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quarta-feira, março 14, 2012

3ª Velocult chega a sua última semana após receber mais de 600 mil pessoas

 Exposição que acontece no Conjunto Nacional conta a história do automobilismo brasileiro e já foi vista por mais de 600 mil de pessoas, além de se destacar como uma das principais mostras anuais na capital paulista. 

São Paulo – Sucesso absoluto entre os amantes da velocidade e do cheiro da gasolina, mas também entre os milhares de frequentadores que circulam diariamente pela Avenida Paulista, a 3ª Semana Cultural da Velocidade, que acontece no Conjunto Nacional até o dia 17 de março, já recebeu a visita de mais de 600 mil pessoas em 14 dias.

A 3ª Velocult mostra a trajetória do automobilismo brasileiro através da exposição de carros de corrida do passado e de hoje, objetos utilizados por pilotos, troféus importantes da história, réplicas em miniatura de carros históricos, obras de arte referentes ao automobilismo, totens informativos sobre o esporte, capacetes pintados pela lenda Sid Mosca e muito mais. 

Serviço:

Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional
Endereço: Avenida Paulista, 2.073 – São Paulo - SP
Data: até 17 de março de 2012
Horário noite de autógrafos: a partir das 18h
Horário de visitação à exposição: De segunda à sábado, das 7h às 22h. Aos Domingos, das 10h às 20h.
www.velocult.com.br

Fonte: Ralcoh Comunicação (www.ralcoh.com.br)

