágio da categoria antes de Interlagos

Antes de encerrar a temporada 2011 em terras brasileiras no fim do mês, a Fórmula 1 visita neste fim de semana o glamour e o luxo de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Abastada pelos petrodólares, Abu Dhabi foi considerada no ano passado pela renomada revista "Fortune" e a emissora de notícias "CNN" como a cidade mais rica do planeta.

Com tanto dinheiro, a ilha atraiu a atenção da F-1, e estreou no calendário de 2009 com um moderno e inovador circuito situado em Marina Bay, com 21 curvas, 5.554 metros e uma saída de box que passa por baixo da reta principal. Nos dois últimos anos, a vitória ficou com o alemão Sebastian Vettel, da Red Bull campeão antecipado.

Confira uma análise completa de Abu Dhabi feita pelo brasileiro Luiz Razia, terceiro piloto do Team Lotus na F-1, em vídeo (clicando aqui ou pelo endereço http://www.youtube.com/watch?v=SU67zoahFww) e em texto, logo abaixo:

Aerodinâmica
"Abu Dhabi é um circuito no qual a parte aerodinâmica não conta muito. O importante, mesmo, é andar rápido nas três longas retas e ter um equipamento bastante equilibrado em curvas de baixa, que são a maioria nesta pista, em 90º."

Motor
"Neste caso em especial, todo mundo tem motores já usados no estoque. Quem trocar será punido, então o negócio é escolher o melhorzinho e rezar para dar tudo certo..."

Freios
"Esse ítem será bastante usado em Abu Dhabi, uma vez que temos 'apenas' 21 curvas e a frenagem para elas geralmente é bruta. Desta forma, as equipes provavelmente deverão usar os dutos de freios maiores para gerar uma melhor refrigeração."

Pneus
"Sem segredos. A pista é nova e pouco abrasiva e os compostos usados serão os macios e médios, os mesmos do Brasil e de outras pistas, como a Itália."

KERS/DRS
"Teremos duas zonas de ativação da asa móvel, o que deve tornar a corrida mais interessante, e acredito que o Kers deve ter boa influência, uma vez que temos freadas interessantes. Devemos ver muitas ultrapassagens."

O GP de Abu Dhabi, penúltima etapa da temporada 2011, será realizado neste domingo, a partir das 11 horas (de Brasília). A Rede Globo e as Rádios Bandeirantes, CBN, Globo e Jovem Pan transmitem a corrida ao vivo para todo o Brasil.

Visite o site (www.luizrazia.com) e siga Luiz Razia no Twitter (http://www.twitter.com/luizrazia) para ficar por dentro de todas as informações e do dia-a-dia do piloto.


Fonte: MS2 Comunicação 

domingo, outubro 30, 2011

GP DA INDIA: Bruno Senna diz que falta do KERS limitou sua prova

 Prejuízo por volta sem o sistema de recuperação de energia foi de 4 décimos por volta

A excelente largada e o ritmo satisfatório imposto com o segundo jogo de pneus não foram suficientes para levar Bruno Senna à zona de pontos do Grande Prêmio da Índia. Com o sistema de recuperação de energia cinética (KERS) inoperante logo depois do início da corrida, o piloto da Lotus Renault GP não pôde compensar o prejuízo - estimado em quatro décimos de segundo por volta - e terminou em 12º. "Sem o KERS, e com esse as asas traseiras móveis é impossível evitar as ultrapassagens", afirmou Bruno, explicando a perda de posição para as Toro Rosso.

Bruno disse que a dificuldade com o KERS surgiu nos treinos da sexta-feira e reapareceu pouco depois da largada. "Foi algo pontual. Até então eu não tinha tido qualquer problema com o sistema", lembrou. Segundo ele, o ritmo abaixo do esperado na primeira parte da corrida foi agravado pelo comportamento estranho dos pneus macios. "Quando coloquei o segundo jogo, o carro melhorou muito e pude andar bem mais rápido."

A Lotus Renault GP chegou à Índia acreditando que o novíssimo circuito de Buddh poderia casar bem com as características do R31 e o ótimo 8º lugar de Bruno nos treinos livres da sexta-feira apenas reforçou essa esperança. No entanto, os dois pilotos terminaram imediatamente atrás dos 10 primeiros - o russo Vitaly Petrov ficou em 11º. "A largada compensou meu mau treino classificatório, mas fiquei limitado pela performance da primeira parte", explicou

Bruno concordou que a Lotus Renault GP pode ter perdido uma boa chance de somar mais pontos no campeonato de construtores e que a perspectiva para a próxima etapa pode não ser tão favorável. "A pista de Abu Dhabi tem muitas curvas lentas e fechadas. Não é o tipo de circuito ao qual nosso carro se adapte melhor."


