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segunda-feira, janeiro 15, 2018

NOVOS MUSTANG BULLITT, EDGE ST E RANGER NO SALÃO DE DETROIT

A Ford apresentou três grandes novidades durante a coletiva de imprensa realizada neste domigo, 14, no Salão Internacional de Detroit 2018, nos EUA. Um dos grandes destaques é o Mustang BullittTM de terceira geração – em edição limitada comemorativa do 50º aniversário do filme clássico “Bullitt”, de Steve McQueen. Estreiam também o novo Edge ST, o primeiro SUV tunado pela Ford Performance (divisão de carros de alto desempenho da marca) e a Nova Ranger, esta exclusiva para o mercado americano.

O novo Ford Mustang BullittTM, apresentado no evento pela atriz Molly McQueen, neta de Steve McQueen, será lançado em meados do ano nos EUA e é equipado com um motor V8 5.0 especialmente calibrado com potência de mais de 480 cv e torque  de 569 Nm, chegando à velocidade máxima de 262 km/h. Veja aqui o vídeo de lançamento. O Mustang GT 1968 original que estrelou o premiado filme “Bullitt” com Steve McQueen também faz parte da mostra da Ford no salão, dando fim a um mistério de 40 anos sobre o paradeiro do carro.

Disponível apenas nos EUA, o novo Edge ST é a primeira versão revelada pela Ford da linha 2019 do utilitário esportivo. No final do ano, o modelo também será lançado na Europa nas versões Vignale, ST-Line, Titanium e Trend, com novos motores diesel, estilo aprimorado e tecnologias sofisticadas de assistência ao motorista.

O novo Edge ST tem características avançadas de dirigibilidade e frenagem. Destaque para a nova transmissão de oito velocidades com engates rápidos, o motor V6 mais potente da categoria e tecnologias inéditas no segmento, como assistência de manobras evasivas, piloto automático adaptativo com stop-and-go e assistência de manutenção na faixa.

Também desenvolvida para atender o consumidor americano, a Ford apresenta nova Ranger com motor EcoBoost 2.3 a gasolina, transmissão automática de 10 velocidades e tecnologias avançadas como a assistência de frenagem com detecção de pedestre.

Edição especial Mustang BullittTM
O novo Mustang BullittTM tem transmissão manual e exibe uma bola branca na manopla do câmbio, como um tributo ao modelo original. Também vem com válvula ativa no sistema de escapamento, tunada para dar ao carro um ronco característico.

Outro equipamento de série é o painel de instrumentos com tela digital de 12 polegadas, igual à do novo Mustang que começa a ser vendido no Brasil este ano, mas com uma tela de boas-vindas exclusiva, em verde, e a imagem do BullittTM estampada.

“Como Steve McQueen, este novo BullittTM agrada sem fazer esforço”, diz Darrell Behmer, designer chefe do Mustang. “Como designer, é o meu Mustang preferido, despojado de listras, spoilers e emblemas. Ele não precisa gritar para ser notado – é simplesmente legal.”

Suas opções de cor são limitadas ao preto Shadow e ao clássico verde Dark Highland usado no filme. Outras características que homenageiam o carro dirigido por McQueen são os frisos finos cromados ao redor da grade e das janelas dianteiras e as clássicas rodas de alumínio de 19 polegadas. Por dentro e por fora, o veículo traz poucos emblemas. Externamente, vê-se apenas o logotipo circular BullittTM aplicado na falsa tampa de combustível na traseira.

O original
Dois Mustangs GT 1968 fastback idênticos foram usados ​​na filmagem de “Bullitt”, sucesso que estreou nos cinemas em 17 de outubro de 1968. Depois da filmagem, os carros seguiram caminhos diferentes: o veículo principal dirigido por McQueen foi vendido pela Warner Bros para um comprador privado e o outro – usado em muitos saltos na famosa cena de perseguição – foi enviado a um depósito de sucata. Este último ressurgiu em Baja, Califórnia, no início de 2017, mas o outro ficou perdido para a história. Até agora.

Sean Kiernan herdou o carro em 2014 do seu falecido pai, Robert, que o havia comprado em 1974. Para realizar o sonho da família, Sean contatou a Ford e trabalharam juntos para colocá-lo ao lado do novo Mustang BullittTM no Salão de Detroit.

Primeiro SUV de Performance da Ford
O novo Edge ST traz o motor V6 mais potente da categoria, um EcoBoost 2.7 de duplo turbo, especialmente tunado, com potência de 340 cv e torque de 515 Nm.

A transmissão automática de oito velocidades com engates rápidos e a suspensão com ajuste esportivo garantem uma condução dinâmica. Além disso, o novo modo “Sport” permite uma resposta de aceleração e padrões de mudança mais agressivos, junto com um som de escape mais forte.

O Edge ST exibe novo estilo na dianteira e na traseira, uma grade de malha aberta para otimizar a refrigeração, saias laterais largas, dupla saída de escape e rodas de 21 polegadas exclusivas. O interior tem console central redesenhado e um novo botão de câmbio rotativo que facilita o acesso à base de carregamento sem fio, aumentando a sensação de modernidade e sofisticação do veículo.

O novo Edge vem de série com mais tecnologias de assistência ao motorista que qualquer outro SUV da categoria nos EUA, incluindo recursos inéditos na marca e no segmento:

• Frenagem pós-colisão: ajuda a reduzir o impacto de uma potencial colisão secundária, aplicando automaticamente pressão moderada no freio quando uma colisão inicial é detectada, para diminuir possíveis lesões aos ocupantes e danos ao veículo.