sábado, fevereiro 25, 2012

Aruanda, 1º carro-conceito do Brasil, é destaque na Velocult 2012

 Um dos destaques da 3ª Velocult, que realiza-se de 28 de fevereiro a 17 de março no Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073) é a presença do revolucionário Aruanda.
Considerado o primeiro carro-conceito brasileiro, sua história ultrapassa fronteiras. Projetado numa época dominada por automóveis grandes e pesados, era uma idéia muito à frente do seu tempo.
No ano de 1963, o jovem Ari Antonio da Rocha, estudante de Arquitetura na FAU-USP, idealizou um veículo de uso urbano, altamente econômico e com a proposta de baixa emissão de poluentes. Ari previa que nas décadas a seguir, as grandes cidades se veriam às voltas com problemas de tráfego intenso e poluição, além do alto preço dos combustíveis fósseis.
Assim foi criado o Aruanda, com espaço para até 3 passageiros, para-brisas panorâmico, espaço para carga na parte traseira, bancos deslocáveis, volante regulável, ventilação controlada,portas de abertura lateral, painel acolchoado, anel de proteção, peso estimado em 330 kg e dimensões reduzidas(2,40 x 1x70 x 1,40).
O projeto foi apresentado no Salão do Automóvel de 1964 e recebeu o Prêmio Lucio Meira, criado por Caio Alcântara Machado, idealizador do evento. Aquela premiação foi fundamental para o futuro do jovem projetista, que na época era estagiário na Vemag, no bairro do Ipiranga, em S. Paulo. Convidado por Mario Fissore para criar o protótipo do Aruanda, Ari Rocha transferiu-se para a Itália, onde acompanhou a construção do veículo no estúdio da Carrozzeria Fissore.
Exibido no 47º Salão de Turim de 1965, o Aruanda recebeu o prêmio especial como a proposta mais inovadora. Pela primeira vez no mundo, via-se um automóvel mono-volume em forma de cunha (solução aerodinâmica consagrada na atualidade), que visava minimizar a resistência do ar e, conseqüentemente, o consumo de combustível. O projeto ia de encontro a todos os padrões da época e revolucionava o design automobilístico. O impacto foi muito grande. Várias personalidades, dentre as quais o pentacampeão da F1 Juan Manuel Fangio, foram conhecer de perto aquela novidade. O Aruanda foi capa da mais importante publicação italiana sobre automóveis, a revista Carrozziere.
Inicialmente, a proposta era usar o motor MV Agusta bicilíndrico, de 28 cv, com previsão de consumo em torno de 20 km/litro de gasolina e velocidade máxima próxima aos 100 km/h.
Trazido para o Brasil, o Aruanda foi exibido em diversas exposições. Das propostas surgidas para sua fabricação, uma das mais atraentes foi apresentada pelo Presidente do Senado Australiano, em 1966. O plano era de fabricá-lo naquele país e equipá-lo com motor elétrico de 10 cv. Ari Rocha, no entanto, queria que seu projeto se tornasse realidade em solo brasileiro. As iniciativas de produção nacional esbarraram em barreiras até hoje não muito claras e que contrariavam interesses comerciais de multinacionais recém-instaladas no país.
Em 1973, na primeira tese de Doutorado em Design defendida no Brasil, Ari Rocha propunha a limitação de acesso de veículos aos centros urbanos e a criação de bolsões de estacionamento. Ali, o motorista deixaria seu carro particular e alugaria uma versão do Aruanda equipada com motor elétrico criogênico (que funciona a baixas temperaturas). A idéia era que o público utilizasse essa modalidade de transporte para se deslocar pela área restrita e o devolvesse num dos outros bolsões espalhados pela cidade para ser utilizado por outro motorista. É interessar salientar que essa idéia vem sendo testada atualmente em algumas cidades européias.
Após anos de tentativas frustradas, Ari Rocha desistiu do plano de fabricar o Aruanda.
No ano de 1978, o carro foi levado à fábrica da Puma para reparos. Após uma chuva em que houve uma grande enchente, o carro foi dado como desaparecido. Cerca de 30 anos depois, o veículo foi localizado em Bauru pelo chaveiro Osvaldo Petroni Jr. Sem saber do que se tratava, pesquisou até descobrir que ali estava um exemplar único e de incalculável valor histórico. Conseguiu entrar em contato com Ari Rocha a quem foi devolvido o veículo.
O Aruanda encontrava-se, entretanto, em mal estado de conservação. Entregue aos cuidados do renomado restaurador Ricardo Oppi, encontra-se quase que totalmente recuperado. O veículo foi exibido no Salão Internacional de Veículos Antigos e na edição dos 50 anos do Salão do Automóvel, ambos em 2010.
Uma pesquisa intensa vem sendo desenvolvida visando a conclusão do restauro e a preservação desta verdadeira obra-prima, fruto da engenhosidade e da criatividade de grande brasileiro chamado Ari Antonio da Rocha.
A 3ª Semana Cultural da Velocidade é um evento idealizado pelo designer Paulo Saláriz com apoio da Secretaria da Cultura do Município de São Paulo, Conjunto Nacional, CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) e seu presidente Cleyton Pinteiro. Toda a renda do evento será revertida em prol da organização “Médicos Sem Fronteiras”.
Serviço: 3ª Semana Cultural da Velocidade – Velocult
Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional
Endereço: Avenida Paulista, 2,073 – São Paulo – SP
Data: Cocktail de abertura para imprensa e convidados: 27 de fevereiro de 2012
Período de visitação do público: de 28 de fevereiro a 17 de março de 2012
Fonte:
Ralcoh Comunicação ( www,ralcoh.com.br

sexta-feira, março 18, 2011

Ayrton Senna 50 anos: homenagens se encerram com ápice no Conjunto Nacional, dia 21

Diretoria do Instituto Ayrton Senna recebe escultura do designer Paulo Soláriz como última celebração ao cinqüentenário do ídolo. Palco da solenidade será a 2ª Semana Cultural da Velocidade, na data em que o piloto completaria 51 anos.
O dia 21 de março marca uma data importante para o automobilismo brasileiro, já que neste dia, em 1960, nascia o piloto Ayrton Senna. Em 2010 as homenagens ao cinquentenário do tricampeão mundial foram fartas e retratam a adoração do povo brasileiro ao nosso grande ídolo. Ao longo de todo o ano, o Instituto Ayrton Senna prestou tributo à memória do piloto, e agora mais uma reverência será realizada para encerrar o ciclo de homenagens. 