Fonte: MF2 

sexta-feira, outubro 14, 2011

F-1Coreia: Análise técnica de Yeongam, por Luiz Razia



Para brasileiro, estratégia deve girar em torno de três paradas, com Red Bull e McLaren levando a melhor no segundo e terceiro setores


Pela segunda vez em sua história, a Fórmula 1 vai à Coreia do Sul para disputar um GP. Para este ano, a pista sofreu diversas melhorias, após os aprendizados obtidos na edição inaugural, quando a pista não havia sido totalmente finalizada.

De acordo com as informações da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), diversas mudanças foram feitas para melhorar as margens e as zebras do circuito coreano. Outra alteração importante é a mudança do muro que vai das curvas 16 a 18. A proteção foi movida para trás, afastada do traçado, para que os pilotos tenham uma melhor visibilidade.

Confira uma análise técnica do circuito coreano feita por Luiz Razia, terceiro piloto do Team Lotus na F-1. Para ele, os pneus escolhidos pela Pirelli não são ideais para a prova e a estratégia deve girar em torno de três paradas, com Red Bull e McLaren levando a melhor no segundo e terceiro setores, por conta da exigência aerodinâmica.

Motor
"A Coreia tem três retas importantes, que exigem bastante dos motores e tambem de velocidade final. Acredito que a Force India deve mostrar pontos fortes no primeiro setor."

Pneus
"A Pirelli escalou os compostos mole e o super mole, mas creio que não seria a pista para essa escolha. Porém podemos ter uma surpresa com o tipo de asfalto. Acredito que poderiamos ter três paradas no minimo. Até quatro paradas pode ser cogitado, caso aconteça algum equívoco no acerto do carro"

Aerodinâmica
"No primeiro setor, é preciso um carro rápido nas retas; já no segundo, o mais importante é pressão aerodinamica: veremos Red Bull e McLaren bastante fortes no segundo e terceiro setores, onde a media de velocidade de curvas aumenta consideravelmente em comparaçao ao primeiro setor."

Freios
"É preciso esquentar bem os freios antes de começar a volta. A primeira curva exige bastante para a primeira freada depois de uma longa reta, porém o circuito não tem um alto consumo dos materiais."

Estrategia com Pneus/Kers/DRS

"De acordo com meus dados, no ano passado, nos treinos livres, tivemos um grande gasto dos pneus. Porém. a corrida foi na chuva, por isso nao é possivel prever com precisão o que pode acontecer, mas com os simuladores é possível entender que a degradação aqui vai ser alta por dois motivos: a pista esta muito suja e nao foi usada o ano inteiro, além de ter muitas curvas de alta velocidade o que provoca bastante degradação. O DRS é importante ativá-lo no ponto certo, sempre na saida das curvas, com as retas longas. Se o piloto ativar dez metros depois de 100% no acelerador, isso pode custar algum tempo na qualificação. Ja na corrida, o DRS tornará o concorrente uma presa fácil. O Kers, por sua vez, pode produzir no maximo 0s234 por volta! Nao é tão grande quanto esperávamos e a largada aqui tambem nao é uma grande vantagem."

Fonte: MS2

sexta-feira, setembro 30, 2011

Renault Sport F1 e a Team Lotus anunciam renovação de sua parceria e a continuidade do fornecimento do "KERS", em conjunto com a Red Bull Technology



A equipe Team Lotus e a Renault Sport F1 (divisão esportiva responsável pelo compromisso da Renault na Fórmula 1 como fornecedora de motores e tecnologia) anunciaram durante o final de semana do Grande Prêmio de Cingapura, a renovação de sua parceria para chassi e motor por mais um ano, até o final da temporada de 2013, no fim da era dos motores V8. 


Durante a vigência do contrato, a Renault Sport F1 e a Red Bull Technology também fornecerão o sistema KERS (Kinetic Energy Recovery System - Sistema de Recuperação de Energia Cinética) para a escuderia anglo-malaia.

Tony Fernandes, chefe da Team Lotus, comentou: “Desde o início da nossa parceria, trabalhamos em conjunto com a Renault Sport F1 e a Red Bull Technology e estamos felizes por continuar a parceria em prol da nossa escuderia, até pelo menos o final de 2013. Estas duas empresas são reconhecidas na Fórmula 1 e movidas pela mesma paixão, e a nossa relação continua a evoluir com várias oportunidades futuras. Elas compartilham da nossa visão estratégica em relação à escuderia e estamos muito orgulhosos de poder contar com elas para os motores que queremos.



Fonte: Renault

sexta-feira, agosto 26, 2011

F1: Depois do "batismo", Bruno Senna torce por qualy no molhado

 Na estreia na Lotus Renault GP, brasileiro chega a liderar treinos na Bélgica


Bruno Senna enfrentou uma sexta-feira intensamente movimentada em sua estreia como piloto titular da Lotus Renault GP. Pela manhã, na abertura dos treinos livres do GP da Bélgica, acabou abreviando sua adaptação ao R31 depois de um choque de traseira com as barreiras de proteção do circuito de Spa-Francorchamps; na segunda sessão, chegou a encabeçar brevemente a folha de tempos debaixo de chuva, mas terminou com o 17º lugar no resultado geral. Depois de fazer um balanço de um dia em que as variáveis condições do tempo complicaram o trabalho das equipes e pilotos, Bruno já sabe o que quer dos treinos classificatórios: "Para mim, se a classificação for no molhado, mesmo que a corrida seja no seco, será menos difícil", afirmou.