• Assistente de manobras evasivas: ajuda o motorista a desviar de veículos parados ou mais lentos para evitar colisões. Projetado para operar em velocidades na cidade e na estrada, usa radar e câmera para detectar carros parados ou lentos e dá suporte de direção para a manobra em caso de colisão iminente.

• Piloto automático adaptativo com stop-and-go e assistência de manutenção na faixa: ajuda a manter uma distância confortável dos veículos à frente e reduz o estresse em viagens longas com tráfego moderado, conservando o automóvel dentro da faixa.

Outros equipamentos incluem câmeras dianteira e traseira de 180 graus, estacionamento automático aprimorado e sistema de áudio premium B&O Play da Harman, com 12 alto-falantes, especialmente ajustado para o Edge.
Ranger exclusiva
A nova versão exclusiva da Ranger para os EUA traz um estilo exterior único, com faróis e lanternas traseiras de LED e tecnologias avançadas como frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego com cobertura para reboque – inédita no segmento, assistência de frenagem com detecção de pedestre, assistência de manutenção na faixa e piloto automático adaptativo.

Novas funcionalidades também tornam a direção da picape mais fácil e divertida, em estrada e fora de estrada. O pacote opcional FX4 Off-Road adiciona protetores de carroceria, pneus especiais e suspensão tunada. O sistema de gerenciamento de terreno e o controle Trail ajudam a rodar em pistas mais radicais.

Fonte:

Imprensa Ford

sexta-feira, julho 26, 2013

150 ANOS DE HENRY FORD, O CRIADOR DOS AUTOMÓVEIS EM MASSA


 Henry Ford, criador da linha de montagem para produção em série de automóveis, completaria 150 anos no dia 30 de julho. Para homenagear o fundador da Ford Motor Company, uma série de eventos estão sendo realizados nos Estados Unidos e outros países.

A cidade de Dearborn, Michigan, onde a Ford nasceu e ainda mantém sua sede mundial, terá neste sábado um grande evento público, reunindo membros da família, empregados e aposentados da empresa, autoridades, representantes do Museu Henry Ford e da Universidade de Michigan.

            Chamado "Coming Together: a Celebration of Henry Ford's 150th Birthday", será realizado no Henry Ford Estate, também conhecido como Fair Lane, casa onde ele morou e foi transformada em memorial.

            Bill Ford, presidente do Conselho da empresa, e Edsel Ford, descendentes do fundador, darão depoimentos na comemoração, que terá também a exibição de veículos históricos, shows de música, dança e feira de produtos agrícolas e artesanato - assuntos que faziam parte das paixões de Henry Ford.

Um legado imensurável
O impacto de Henry Ford no mundo é praticamente imensurável. A sua introdução do automóvel no mercado de massa levou a economia agrícola dos Estados Unidos e do mundo a uma nova era de prosperidade industrial e urbana. Muitos historiadores creditam a ele a criação da classe média na América. A sua base salarial alta - revolucionária na época - foi um precedente para a distribuição de rendimentos da empresa, que influenciou mais tarde as práticas gerenciais.

            A curiosidade e a vocação empreendedora de Ford foram responsáveis por uma longa lista de inovações dos automóveis, do motor V8 aos vidros de segurança. O seu espírito de inovação continua a orientar a Ford Motor Company e está presente em veículos como a F-150, o Mustang e o Fusion Hybrid, em tecnologias inovadoras como o SYNC e o EcoBoost e na sua força de trabalho nos seis continentes.

            "A visão do meu bisavô era melhorar a vida das pessoas tornando os carros acessíveis para as famílias médias", diz Bill Ford. "Sua ideia de produzir carros com preço razoável ainda repercute e define a nossa visão hoje."

O começo de Henry Ford
Henry Ford nasceu em 30 de julho de 1863, no condado de Wayne, no estado de Michigan, nos EUA - área que depois se tornou Dearborn -, como o mais velho de seis irmãos. Ele trabalhava na fazenda da família e visitava a cidade com seu pai, onde teve contato com a sua real paixão - a mecânica -, vendo as primeiras tecnologias de motores e máquinas.

            Em abril de 1888, Ford casou com Clara Bryant. Começou a trabalhar como engenheiro na Edison Illuminating Company e progrediu rapidamente na carreira. Foi promovido a engenheiro chefe em 1893, mesmo ano em que seu filho Edsel nasceu, e ganhou mais estabilidade financeira e liberdade para explorar seus próprios experimentos. Embora tivesse uma sólida carreira na Edison Illuminating, Ford estava decidido e pronto para se aventurar na engenharia automotiva, o seu foco há longo tempo.

            Quando menino, Ford desmontava tudo o que chegava a suas mãos. Na vizinhança, ficou conhecido por consertar relógios. Conforme cresceu, aproveitou todas as oportunidades de explorar a mecânica, aprendendo a consertar máquinas a vapor e moinhos. Nos anos 1890, concentrou seu interesse nos motores de combustão interna.

Primeiros desafios
            Henry Ford batizou seu primeiro veículo de Quadriciclo. O modelo atraiu apoio financeiro suficiente para ele deixar o cargo de engenheiro na Edison Illuminating e participar da fundação da Detroit Automobile Company, em 1899. A empresa não deu certo por várias razões e, em 1901, Ford voltou a trabalhar como empregado. Mais tarde, no mesmo ano, nasceu a Henry Ford Company. Em 1902, ele resolveu se dedicar integralmente à empresa para ter mais tempo de refinar seus veículos.