O artista plástico e designer Paulo Soláriz, conhecido por criar obras que têm como principais temas o automobilismo e a velocidade, idealizou uma escultura que será doada ao Instituto Ayrton Senna na próxima segunda-feira, dia 21 de março, durante a 2ª Semana Cultural da Velocidade, exposição que tem curadoria de Soláriz. Em comemoração àquele que seria o 51º aniversário de Senna, e também fechando o ano de seu cinqüentenário, o designer oferece a belíssima e emocionante obra “Ayrton Senna 50 Anos”. 

Com formas fluidas e clean, a peça é cheia de significados especiais, a exemplo do símbolo em representação do infinito localizado em seu centro. A escultura segue exposta até a data em que o evento se encerra e, posteriormente, será entregue pessoalmente por Soláriz a Viviane Senna, irmã de Ayrton e fundadora do Instituto Ayrton Senna, na sede da entidade.

A 2ª Semana Cultural da Velocidade, idealizada por Paulo Soláriz, está aberta ao público desde 15 de março e se estende até 2 de abril, no Espaço Cultural do Conjunto Nacional, em São Paulo. Lá, além de aproximadamente 15 carros que marcaram história nas competições brasileiras, estão expostas obras de arte, painéis fotográficos e objetos pessoais de pilotos, com destaque para os capacetes utilizados por Senna em algumas de suas glórias na Fórmula 1.

SERVIÇO:
2ª SEMANA CULTURAL DA VELOCIDADE - VELOCULT DE 15/03 A 02/04
ESPAÇO CULTURAL DO CONJUNTO NACIONAL: AVENIDA PAULISTA, 2.073 
SÃO PAULO / SP

Fonte: Ralcoh

quinta-feira, março 17, 2011

2ª Semana Cultural da Velocidade desperta o interesse de cerca de 90 mil pessoas

Grande maioria das pessoas que passam diariamente pelo Conjunto Nacional não resiste à beleza e ao valor cultural dos carros e objetos que contam a história do automobilismo brasileiro.
Quem passa pelo Conjunto Nacional diariamente pode conhecer um pouco mais da história do automobilismo brasileiro. Aproximadamente 15 automóveis, além de obras de arte, troféus e objetos pessoais de pilotos, compõem a 2ª Semana Cultural da Velocidade, que foi aberta para visitação do público na terça-feira, 15 de março. Criada pelo artista plástico e designer Paulo Soláriz, a Velocult ilustra a trajetória do esporte desde a década de 50 até os dias atuais, tendo como grande atrativo os carros originais que passaram pelas mãos de “heróis” como Camilo Cristópharo e Bird Clemente, e até mesmo a Jordan 194 dirigida por Rubens Barrichello na temporada de 1994 da Fórmula 1.

A exposição surpreende e continua maravilhando quem passa pelo local, situado na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante todo o dia os visitantes tiram fotos, fazem pequenos vídeos e leem a história dos objetos expostos para ter uma melhor noção do valor cultural que um evento como este tem para a cidade. 

O Instituto Ayrton Senna é um dos parceiros de Paulo Soláriz e também participa da 2ª Semana Cultural da Velocidade. Lá estão expostos os capacetes oficiais do tricampeão mundial de Fórmula 1, que se consagrou como um dos grandes ídolos brasileiros. Para homenagear o cinqüentenário do piloto, Paulo Soláriz também elaborou uma escultura que será doada ao Instituto no próximo dia 21, em cerimônia realizada na exposição. A peça permanecerá exposta até o final da Velocult, mas posteriormente será levada pessoalmente por Soláriz a Viviane Senna, irmã de Ayrton e fundadora da organização.