No total, Bruno completou 28 voltas pelo traçado de pouco mais de sete quilômetros - a melhor delas em 1min53s825. "Andei muito pouco no seco. Ainda por cima, peguei tráfego e tive alguns problemas com o KERS. Por isso, não consegui focar nos pneus. Além disso, as zebras e as linhas brancas estavam molhadas. Nessa situação, você não quer cometer um erro e perder quilometragem. Andei com muito mais cuidado do que andaria normalmente", explicou, ao justificar a preferência pelo piso molhado nas tomadas de tempo deste sábado.

Bruno não escondeu a irritação com o acidente, mas, com a habitual franqueza, reconheceu o próprio erro. "Não teve nada a ver com o carro. Essas coisas acontecem, mas a equipe teve uma atitude muito positiva e me deu todo o suporte. Era tudo o que eu precisava ouvir para voltar com confiança na parte da tarde. Conseguimos passar o programa completo e trabalhar no desenvolvimento do carro em todas as condições."

Bruno se mantém cauteloso sobre suas possibilidades ao longo do fim de semana. "É difícil estabelecer uma meta. Hoje foi muito difícil por causa das mudanças constantes da pista. O que quero é estar perto do (companheiro de equipe) Petrov. Isso já seria um grande resultado", concluiu.


Fonte: MF2 

sábado, julho 30, 2011

Bruno Senna agrada à Lotus Renault e aguarda nova chance

"Acho que o treino foi muito bom", avalia o piloto em Hungaroring

Mais de cinco meses depois de seu único teste com o modelo R31, Bruno Senna voltou a pilotar o carro da Lotus Renault GP na primeira sessão de treinos livres do Grande Prêmio da Hungria. Foram 25 voltas pelo circuito de Hungaroring em sua experiência também inicial com o KERS, a asa traseira móvel e o 15º lugar na classificação dos ensaios matinais desta sexta-feira com o tempo de 1min25s855, apenas 7,6 décimos mais lento que o companheiro de equipe Vitaly Petrov. "Estou contente. Nas condições em que treinei, sem conhecer aspectos importantes do carro, com apenas um jogo de pneus e vindo de uma longa inatividade, acho que foi muito bom", resumiu Bruno, que cedeu o cockpit ao titular Nick Heidfeld no período da tarde.

Satisfeito, Bruno saiu do circuito com a sensação de que fez o que estava ao seu alcance. "Eu achava que, em termos de tempo, a diferença em relação ao Petrov ficaria dentro de um segundo. Foi o que aconteceu. Mas não dá para fazer milagres. Com um segundo jogo de pneus, tenho certeza que viraria bem mais próximo. Não é apenas o fato de eu só ter feito dois treinos em linha reta desde fevereiro. O Petrovão vem andando direto, e há cinco dias estava acelerando o carro em Nurburgring", lembrou.

Bruno disse que, além da limitação dos pneus, a utilização da asa traseira móvel foi a parte mais complicada da readaptação ao ritmo da Fórmula 1. "A asa traseira móvel mexe muito no balanço do carro. Demorei um tempo até me acostumar a acionar o dispositivo e a ter confiança com o equilíbrio em curvas de alta. Tanto que minha volta mais rápida foi a 21ª, quando os pneus já estavam no bagaço", explicou. Bruno lembrou ainda que apagar da memória as referências que tinha do traçado com o nada competitivo modelo da HRT que usou no ano passado. "São duas realidades completamente distintas", lembrou.

Segundo o brasileiro de 27 anos, o chefe de equipe Eric Bouiller aprovou o seu desempenho durante os 90 minutos dos treinos livres. "Ele disse que gostou do meu potencial e me elogiou por não ter saído nenhuma vez da pista nem ter feito nenhuma bobagem. Ou seja, acho que fiz exatamente o que a equipe esperava", concluiu Bruno, que amanhã retorna às funções de piloto reserva com a esperança de que o trabalho apresentado em Hungaroring seja suficiente para lhe render novas oportunidades na Lotus Renault GP.

Fonte: MF2 

sexta-feira, julho 29, 2011

Bruno Senna: "Tenho de aproveitar a oportunidade"

 Reserva da Lotus Renault GP faz seu primeiro treino da temporada em fim de semana de corrida

SÃO PAULO - Com previsão de pista seca, mas sem as altas temperaturas esperadas pelas equipes, Bruno Senna participa amanhã da primeira sessão de ensaios livres do Grande Prêmio da Hungria. Será a estreia de Bruno num final de semana de corrida na atual temporada. "O treino será limitado, porque só poderei usar um jogo de pneus, mas não dá para reclamar. Tenho mais é de aproveitar a oportunidade e procurar fazer um bom trabalho para a equipe", disse o piloto reserva da Lotus Renault GP no caminho de volta ao hotel em Budapeste.