            Em sua pequena oficina, ele trabalhou em dois carros de corrida, o "Arrow" e o "999". Com a ajuda de um desenhista, um mecânico e um campeão de ciclismo aposentado, os novos modelos foram preparados para correr. Barney Oldfield, considerado por alguns historiadores o maior piloto dos primeiros anos do automobilismo, dirigiu o "999" na Manufacturers Challenge Cup Race, em Grosse Pointe, Michigan. O carro chegou uma milha (1.600 metros) na frente do concorrente.

            Após a corrida, A.Y. Malcomson, negociante de carvão em Detroit, ficou interessado em Ford e seus automóveis. Os dois se tornaram sócios e Ford começou a trabalhar em um novo carro. No começo de 1903, vieram mais investidores. A Ford Motor Company foi fundada em 16 de junho de 1903.

            Um mês depois, Henry Ford enfrentou uma situação difícil: o caixa da companhia chegou a menos de 250 dólares. A entrada salvadora de recursos veio em 13 de julho de 1903: um pagamento à vista e duas entradas da venda de três Modelos A, totalizando 1.320 dólares, mantiveram a empresa em operação. No final de 2012, um desses três carros - um Modelo A 1903 vermelho - foi recomprado em leilão por Bill Ford. Acredita-se que seja o carro de chassi número 30, único sobrevivente dos três vendidos naquele dia.

            Com a melhoria da situação financeira, a Ford aumentou a oferta de veículos e aprimorou a sua produção. O icônico Modelo T surgiu em outubro de 1908, inaugurando uma nova era na América. Foi o nono veículo produzido por Henry Ford, que o chamou de "carro universal" - um veículo barato e confiável, que podia ser mantido com facilidade e viajar pelas estradas precárias da época. Ele vendeu mais de 15 milhões de unidades e colocou o mundo sobre rodas.

            Em 1913, a Ford criou a linha de montagem para automóveis. Carregadores e transportadores aéreos traziam as peças para a linha de montagem móvel. Com isso, aumentou a produção e reduziu o custo de produção. Em 1914, a Ford tinha 13.000 empregados e produziu cerca de 300.000 carros, enquanto outras 299 empresas com 66.350 empregados produziram cerca de 280.000 carros.

            A construção da fábrica de Rouge, em 1917, foi o primeiro passo para o sonho de Ford de montar um complexo de manufatura integrado, onde o processamento de matérias-primas, peças e montagem final seria feito de modo eficiente em um único local.

Carros para o homem comum
            Mais que seus carros, o que fez o sucesso de Henry Ford foi compreender o potencial que eles tinham de transformar a sociedade. Antes de Ford, os carros eram itens de luxo e a maioria de seus primeiros competidores continuaram a produzir e vender seus produtos para os clientes ricos. Ford entendeu que com as técnicas certas os carros poderiam se tornar acessíveis e desejados pelo grande público. Ele se concentrou em tornar o processo de manufatura mais eficiente para produzir mais e vender mais barato.

Ford entendeu que seu negócio era mais do que carros: era transporte, mobilidade, mudança de estilo de vida. Ele antecipou o efeito cascata da produção em massa para criar mais empregos e permitir que mais pessoas comprassem os carros que ele produzia.

            Ele tornou a Ford Motor Company uma empresa internacional, muito antes que qualquer um de seus competidores. No áuge da fama e poder, a Ford operava ou vendia em mais de 30 países ao redor do mundo, incluindo China, Brasil e a maior parte da Europa.

Uma sociedade melhor
            O lema pessoal de Henry Ford de "ajudar o próximo" influenciou seu estilo de gestão. Ele reconheceu que as políticas generosas com os empregados  resultavam em trabalhadores mais satisfeitos e melhores produtos. No entanto, ele dizia não acreditar na caridade convencional - preferia dar oportunidades para que as pessoas se ajudassem a si mesmas.

            Algumas das inovações que Ford introduziu em sua empresa incluem:
  • O pagamento de 5 dólares por dia, o dobro do padrão da indústria, aproximando os empregados dos carros que produziam. Ford considerava isso um caminho para dividir os lucros da companhia com aqueles que ajudavam a produzi-los.
  • Criação de oportunidades de emprego para pessoas com necessidades físicas e mentais especiais.
  • Facilidades de educação no ambiente de trabalho, começando com a Escola de Língua Inglesa na fábrica de Highland Park, em 1919, quando percebeu que a sua força de trabalho, formada por muitos imigrantes, precisava de reforço de linguagem.

Líder empresarial
Henry Ford se aposentou pela primeira vez em 1919, quando passou a liderança da companhia para o filho Edsel. Também em 1919, ele adquiriu, junto com sua esposa e o filho Edsel, a participação dos sócios minoritários da companhia pela soma astronômica (para a época) de 105,82 milhões de dólares e tornou-se o único dono da Ford Motor Company - fazendo dela um negócio realmente familiar. Em 1943, quando Edsel morreu de câncer, aos 49 anos, Henry retornou à presidência, mas muitos dizem que ele jamais foi o mesmo depois da perda do filho querido. 

            Em 21 de setembro de 1945, o conselho de diretores da Ford Motor Company recebeu uma carta de Henry Ford renunciando à presidência e indicando Henry Ford II, seu primeiro neto e filho mais velho de Edsel, como sucessor. Com isso, Henry Ford deixou definitivamente o comando da empresa, aos 82 anos de idade.

            A aposentadoria encontrou Henry Ford ocupado como sempre. Ele passou o dia 7 de abril de 1947 inspecionando prédios na área de Dearborn que haviam sido danificados pela pior enchente da história na região. A inundação havia cortado a energia na casa de Ford, a Fair Lane. Ele morreu na cama, naquela noite, à luz de velas, em uma recriação do mundo sem eletricidade no qual ele tinha nascido.
Mais informações sobre os 150 anos de Henry Ford estão disponíveis (em inglês) no site http://media.ford.com/mini_sites/10031/HenryFord150 e no Facebook, no http://bit.ly/HenryFord150.