Outro atrativo da 2ª Velocult que desperta enorme fascínio dos visitantes é a torre de capacetes pintados por Sid Mosca, artista renomado mundialmente por criar verdadeiras “obras de arte” que fazem a segurança dos pilotos. Os itens, originais, foram usados por nomes como Michael Schumacher, Fernando Alonso, Emerson Fittipaldi e Juan Pablo Montoya, além dos brasileiros Ayrton e Bruno Senna, Rubens Barrichello, Nelson Piquet e Tony Kanaan, entre outros.

A 2ª Velocult se estende até 02/04 e a entrada é gratuita.

SERVIÇO:
2ª SEMANA CULTURAL DA VELOCIDADE - VELOCULT DE 15/03 A 02/04
ESPAÇO CULTURAL DO CONJUNTO NACIONAL: AVENIDA PAULISTA, 2.073 
SÃO PAULO / SP



Fonte: Ralcoh

quarta-feira, março 16, 2011

FEI expõe veículos no Conjunto Nacional

Veículos X-20 e X-16 estarão na 2ª edição da Semana Cultural de Velocidade- Velocult -, que acontecerá de 15 de março a 2 de abril, no Conjunto Nacional, em São Paulo


Os veículos X-20, um roadster ousado e inovador, e X-16, um supereconômico, desenvolvidos no Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), estarão expostos na 2ª Semana Cultural de Velocidade - Velocult -, que acontecerá de 15 de março a 2 de abril, no Conjunto Nacional, em São Paulo. Criada pelo designer e artista Paulo Soláriz, a Velocult quer resgatar a história do automobilismo brasileiro. Por isso, a mostra reunirá carros que marcaram, como a legendária carreteira nº 18, de Camilo Christófaro, e Willys Interlagos nº 22, de Bird Clemente, além de objetos, como capacetes. A exposição é aberta ao público.

ROADSTER X-20 - O FEI X-20 também se diferencia pelo moderno processo de construção. A carroceria foi gerada diretamente do desenho do computador, por meio de um dos mais avançados sistemas de simulação matemática, eliminando a necessidade de modelagem de protótipos. Além disso, o carro tem chassi totalmente feito em alumínio, material que ajuda a dar mais leveza e resistência ao veículo e está também presente em outros componentes, como aro das rodas, partes da transmissão e bloco do motor V8, utilizado no superesportivo norte-americano Corvette Z06.

Mais que um projeto inovador, o X-20 é uma plataforma de desenvolvimento, que integra diversas áreas da engenharia. É fruto da dedicação de um grupo de alunos, professores e pesquisadores dos cursos de Engenharia Mecânica Automobilística, Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, além do IPEI, Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais da FEI.

SUPERECONÔMICO X-16 - Capaz de atingir cerca de 500 km com 1 litro de gasolina, o FEI X-16 tem construção tipo monobloco, em que até o banco do piloto faz parte da estrutura do veículo. Foi totalmente construído em resina epóxi e reforçado com fibra de vidro e carbono, materiais que tornam o carro mais leve e resistente. Além do design inédito, o carro tem sistema de injeção direta, que reduz ainda mais seu consumo. O veículo utiliza um dispositivo automático que liga e desliga o motor a uma determinada velocidade. Desta forma, quando o carro atinge a marca dos 45km/h, o motor desliga e volta a ligar aos 15km/h. Desenvolvido por alunos da FEI em parceria com o IPEI, o supereconômico utiliza motor padrão ciclo Otto, de 4 tempos, de cerca de 2,5 HP e 50 cm3 de volume deslocado. 



SEMANA CULTURAL DE VELOCIDADE- VELOCULT
Quando - 15 de março a 2 de abril
Horário - segunda a sexta-feira, das 8h às 23h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 23h.
Onde - no Conjunto Nacional, avenida Paulista, 2.073, São Paulo
Entrada gratuita



Fonte: Companhia de Imprensa

sábado, março 05, 2011

2ª Semana Cultural da Velocidade mostra 20 carros que fizeram história nas corridas

 Além das “máquinas”, evento terá a exposição de objetos pessoais de pilotos, troféus, grandes painéis fotográficos e obras de arte que exaltam a velocidade nas pistas e as emoções que cercam o fascinante mundo do automobilismo.