Na prática, as atividades de Bruno como substituto do alemão Nick Heidfeld nas práticas que abrem o fim de semana começaram nesta quinta-feira. Debaixo da chuva leve que "lavou" o habitualmente sujo asfalto de Hungaroring, o brasileiro fez o reconhecimento do traçado juntamente com os engenheiros e, em seguida, reuniu-se com eles para discutir os acertos iniciais do R31.


Você tem boas memórias de Hungaroring?

Sim. Foi uma das pistas onde tive bastante sucesso no passado na Fórmula GP2, com dois terceiros lugares em 2008, e até com a Hispania fizemos uma corrida razoável no ano passado. Acho que voltar aqui com um carro bom, com uma equipe boa, vai ser bem mais interessante.

Como tem sido a experiência de piloto reserva?

Aprendi muita coisa tecnicamente. Estar com juntos os pilotos, com os engenheiros, tem me ensinado bastante a entender mais sobre o carro, com mais profundidade, e a utilizar a telemetria com mais precisão. Tudo isso me melhora como piloto e o que preciso agora é um mais de quilometragem no carro para poder unir esse conhecimento mais técnico com um pouco de pilotagem.

Como está a expectativa para os testes?

Estou superanimado para entrar no carro e não vejo a hora de acelerar. Espero que seja um teste produtivo e que eu possa ajudar a equipe também. Infelizmente é só um jogo de pneus, o de compostos macios que costuma desgastar com rapidez, então vamos ter de economizar um pouco. Parece já que faz alguns anos que não ando no carro, apesar de serem apenas alguns meses.

Como serão os treinos de amanhã?

Preciso aprender um pouco sobre as asas traseiras reguláveis, que influenciam no equilíbrio do carro, e o Kers. Tenho de me acostumar a esses sistemas e ajudar a equipe o máximo possível no acerto do carro.


Fonte: MF2 

sexta-feira, abril 08, 2011

F1: RUBENS TRABALHA NO EQUILÍBRIO DO FW33 EM TREINOS NA MALÁSIA

O piloto da Williams testou uma nova asa dianteira nesta sexta-feira

O circuito de Sepang recebeu na madrugada desta sexta-feira (8) as duas sessões de treinos livres preparatórias para o GP da Malásia de F1, que acontece neste domingo (10). Rubens Barrichello completou 51 voltas com o seu FW33 trabalhando em simulação de corrida e no equilíbrio do carro, que ainda não o deixou satisfeito.

Na primeira sessão, quando completou em 8o, Rubens testou uma nova asa dianteira, além de fazer testes com o KERS e avaliar os pneus Pirelli. Já na segunda sessão, Barrichello fez o 12o tempo realizando algumas simulações de corrida e trabalhou na configuração do carro visando o treino oficial.

"Acredito que ainda não tiramos todo o potencial do carro, então, vamos trabalhar para estar tudo ok na classificação", comentou o brasileiro. "Obviamente, nós cumprimos o nosso programa hoje. Isso foi ok, mas ainda temos alguns problemas no meu set-up que precisamos melhorar antes de amanhã. Agora, não estou totalmente satisfeito com o equilíbrio, mas completamos alguns long runs e isso foi positivo", descreveu o detentor de 11 vitórias na categoria.

Rubens volta a acelerar o FW33 no terceiro treino livre, marcado às 2h (horário de Brasília) da madrugada deste Sábado (9). O treino classificatório será às 5h, o mesmo horário da largada para o GP da Malásia de F1 no domingo (10).

Rubens Barrichello:

Sessão 1: 1:40.581 (8o), 21 laps
Sessão 2: 1:39.187 (12o ), 30 laps

Fonte: MP Team

sexta-feira, março 25, 2011

F1 GP da Austrália: NOS TREINOS LIVRES, BARRICHELLO DESTACA USO DO KERS

Brasileiro teve uma sexta-feira tranquila em Melbourne

Rubens Barrichello avaliou como positivo o inícios dos trabalhos para o GP da Austrália de Fórmula 1, a primeira etapa do ano, que acontece neste domingo (27). No primeiro treino, Rubens finalizou na 5a posição trabalhando nos novos componentes, incluindo o KERS, a asa traseira móvel e uma nova asa dianteira da equipe. Já na segunda sessão, o brasileiro foi o 9o mais rápido e continuo o desenvolvimento do treino inicial, mas adicionou a avaliação dos novos pneus Pirelli. No total, Rubens completou 58 voltas no Circuito Albert Park, em Melbourne.