Fonte:
Imprensa Ford

segunda-feira, dezembro 24, 2012

Porsche study 918 RSR

No North American International Auto Show , em Detroit, a Porsche revelou a variante de corrida RSR do 918 Spyder. Em vez de usar o plug-in de tecnologia híbrida, a potência para os dois motores elétricos é fornecida por um sistema KERS  que fica  no compartimento de passageiros.

sexta-feira, outubro 05, 2012

RODADAS DUPLAS SÃO NOVIDADES NA FÓRMULA INDY PARA 2013


Duas corridas no mesmo final de semana terão também largada parada em uma delas

Uma das novidades do calendário da Fórmula Indy para 2013 é a presença de três rodadas duplas. A primeira delas acontece em Detroit nos dias 1 e 2 de junho. Depois, é a vez de Toronto receber duas corridas seguidas, 13 e 14 de julho. Por fim, Houston receberá a última etapa com rodada dupla, nos dias 5 e 6 de outubro.

"Nós achamos que as rodadas duplas são boas para todos, para os torcedores, pilotos e também os patrocinadores. Olhamos para o nosso modelo de negócio e vimos como podemos aumentar nossa audiência e dar mais exposição para as equipes, pilotos e patrocinadores", explicou Randy Bernard, CEO da Fórmula Indy.

Cada uma das corridas terá pontuação e premiação normal no campeonato. O diferencial é que uma das duas corridas não terá largada em movimento, como acontece tradicionalmente.

As largadas paradas serão introduzidas na Fórmula Indy em 2013, apenas nos finais de semana com rodadas duplas. Em uma das corridas destas etapas, a largada será a tradicional, em movimento. Na outra, após algumas voltas de apresentação, os carros se alinharão em filas duplas para a partida. A ordem deste procedimento ainda não foi decidida.

"É muito importante mostrarmos como nossos pilotos são versáteis. Queremos também ter certeza de que estamos dando algo a mais aos nossos fãs. E nós teremos a largada parada um dia e a em movimento no outro, acho que isso é outra maneira de mostrar nossa versatilidade", concluiu Randy.

Fonte: MP Team

sábado, agosto 25, 2012

FORD CRIA GT500 COBRA DE 860 CV


A Ford, em conjunto com a Ford Racing e a Shelby American, entre outros amigos, acaba de anunciar o Shelby GT500 Cobra 2013, um modelo exclusivo de 860 cv de potência, que é um tributo a Carroll Shelby, o maior preparador de veículos da marca. O nome Cobra tornou-se um símbolo de performance e esportividade no mundo e marcou a criação de modelos lendários da família Mustang.

A Ford anunciou também que rebatizou o seu Centro de Desenvolvimento do Produto de Dearborn, em Detroit, com o nome do mais famoso piloto e preparador da marca, falecido aos 89 anos. Carroll Shelby também foi fundamental na década 60 na criação do GT40 e versões especiais do Mustang.

O Shelby GT500 Cobra 2013 foi revelado por Edsel Ford II, membro do Conselho da Ford, Jim Farley, vice-presidente de Vendas e Marketing, e John Luft, presidente da Shelby American, durante um evento nos Estados Unidos. "Mesmo com idade avançada, Carroll era uma inspiração para todos nós", disse Farley. "Este ano marca o 50º aniversário do Shelby Cobra original. Este carro que criamos representa a ideia que ele tinha de transformar o Shelby GT500 2013 em um verdadeiro Cobra."

Fonte: Ford

segunda-feira, junho 04, 2012

FÓRMULA INDY: SCOTT DIXON VENCE GP DE DETROIT



Neozelandês da Ganassi largou da pole e liderou praticamente a corrida inteira. Prova teve paralização por causa de problemas com o pavimento da pista. Após reparos e uma hora e meia, etapa foi reiniciada

A sexta etapa da temporada 2012 da Fórmula Indy pode ser contada em duas partes. O GP de Detroit, disputado neste domingo (3) em Belle Isle, ilha localizada na capital norte-americana do automóvel, foi dividida exatamente em duas metades: a primeira, de 45 voltas, e a segunda, que teve apenas 15 - de 90, foi encurtada para 60 giros.

No final, venceu quem largou na frente: Scott Dixon, da Ganassi, e o companheiro Dario Franchitti - vencedor das 500 Milhas de Indianápolis - em segundo. Segunda dobradinha seguida do time comandado por Chip Ganassi - no último domingo, ela acontecem em ordem inversa. Boa corrida do francês Simon Pagenaud, completando pela primeira vez um pódio inteiro dominado por carros com motores Honda.

A corrida, no entanto, durou bem mais - e bem menos - do que deveria. No tempo, durou exatamente quatro horas; em número de voltas, foram 60 em vez das 90 previstas. Isso porque uma interrupção de duas horas causada por problemas com pavimento da pista forçou a direção de prova a parar a corrida com bandeira vermelha.

A causa foi a batida de James Hinchcliffe na volta 37, que ocasionou a primeira bandeira amarela da etapa. A causa do acidente foi um pedaço de um remendo de borracha presente no concreto da pista, que entrou debaixo do carro do canadense. A bandeira amarela perdurou até o 45º giro, quando a direção de prova deu bandeira vermelha paralisando a corrida, já que pedaços de concreto e borracha da pista se soltavam em vários pontos do traçado de 3,3 quilômetros de extensão.