Misturar cultura, paixão, arte, velocidade e história. Esta é a finalidade da 2ª Edição da Semana Cultural da Velocidade (Velocult), uma exposição idealizada pelo empresário de eventos e designer Paulo Soláriz e que acontece de 15 de março a 2 de abril, no Espaço Cultural Conjunto Nacional, em São Paulo. A mostra reunirá 20 carros de corrida antigos e atuais, além de objetos pessoais de pilotos, troféus importantes, painéis fotográficos e, claro, obras de arte que têm a velocidade e suas emoções como temas principais.

A exposição promete mexer com os sentimentos dos visitantes e apreciadores de corridas, já que dará ao público a oportunidade de conhecer de perto a história do automobilismo brasileiro tão consagrado mundo afora pelas mãos de nossos talentosos pilotos. Os jovens e crianças, principalmente, poderão ter contato direto com carros e objetos antigos fundamentais para a trajetória de sucesso de mais de 100 anos do esporte no Brasil.

Pelos enormes e ecléticos corredores do Espaço Cultural do Conjunto Nacional será possível admirar a famosa e legendária Carreteira nº 18 de Camilo Cristópharo, um carro construído nos anos 50 com muito trabalho de engenharia e que exigia “braço” para ser pilotado. Um legítimo representante da evolução do automobilismo brasileiro. Poderão ser vistos também: a Carreteira de Chico Landi; o Willis Interlagos nº 22 que Bird Clemente “derrapava” pelo autódromo paulistano em 1965; o DKW nº 10 da Equipe Vemag; o Opala “envenenado” pilotado por Paulo Gomes quando foi campeão da Stock Car pela primeira vez, em 1979.

Também está confirmada a presença de carros das categorias Stock Car, Copa Montana, e Racing Festival (de Felipe Massa), com destaque para a Ferrari GT-4 e 1 Lamborghini GT3, e de projetos da FEI. Sid Mosca e suas famosas pinturas em capacete, igualmente marcarão presença.

As crianças terão atenção especial, já que a história do automobilismo brasileiro será retratada por meio de carros, objetos e arte. Serão agendadas com as escolas visitas monitoradas para crianças de 07 a 10 anos de idade e após a visitação elas receberão material para criarem desenhos relativos à mostra que ficarão expostos em murais por todo o espaço da 2ª Semana Cultural da Velocidade.

A 2ª Velocult tem o apoio oficial da Confederação Brasileira de Automobilismo – CBA, e  será aberta oficialmente com um coquetel para imprensa e convidados especiais, como pilotos do passado e de hoje, personalidades do mundo automobilístico e da sociedade, e empresários.
Automobilismo no Brasil

A história do automobilismo brasileiro é constituída de fatos belíssimos, heroicos e emocionantes que constantemente elevam o nome do Brasil ao redor do mundo e fizeram nossa população adotar o esporte graças à grande admiração pelos pilotos. O Brasil foi o primeiro País da América Latina a sediar uma prova automobilística. Em 1908, na cidade de São Paulo, essa prova arrastou uma multidão de pessoas para o local de largada e chegada, onde é hoje o Estádio Palestra Itália. Também fomos o primeiro País a construir um autódromo, em 1940, na cidade de São Paulo, o mundialmente conhecido Autódromo José Carlos Pace, ou, simplesmente, Autódromo de Interlagos.

Atualmente o automobilismo tem grande importância para os brasileiros não só pelos ídolos construídos, mas pela quantidade de títulos conquistados em diversas categorias, como a Fórmula 1, onde somos os maiores detentores de títulos, juntamente com a Alemanha, com 8 títulos.

Fonte: Ralcoh