"Foi um dia bastante tranquilo. Nós conseguimos correr com o KERS, e foi a segunda vez que eu tive o sistema em meu carro. Acho que nós mostramos alguma competitividade hoje, mas nós precisamos de algum trabalho para manter isso. Eu gostei da minha sexta-feira e estou ansioso por um bom fim de semana", comentou o brasileiro.

Na Austrália, Rubens fará a sua corrida número 308 na categoria. Na madrugada deste sábado (26), às 3h (horário de Brasília) será disputada a primeira definição do grid do ano.

Confira os tempos desta sexta-feira (25):

1°. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 1min25s854
2°. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 0s132
3°. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 0s147
4°. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 0s160)
5°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 0s429
6°. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 0s736
7°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 0s935
8°. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1s247
9°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1s426
10°. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1s594
11°. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1s671
12°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 1s674
13°. Nick Heidfeld (ALE/Renault), a 1s682
14°. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), a 1s843
15°. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 2s241
16°. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 2s522
17°. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 2s729
18°. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 3s532
19°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault), a 4s975
20°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault), a 5s058
21°. Jérome D'Ambrosio (BEL/Virgin-Cosworth), a 6s252
22°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), a 6s281
23°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), Sem tempo
24°. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) Sem tempo 

Fonte: MP Team

terça-feira, março 22, 2011

RUBENS BARRICHELLO INICÍA A DÉCIMA NONA TEMPORADA NA FÓRMULA 1

Brasileiro destaca o circuito de Melbourne, que recebe a abertura da temporada

Neste domingo (27), durante a realização do primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1 do ano, Rubens Barrichello dará início a sua 19a temporada na categoria. O piloto, que detém um retrospecto de 11 vitórias e 68 pódios, defenderá novamente a equipe Williams F1 a bordo do modelo FW33 no GP da Austrália, que abre a temporada 2011.

Após uma pré-temporada intensa, quando o time testou as principais novidades desse ano, os pneus Pirelli e a asa móvel, além da utilização do KERS, Rubens diz estar ansioso para o início da competição, que será tardio devido ao cancelamento do GP do Bahrein, previsto inicialmente para o dia 13 deste mês.

"Sinto aquela ansiedade gostosa de primeiro GP do ano, ainda mais, porque esperamos um pouco mais para iniciarmos", comentou o brasileiro, que destacou a pista australiana. "Eu acho a melhor pista de rua da temporada, com curvas de todo o tipo. A melhor parte certamente é a curva de alta entre a 11 e a 12. A atmosfera sempre é muito positiva. Vamos saber ao certo como estaremos competitivos e como irão se comportar os novos pneus", explicou.

Os treinos livres no Circuito Albert Park, em Melbourne, iniciam nesta quinta-feira (24) no final da noite, e a segunda sessão já na sexta-feira (25), madrugada no Brasil. A classificação que define o grid será na madrugada de sábado (26), e a primeira largada do ano no domingo (27), que terá a duração de 58 voltas.

Confira a programação:

Quinta-feira (24)

1o treino livre - 22h30

Sexta-Feira (25)

2o treino livre - 2h30

Sábado (26)

3o treino livre - 0h
Classificação - 3h

Domingo (27)

GP da Austrália - 3h

Fonte: MP Team

sábado, outubro 31, 2009

PRESIDENTE LULA SIMBOLICAMENTE LIGA O IVECO DAILY ELÉTRICO, O PRIMEIRO CAMINHÃO ELÉTRICO DA AMÉRICA LATINA

· Modelo movido a energia 100% limpa e renovável, apresentado pela primeira vez ao grande público chama a atenção do Presidente Lula

O presidente Lula ligou ontem (30/10) simbolicamente o primeiro caminhão elétrico da América Latina, o Iveco Daily 55C/E, a uma fonte de energia, durante a Fenatran 2009, Feira Internacional do Transporte, ao lado do presidente da empresa Marco Mazzu. O Daily Elétrico é o primeiro veículo de carga movido a energia 100% limpa, renovável e foi desenvolvido em parceria entre a Iveco e a Itaipu Binacional. Seu motor é 100% silencioso e não polui, o que o tornará um importante aliado para diminuir as emissões de gases poluentes numa cidade, por exemplo, como São Paulo, pois o veículo atua na categoria de distribuições rápidas e entregas, que cresceu muito após as restrições a circulações de caminhões na capital.

Dentro de apenas dois anos, o produto já estará disponível ao mercado.

Numa ação com a mesma simbologia, Felipe Massa, piloto da equipe Ferrari na Fórmula 1 e garoto propaganda da Iveco há dois anos, e Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, também ligaram o veículo, na última segunda-feira (26/10).

Com a exposição ao grande público e a potenciais clientes, o Daily Elétrico já está despertando o interesse de diversas empresas do Brasil e da América do Sul. Um segundo protótipo está previsto para o início de 2010.