Os carros se dirigiram aos boxes exatamente às 18 horas (de Brasília). Os locais problemáticos foram remendados com cimento de secagem rápida e às 18h58 o diretor de provas da Indy, Beaux Barfield, comunicou a continuação da corrida para dali 32 minutos, às 19h30 - de Brasília (18h30 em Detroit), momento em que alguns pilotos começavam a relatar alguns pingos de chuva no circuito.

Depois, o horário da largada foi mudado para as 20 horas. Tony Kanaan e Will Power assumiram a responsabilidade de serem os porta-vozes dos pilotos e foram, com o safety car, conferir pessoalmente os trechos em que os buracos foram cobertos para dar o aval aos colegas de que a corrida poderia ser reiniciada em segurança.

Por causa do tempo, a direção de prova resolveu encurtar de 90 para 60 voltas - liberando apenas 15 voltas para a segunda parte da corrida.

1º Tempo
Scott Dixon e Will Power dividiam a primeira fila, e Alex Tagliani, que sairia em terceiro, teve de sair dos boxes. Na primeira volta, Justin Wilson - vencedor da última edição da prova, em 2008 - tocou no muro e parou nos boxes para reparos na suspensão traseira direita. O inglês da Dale Coyne voltou pouco antes da bandeira amarela, na volta 34.

A corrida seguia com Dixon liderando Power e Simon Pagenaud. Em quarto lugar, EJ Viso vinha em ritmo pouco mais lento que os líderes, e isso formou uma verdadeira locomotiva de carros atrás do venezuelano. Em determinado momento, formou-se uma fila de 13 carros, quando Viso virava voltas entre dois e três segundos mais lentas que as dos líderes. Em um circuito difícil de ultrapassar, a parte mais agitada da corrida ficou atrás do carro vermelho e laranja da KV Racing.

Na 19ª volta, Helio Castroneves ultrapassou o companheiro de equipe Ryan Briscoe e assumiu o sexto lugar, e passava a perseguir Ryan Hunter-Reay, que estava imediatamente atrás do carro de Viso, que mesmo escorregando de traseira e atravessando seu bólido na saída da curva 6, conseguiu se manter à frente do grupo até o momento de sua parada nos boxes, na volta 28.

Entre toques e abandonos, veio a bandeira amarela - e depois vermelha - na batida de James Hinchcliffe (e de Takuma Sato em outro local, na mesma volta), e a ordem era formada por Dixon, Power, Pagenaud, Kanaan, Castroneves, Franchitti, Hunter-Reay, Rahal, Briscoe e Servia fechando os dez primeiros.

2º Tempo
Quando os carros saíram à pista, deram duas voltas e a bandeira verde liberou a disputa. Neste exato momento, começou a chover no circuito, ainda que em quantidade moderada, mas o bastante para molhar alguns trechos da pista e fazer algumas vítimas, como Helio Castroneves, Ed Carpenter e Josef Newgarden, que rodaram e bateram, mas conseguiram voltar para a corrida, embora bem atrás no pelotão.

A rodada de Castroneves, na volta 48, causou bandeira amarela. A relargada aconteceu na 51 e teve Franchitti com duas manobras espetaculares, ultrapassando por fora Will Power e Simon Pagenaud, indo do quarto para o segundo lugar. Na mesma volta, Viso levou toque de Andretti e rodou na saída da curva 7, causando nova bandeira amarela.

A seis voltas do final, bandeira verde. Josef Newgarden, uma volta atrás, mas com pneus novos, voava na pista e vinha descontando a volta de desvantagem passando Hildebrand e Andretti. Tagliani, na volta 55, ultrapassou Marco para ganhar a décima posição.

No fim, Dixon levou sua primeira vitória no ano, com o companheiro de equipe em segundo. Na terra da Chevrolet, três carros com motores Honda dominando o pódio, com Will Power, líder do campeonato, em quarto lugar. Tony Kanaan, melhor brasileiro, foi o sexto colocado, tendo largado em 18º.

A sétima etapa da Fórmula Indy acontece já no próximo domingo, dia 9, no circuito oval do Texas, em Fort Worth.

Resultado do GP de Detroit:
1-) Scott Dixon (NZL/Ganassi-Honda) - 60 voltas
2-) Dario Franchitti (GBR/Ganassi-Honda) - a 1s3771
3-) Simon Pagenaud (FRA/Schmidt-Hamilton-Honda) - a 2s4773
4-) Will Power (AUS/Penske-Chevrolet) - a 3s5435
5-) Oriol Servia (ESP/DRR-Panther-Chevrolet) - a 9s6619
6-) Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet) - a 10s1676
7-) Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet) - a 10s6455
8-) Charlie Kimball (EUA/Ganassi-Honda) - a 11s1048
9-) Mike Conway (GBR/AJ Foyt-Honda) - a 11s5315
10-) Alex Tagliani (CAN/Barracuda-Honda) - a 12s5688
11-) Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet) - a 24s5855
12-) JR Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet) - a 25s0071
13-) Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet) - a 26s6600
14-) Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus) - a 28s4369
15-) Josef Newgarden (EUA/Fisher-Hartman-Honda) - a 1 volta
16-) Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet) - a 1 volta
17-) Helio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet) - a 1 volta
18-) EJ Viso (VEM/KV-Chevrolet) - a 1 volta
19-) Graham Rahal (EUA/Ganassi-Honda) - a 2 voltas

Não completaram:
Takuma Sato (JAP/Rahal-Letterman-Honda) - 22 voltas
James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet) - 22 voltas
Justin Wilson (GBR/Dale Coyne-Honda) - 32 voltas
James Jakes (GBR/Dale Coyne-Honda) - 34 voltas
Sebastien Bourdais (FRA/Dragon-Chevrolet) - a 36 voltas
Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet) - a 49 voltas