O Daily Elétrico pode ser carregado numa tomada comum, sendo equipado com três baterias Zebra Z5 – 100% recicláveis e sem efeito memória –, que garantem uma autonomia de 100 km. O modelo também utiliza a tecnologia KERS, a mesma usada por algumas equipes da Fórmula 1.
Além do Daily Elétrico, a Iveco apresenta ao público outras soluções ligadas à sustentabilidade que estarão disponíveis em breve nos veículos da marca. São elas: motor híbrido (diesel-elétrico), motor à etanol, motor GNV, Biodiesel B30, Euro 5, todos aplicáveis a caminhões.


Visite o site da Iveco no Brasil: www.iveco.com.br.

MM EDITORIAL
Marta de Souza
Carlos Eduardo Biagini

sexta-feira, outubro 09, 2009

GP Brasil F1: Luvas anti-choque e painéis luminosos na pista de Interlagos



A organização desportiva do GP Petrobras do Brasil de Fórmula 1 tem dois novos desafios este ano: luvas para lidar com o kers e 15 painéis de luzes para orientar os pilotos durante a corrida. Para o diretor de operações esportivas, Alfredo Tambucci, a segurança e tecnologia são parte da Fórmula 1. “Os responsáveis pelo resgate e atendimento médico estarão mais protegidos para lidar com alta voltagem. E as luzes coloridas, acionadas ao mesmo tempo que as bandeiras, reduzirão muito as chances de erro. Isso vai garantir mais eficiência, principalmente se a visibilidade estiver comprometida”, diz.

O kers – sistema de recuperação de energia cinética – foi introduzido este ano na Fórmula 1 por algumas equipes e proporciona entre 80 e 90 cavalos a mais de potência. Entretanto é preciso cuidado para lidar com os carros equipados com o sistema do kers. Por isso, pela primeira vez, as equipes de resgate, bombeiros e atendimento médico utilizarão luvas de borracha para proteção para um choque elétrico de até 1000 volts. Este equipamento profissional é utilizado no trabalho com eletricidade. “Teremos cerca de 140 pessoas habilitadas utilizando esse equipamento durante os treinos e a corrida”, explica Tambucci. Nesse tipo de operação haverá sempre um cuidado especial no momento em que a energia acumulada estiver sendo descarregada.

Os 15 painéis de luzes da FIA, acionados através de controle remoto, representam um novo avanço da entidade na orientação dos pilotos na pista. No ano passado foram quatro unidades em Interlagos. Cada um deles será operado por um sinalizador. Este é o maior número de painéis utilizado este ano em todas as corridas já disputadas.

O equipamento de controle remoto, movido a bateria e criado a partir de sofisticados componentes eletrônicos, fica preso com uma correia no pescoço do sinalizador como se fosse um tabuleiro. As cores exibidas pelo painel são as mesmas das bandeiras acionadas em diversas situações da corrida. “Em alta velocidade ou na chuva, por exemplo, o piloto tem condições muito melhores de saber o que está ocorrendo na pista e tomar os cuidados necessários. Isso é tecnologia moderna”, conclui o diretor de operações esportivas.

O horário brasileiro de verão começará exatamente na madrugada da corrida em Interlagos quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora a partir da meia-noite de sábado para domingo. Para evitar confusões com novo horário a organização da corrida já enviou comunicados a todos os setores envolvidos com a prova, alertando para o assunto. A largada do GP Petrobras do Brasil de Fórmula 1 está confirmada para às 14h do dia 18 de outubro.

Os últimos ingressos para o GP Petrobras do Brasil ainda podem ser adquiridos até esta sexta-feira pelo site oficial do evento – www.gpbrasil.com.br, com pagamento com cartão de crédito. A partir deste sábado os ingressos remanescentes poderão ser adquiridos na bilheteria do autódromo de Interlagos, com pagamento em dinheiro. A bilheteria funcionará de 10 a 15 de outubro, das 9h às 17h, nos dias 16 e 17 de outubro, das 7h às 17h, e no dia 18 de outubro, das 7h ao meio-dia. A bilheteria fica na av. Senador Teotônio Vilela, s/n, ao lado do portão 8.


Castilho de Andrade – Diretor de Imprensa do GP Brasil de F1
Marília Frias – Assessora de Imprensa do GP Brasil de F1

quinta-feira, março 05, 2009

Equipe ING Renault F1 Team desvenda o funcionamento e os segredos do "KERS"

A abreviatura KERS significa “Kinetic Energy Recovery System”, ou Sistema de Regeneração de Energia Cinética. Para as equipes da Fórmula 1, trata-se de um dos maiores desafios técnicos desta temporada e também, uma grande incógnita. A equipe ING Renault F1 Team explica a seguir como é o funcionamento e os segredos desta nova tecnologia.