Fonte: MP Team

domingo, junho 03, 2012

FÓRMULA INDY: SCOTT DIXON É O POLE-POSITION DO GP DE DETROIT


Seis equipes nas seis primeiras posições neste domingo

O piloto neozelandês Scott Dixon larga na primeira posição no Grande Prêmio de Detroit de Fórmula Indy, neste domingo (3), às 16h30 (com transmissão ao vivo na Band e no canal BandSports). E a sua 18a pole-position na categoria foi conquistada com uma diferença de apenas 0s0044 para o líder do campeonato, o australiano Will Power. Com a marca de hoje, Dixon, que foi o segundo colocado na semana passada nas 500 Milhas de Indianápolis, garantiu mais um ano com pelo menos uma pole, assim como aconteceu nas últimas seis temporadas defendendo a Ganassi Racing.

O treino classificatório deste sábado (2) também reafirmou o equilibro da Fórmula Indy, pois, na última fase, eram seis carros de seis equipes diferentes brigando pela pole. Alem de Dixon (Ganassi) e Power (Penske), Alex Tagliani (Barracuda) e Simon Pagenaud (Sam Schmidt) dividem a 2a fila, seguidos por EJ Viso (KV Racing) e Ryan Hunter-Reay (Andretti).

Entre os brasileiros, Hélio Castroneves (Penske) larga em 8º, Tony Kanaan (KV) em 18º e Rubens Barrichello (KV) em 20º. O GP de Detroit será a sexta etapa da Fórmula Indy 2012. A Band abre a transmissão as 16h30, e a largada será as 16h45 (de Brasília).

Confira o grid de largada:
Q3
1º. Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi-Honda), 1min10s3162
2º. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), 1min10s3206
3º. Alex Tagliani (CAN/BHA-Honda), 1min10s6684
4º. Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton-Honda), 1min10s8426
5º. Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), 1min11s0852
6º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), 1min11s4557
Q2
7º. Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet), 1min10s9964
8º. Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), 1min11s0076
9º. Sébastien Bourdais (FRA/Dragon-Lotus), 1min11s1624
10º. Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda), 1min11s3376
11º. Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), 1min11s8122
Q1
12º. Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda), 1min12s1068
13º. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), 1min11s6519
14º. Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), 1min12s3276
15º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt-Honda), 1min11s6521
16º. Oriol Servià (ESP/Panther Dreyer & Reinbold-Chevrolet), 1min12s5754
17º. Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), 1min10s9434 **
18º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), 1min11s8080
19º. J. R. Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), 1min12s5835
20º. Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), 1min12s4052
21º. Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), 1min12s5844
22º. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), 1min14s8816
23º. Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet), 1min12s6531
24º. James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), 1min12s8469
25º. Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus), 1min12s6014 **

** Punidos em dez posições por torcar de motor

Fonte: MP Team

sábado, junho 02, 2012

FÓRMULA INDY: PRIMEIRO DIA DE TREINOS EM DETROIT É MARCADO POR CONDIÇÕES DISTINTAS


A primeira sessão de treinos livres foi realizada com pista molhada pela chuva e teve final prematuro com bandeira amarela; na segunda, com o asfalto seco, todos os pilotos puderam ir à pista. Will Power foi o mais rápido do dia

Ele não teve uma boa participação nas 500 Milhas de Indianápolis e abandonou depois de ter se envolvido em um acidente. Mas, de volta aos circuitos mistos, Will Power mostrou porque é o líder do campeonato. O australiano da Penske foi o mais rápido do primeiro dia de treinos livres para a sexta etapa do campeonato, o GP de Detroit da Fórmula Indy.

A sexta-feira foi um dia de condições mistas no circuito de 3,3 quilômetros situado em Belle Isle, uma área da capital norte-americana do automóvel. A primeira sessão foi realizada com bastante chuva, e apenas nove pilotos registraram tempo com pista molhada. O japonês Takuma Sato, da Rahal-Letterman-Honda, foi o mais veloz com 1min28s4739, seguido de Rubens Barrichello, da KV Racing-Chevrolet, confirmando sua fama de piloto habilidoso sob condições climáticas instáveis. O brasileiro fez um tempo apenas 0s3692 pior que o do japonês.

A sessão teve de ser interrompida pouco antes de chegar a uma hora de duração em virtude de um acidente com o inglês Justin Wilson - vencedor da corrida de 2008, na última vez que a Fórmula Indy correu em Detroit -, que bateu na barreira de pneus na saída da curva 7 e forçou o final do treino.

Na parte da tarde, a pista já estava seca e todos puderam treinar. Nestas condições, Will Power fez valer sua condição de líder do campeonato e cravou 1min12s8355, 0s0988 mais rápido que o inglês Justin Wilson, já com o carro da Dale Coyne-Honda recuperado da batida no primeiro treino. Ryan Briscoe, Simon Pagenaud e Tony Kanaan fecharam os cinco primeiros. Helio Castroneves foi o nono colocado, com o tempo de 1min13s8536, enquanto Rubens Barrichello fez o 15º tempo, com 1min14s2174.

Na manhã deste sábado (2) acontece mais um treino livre antes da sessão classificatória que define o grid de largada para a corrida. O treino acontece às 12h45 no horário de Brasília.

A largada para as 90 voltas do GP de Detroit acontece às 16h40 deste domingo (3), com transmissão ao vivo pelos canais Band e Bandsports.