A função do KERS é o de armazenar numa bateria ou em um volante do motor – um dos componentes responsáveis por ligar o motor ao câmbio - a energia produzida pela frenagem, para que a mesma possa ser reutilizada no momento da aceleração do carro. O uso do KERS em 2009 é optativo, mas será obrigatório a partir do próximo ano. O regulamento técnico desta temporada estabelece ainda que o KERS não deverá produzir potência superior a 60 kW, ou algo equivalente a 80 cv, quando o piloto acionar o sistema por meio de um botão no volante de direção.

O KERS representa um grande passo à frente em termos de recuperação de energia. Sua inovação reside no fato de desenvolver motores elétricos capazes de oferecer potência extra, com um sistema de dimensões e peso mínimos, E, talvez no futuro, venha a ser mais uma contribuição da F1 à engenharia automobilística mundial.

Quando o KERS era concebido, os engenheiros tinham duas opções: a primeira consistia no uso de um volante de motor produzido em fibra de carbono e inserido num ambiente selado a vácuo.O volante seria ligado ao diferencial por um sistema de transmissão do tipo CVT (Continuous Variable Transmission, ou Transmissão Continuamente Variável). Como características, este sistema armazena energia mecânica, oferece uma grande capacidade de armazenamento e possui a vantagem de ser independente da caixa de câmbio. Porém, para ser utilizado com precisão, ele exige grandes atuadores e muito espaço.

A segunda opção do KERS era a de instalar um motor elétrico, que trabalhasse com o carregamento de baterias por meio da energia gerada quando da frenagem do bólido, liberando a energia na aceleração. Assim como outras equipes, a ING Renault F1 Team direcionou os seus esforço para esta opção. 

O sistema KERS desenvolvido pela escuderia ING Renault F1 Team consiste de três elementos básicos: um motor elétrico chamado de MGU (Motor Generator Unit, ou Unidade Geradora Motor) e situado entre o tanque de combustível e o propulsor do carro, e depois ligado diretamente ao virabrequim do motor RS27 para a disponibilização da potência extra. O segundo elemento vital são baterias de íon-lítio de última geração, chamadas de HVB (High Voltage Batery Pack, ou algo como Unidade de Baterias de Alta Voltagem), capazes de armazenar e disponibilizar energia rapidamente. O último item é a caixa de gerenciamento KCU (KERS Control Unit, ou Unidade de Controle do KERS). Conectada ao calculador eletrônico padrão do carro, ela administra o comportamento do MGU quando este carrega ou libera energia. 

O prazo de execução do projeto do KERS foi bastante curto para todas as equipes. Os escuderias tiveram apenas 18 meses para chegar a um bom resultado, e assim a quantidade de estudos preliminares foi muito limitada. Algumas equipes tiveram dificuldades e podem também ter optado por soluções mais difíceis de executar. Além disso, existiam problemas de segurança para pilotos e mecânicos a serem considerados – pré-requisitos que exigiram muito treinamento do pessoal envolvido. Como resultado, todas as equipes foram obrigadas a construir aparelhos especiais de teste e desenvolver programas de treinamento extras.

“O KERS foi um dos projetos mais difíceis que já implementamos e ainda estamos longe da zona de conforto com ele”, diz Bob Bell, Diretor Técnico da equipe ING Renault F1 Team. “Há muito trabalho ainda a ser feito para torná-lo resistente, compatível com o ambiente inóspito das corridas, e também seguro. E há ainda o esforço feito nos bastidores, não apenas no projeto e na confecção das peças, mas também para instalá-las no carro, para implementar todos os sistemas de segurança e todos os procedimentos para as pessoas que irão operá-lo e utilizá-lo”.

Dentro da ING Renault F1 Team, apesar do projeto do KERS ser de âmbito do departamento de chassi, houve um grande envolvimento e trabalho de equipe com os profissionais responsáveis pelo setor de motores. Rob White, Diretor Técnico de Motores da equipe Renault F1 Team, explica que “como a introdução do novo equipamento só ficou confirmada no final de 2007, tivemos que aprender muito rapidamente todo o funcionamento do KERS e isso não nos permitiu termos ciência de todo os efeitos que esse sistema terá no carro”.

Operacionalmente, a implantação do KERS oferece outros desafios. “Há a logística para transportar as baterias para as várias partes do mundo onde a F1 compete, instalações especiais em nossa fábrica que visam conter incêndios nas baterias caso eles venham a ocorrer, modificações nos dinamômetros para que possam receber o sistema KERS visando testes, e muitos novos programas de computador dentro e fora do carro. Praticamente em todos os dias aparece uma nova necessidade relacionada ao KERS que nós não havíamos previsto. Eu acho que quando todos nós da F1 vimos o regulamento pela primeira vez, aquilo era apenas a ponta de um enorme iceberg que, acredito, diversas pessoas na categoria gostaram muito”, destaca Bob Bell.

Os primeiros desafios encontrados pelos engenheiros foram o tamanho e o peso do sistema completo. Devido à sua massa, o acoplamento do KERS ao carro reduziu a quantidade de lastro usado pelos técnicos para equilibrar o chassi. Outra questão importante foi a refrigeração das baterias, já que foi necessário desenvolver um sistema específico para elas. 