Tempos da segunda sessão:

1-) Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), 1min12s8355
2-) Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda), a 0s0988
3-) Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet), a 0s2821
4-) Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton-Honda), a 0s2840
5-) Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 0s4657
6-) Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi-Honda), a 0s4732
7-) James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), a 0s6755
8-) Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), a 0s7557
9-) Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), a 1s0181
10-) Oriol Servià (ESP/DRR Panther-Chevrolet), a 1s0677
11-) Mike Conway (ING/A. J. Foyt-Honda), a 1s1318
12-) Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), a 1s2218
13-) Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 1s2777
14-) Sébastien Bourdais (FRA/Dragon-Chevrolet), a 1s2881
15-) Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), a 1s3819
16-) Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 1s4868
17-) Marco Andretti (EUA/Andretti-Chevrolet), a 1s6103
18-) J. R. Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), a 1s7326
19-) Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), a 1s8819
20-) Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 2s2433
21-) James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), a 2s4121
22-) Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), a 3s0703
23-) Alex Tagliani (CAN/BHA-Honda), a 3s5829
24-) Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), a 4s5256
25-) Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus), a 7s6686

PROGRAMAÇÃO (no horário de Brasília)
SABADO (02.jun)
10h00 - 3º Treino Livre
12h45 - Treino Classificatório + Fast Six

DOMINGO (03.jun)
11h45 - Warm Up
16h40 - Largada (90 voltas)
Corrida terá transmissão ao vivo pelos canais Band e Bandsports a partir das 16h30

Fonte: MP Team

sexta-feira, junho 01, 2012

FÓRMULA INDY: BARRICHELLO FAZ SUA ESTREIA EM DETROIT


Circuito, que já fez parte do calendário da Fórmula 1, volta à Fórmula Indy depois de quatro anos de ausência

O circuito de rua de Detroit recebe neste final de semana (de 1 a 3 de junho) a sexta etapa da temporada 2012 da Fórmula Indy, a primeira de Rubens Barrichello na categoria. O brasileiro da KV Racing Technology, que detém o recorde de 19 temporadas e 322 largadas na Fórmula 1, nunca correu no traçado de Belle Isle, que já recebeu a F1 entre 1982 e 1988 - Rubens estreou em 1993.

Barrichello vem de uma grande estreia em ovais, tendo sido o melhor estreante das 500 Milhas de Indianápolis, com o 11º lugar. Agora, o foco volta à configuração aerodinâmica mais carregada e que inclui curvas também à direita. "Estive em Detroit na semana passada e pude ver a pista. O desenho é ótimo e mal posso esperar para guiar amanhã", disse Rubens, que se preparou de maneira diferente para a corrida.

Como nunca guiou nesta pista e a última vez que a Indy esteve em Detroit foi em 2008, a solução foi assistir à gravação das corridas. "Assisti ao DVD com as corridas de 2007 e 2008, o que me deu algumas informações sobre o traçado usado pelos pilotos e os melhores pontos para se tentar uma ultrapassagem. Espero que o tempo esteja bom e que eu possa aprender a pista rapidamente para acelerar 100% o mais cedo possível", disse.

Rubens ocupa a 11ª colocação no campeonato, com 102 pontos, e treinou na última terça-feira no oval de Milwalkee, que vai receber a oitava etapa do campeonato, no dia 16 de junho.

Fonte: MP Team

sábado, janeiro 14, 2012

NOVA GERAÇÃO DO ECOSPORT VIRA A SENSAÇÃO DO SALÃO DE NOVA DÉLI


Mais de 700.000 pessoas estiveram na abertura do Salão do Automóvel de Nova Déli, na Índia, e conheceram o futuro EcoSport no estande da Ford. Esse número preliminar pode ser o novo recorde mundial de visitantes no primeiro dia de um salão automotivo. Como comparação, esse é o volume total de pessoas que participam dos salões de Detroit ou de São Paulo.

Com isso, a estimativa inicial do número visitantes do evento, que era de 1,4 milhão de pessoas durante os seis dias (7 a 12 de janeiro), já foi amplamente superada. Principal responsável por esse sucesso, o novo EcoSport atrai a curiosidade dos emergentes consumidores indianos usando a mesma fórmula que o tornou a referência do segmento na América do Sul. Ou seja, um veículo de formas robustas e contemporâneas, que combina refinamento e espírito de aventura e aparenta ser de um segmento maior, sem perder a agilidade e praticidade de um compacto.

Projetado para atrair uma nova geração de consumidores em diferentes mercados globais, o novo utilitário esportivo compacto global reúne o melhor da categoria em design, tecnologia, qualidade, segurança. Ele leva a um novo patamar todas as características que o tornaram líder da categoria no Brasil, incluindo a postura confiante, altura elevada do solo, banco do motorista em posição de comando e estepe montado na tampa traseira.

O novo EcoSport oferece também carroceria de construção robusta, com elevada rigidez torcional e alto nível de proteção para os ocupantes, que o define como um verdadeiro utilitário esportivo, e introduz um design contemporâneo e inovador, com peso reduzido e linhas aerodinâmicas que contribuem para a economia de combustível.

Fonte: Imprensa Ford

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Porsche 911 Carrera Cabriolet: Premiere Mundial do Open-top 911

A Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, Stuttgart, revelou o seu 911 Carrera Cabriolet em Detroit hoje. O 911 estreia com um conceito de teto completamente novo que combina o estilo elegante do Coupé© com as vantagens de um top de tecido leve. O Cabriolet dá continuidade a todas as inovações da família 911 Carrera, complementadas pelos novos recursos dos carros esportivos abertos: design leve inteligente que garante um menor peso e maior esportividade, menos consumo de combustível e maior conforto. Como os Coupés, os novos Cabriolets iniciam com o 911 Carrera, com um motor de seis cilindros de 350 hp (257 kW), 3.4 litros, e o 911 Carrera S com um motor plano de 400 hp (294 kW) e deslocamento de 3.8 litros.



Matthias Müller, Presidente e CEO da Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, apresentou o novo Cabriolet em Detroit. "Nossos engenheiros criaram o melhor 911 dos últimos 48 anos. Isso se aplica totalmente tanto ao Coupé© quanto ao Cabriolet". No seu discurso, ele também destacou: "Em 2011, com 118.867 entregas, o Porsche estabeleceu um novo recorde na história da empresa. Em 2012 pretendemos dar continuidade ao nosso crescimento e levar este recorde a diferentes alturas".

Juntamente com o 911 Carrera Coupé©, o Cabriolet destaca a esportividade o primeiro salão do automóvel de 2012. Outros também estão alinhados ao mesmo tema: O purista Panamera GTS é uma variante da família Gran Turismo com uma dinâmica de direção otimizada; o Cayman R utiliza o talento do automobilismo no Coupé© esportivo de dois lugares.


FONTE  Porsche AG

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Sucessor do Honda NSX terá propulsão híbrida

Segundo informações reveladas pela revista Autocar, que esteve numa conferência de imprensa da Honda de antecipação a Detroit, esse novo modelo deverá contar com estilo agressivo e futurista, além de aerodinâmica bastante trabalhada e dimensões semelhantes ao antigo NSX, que durante mais de uma década esteve em produção.
Inovador será também o capítulo da motorização, tratando-se de uma combinação híbrida com bloco 3.5 V6 com potência superior a 310 cv, associado a um motor elétrico no eixo traseiro com 40 cv e mais dois no eixo dianteiro (um em cada roda), com 27 cv cada. No total, a potência irá superar os 400 cv, enquanto a tração será nas quatro rodas.
Por outro lado, a mesma revista cita o presidente da divisão norte-americana da Honda, Tetsuo Iwamura, que se referiu ao cancelamento do modelo que estava a ser desenvolvido para suceder ao NSX no final de 2008,  que a decisão foi tomada porque aquele modelo não era suficientemente único para se destacar num mercado que na época contava com o Nissan GT-R e o Lexus LFA .
Contudo, e apesar de ter sido cancelado na fase final de desenvolvimento, a Honda acabou por utilizar esse mesmo modelo para suceder ao NSX no Campeonato Japonês de GT, o Super GT, recebendo a designação HSV-010 GT .

Fonte: Volante

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Viper regressa em 2013

O presidente e CEO do grupo Chrysler, Ralph Gilles, confirmou que o Viper vai regressar no final de 2012. As linhas de montagem vão receber este esportivo que reaparece com uma grande alteração: deixa o nome Dodge, passando a funcionar como uma marca própria. O Viper receberá apenas a designação SRT, sigla ligada a modelos de alta performance.

Embora não se saibam quaisquer detalhes sobre a nova geração do desportivo americano, estima-se que este deverá ter um motor V10 de 8,7 litros com mais de 600cv.
A construção ficará a cargo da fábrica de Detroit, onde o Viper era montado aquando da suspensão da produção em julho de 2010.
Fonte: Volante

terça-feira, outubro 11, 2011

FORD COMEMORA 110 ANOS DA PRIMEIRA VITÓRIA EM CORRIDAS


A Ford comemorou no dia 10 de outubro os 110 anos da primeira e única corrida de Henry Ford como piloto, quando ele venceu Alexander Winton, o mais conceituado piloto e construtor de veículos de então. A surpreendente vitória ajudou Ford a atrair investidores para dar início à Ford Motor Company, em junho de 1903.

         O aniversário foi celebrado na sede mundial da Ford, em Detroit, em um evento que contou com a exposição do histórico carro de corrida, o modelo Sweepstakes 1901.  A "corrida que mudou o mundo" teve 10 voltas e um total de 40 quilômetros, no circuito do Detroit Driving Club. Foi um passo decisivo para Ford concretizar o seu sonho de tornar o automóvel um produto de massa, confiável e acessível.

         O Sweepstakes era supreendentemente sofisticado para a época, com pneus slick, injeção de combustível, ignição sem distribuidor e comando de válvulas variável - aplicações iniciais da tecnologia usada hoje em veículos de alta performance. Ele também tinha suspensão rebaixada e era mais leve que os outros carros, com carroceria feita de aço reforçado.

         O carro era tracionado por um motor de 8.6 litros, com dois cilindros e bloco de ferro fundido, que desenvolvia 26 hp. A transmissão planetária, antecessora dos câmbios automáticos atuais, era montada lateralmente ao motor, com uma corrente ligada ao eixo traseiro. Esse conjunto levou o carro a uma velocidade aproximada de 115 km/h, que embora pareça moderada hoje, em 1901 era cerca de 6,5 km/h mais rápida que o recorde oficial em terra. Para os padrões da época, o carro era impressionante. A revista Scientific American o descreveu como "o mais original, senão o mais bonito, design já produzido pelo gênio americano".

Linha de montagem

          Esta, porém, não é a única comemoração histórica da Ford este mês. O dia 7 de outubro marcou os 98 anos do início da linha de montagem na fábrica de Highland Park, em Detroit, onde pela primeira vez os carros passavam na frente dos operários, que ficavam parados, e não o contrário.

         A inovação introduzida por Henry Ford se tornou um passo decisivo na construção de automóveis. O sistema, mais eficiente, permitiu uma enorme redução de preços e viabilizou o sonho de Ford de produzir "um carro para as massas".

       Fonte: Imprensa Ford