Existem várias alternativas para a instalação do KERS, e as equipes tiveram liberdade para escolher a que melhor se adaptasse ao projeto de seus respectivos carros. “As regras dizem que podem ser feitas modificações à frente ou atrás dos motores para a integração do KERS”, detalha Rob White. “No nosso caso, optamos pela integração na parte frontal do conjunto motorpropulsor. É uma solução clássica que usa alimentação por eletricidade e é situada à frente do motor, com um sistema de baterias instalada no chassi. Algumas equipes também preferiram esta opção”.

As baterias, na verdade, estão instaladas sob o tanque de combustível. Há equipes que optaram por colocá-las abaixo das pernas dos pilotos, ou nos sidepods (caixas laterais onde estão situados diversos sistemas, como, por exemplo, os radiadores). Mas a escuderia ING Renault F1 Team considerou que essas escolhas poderiam apresentar mais dificuldades de operacionalização.

Segundo a ING Renault F1 Team, a introdução do KERS não leva a um aumento de competitividade no grid. Na verdade, sua adoção é uma medida que visa alinhar a Fórmula 1 com o esforço mundial de preservação e produção de energia “limpa”. “Se todas as equipes usarem o KERS em 2009, os carros serão cerca de dois décimos de segundo mais velozes por volta. Talvez, em algumas pistas, não sejamos mais velozes em nada”, diz Bob Bell, Diretor Técnico da ING Renault F1 Team. 

“Todas as equipes estão na mesma situação, de forma que ninguém estará levando vantagem em termos de desempenho. Mas o KERS pode, sim, ajudar nas ultrapassagens. Obviamente, não haverá vantagem se dois carros com KERS estiverem andando juntos na reta, pois os pilotos de ambos irão pressionar o botão ao mesmo tempo. Mas será um problema se você não tiver o KERS, e alguém que venha atrás o utilize. Por isso, acredito que não será possível ficar sem ele. Ao mesmo tempo, se todos o tiverem, o sistema não fará tanta diferença a menos que ele quebre. E eu estou certo de que haverá muitas quebras no início da temporada”, completa Bob Bell.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Raikkonen na frente apesar de falha no KERS Kimi Raikkonen foi o mais rápido na sessão de testes de hoje no Bahrain, onde finalmente o bom tempo permitiu às equipas rodarem muito.

Contudo, o piloto finlandês esteve três horas parado na sua box já que o seu monolugar teve um problema com o sistema de arrefecimento do KERS, com a equipa italiana a aproveitar para testar os procedimentos a tomar em caso de falha do sistema de recuperação de energia.

Em pista, o piloto finlandês terminou o dia cerca de meia décima na frente de Jarno Trlli, em Toyota TF 109, o que denota bem o equilíbrio que persiste entre as várias equipas. A excepção foi a BMW, já que Nick Heidfeld registou como melhor crono 1m32.585, quatro décimas abaixo dos homens da Ferrari e da Toyota.

Trulli foi quem mais rodou, ao completar 149 voltas. Em três dias, realizou cerca de 2.000 kms: "Estou contente com o carro, pois parece fiável e competitivo. Penso que é uma boa base para a época.", referiu

Nick Heidfeld foi o último da lista, já que apostou em testar várias afinações no seu BMW-Sauber.

Tempos

1º K. Raikkonen (Ferrari), 1m32.102 - 103 voltas
2º J. Trulli (Toyota), 1m32.230s - 149 voltas
3º N. Heidfeld (BMW-Sauber), 1m32.585s - 104 voltas

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Ferrari poderá ter sistema KERS inovador A Ferrari terá encontrado uma solução inovadora para o seu sistema KERS, num projeto que ainda deverá estar em desenvolvimento pela equipe italiana.

De acordo com a revista suíça Motorsport Aktuell, os engenheiros da Ferrari terão desenvolvido, em paralelo com o sistema inicial e em conjunto com a Magneti-Marelli, um projeto no qual as baterias de armazenamento de energia foram colocadas no nariz do F60.

Com isto, a marca resolvia a questão da colocação do sistema em termos de peso, questão nevrálgica dos projetos dos monolugares para 2009, uma vez que a sua colocação no carro poderia interferir com a distribuição de peso ideal.

Assim, ao colocar as baterias na frente do carro, a equipe conseguia manter uma boa relação de peso. Esta solução tem o inconveniente de fazer passar os cabos de alta-tensão pelo habitáculo, numa solução que pode levantar algumas dúvidas quanto à segurança dos seus pilotos.

O desenvolvimento de dois sistemas paralelos por parte da Ferrari pode, também, ajudar a explicar as constantes críticas de Luca di Montezemolo à introdução do KERS já este ano, ao alegar gastos avultados com o projeto.
Fonte : AutoSport