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quarta-feira, janeiro 13, 2016

NOVO FORD FUSION NASCAR ESTREIA EM DAYTONA COM MAIS DE 750 CV

A Ford apresentou o novo Fusion NASCAR que estreia em fevereiro em Daytona, com visual agressivo e potência de mais de 750 cv a 9.000 rpm, dentro das novas regras da competição. 
           Com o novo painel digital, obrigatório nesta temporada, os pilotos do Fusion NASCAR terão muito mais informações. As equipes podem escolher entre 16 padrões de tela para a exibição de dados, incluindo gráficos de barras, números ou o formato de relógio e ponteiro usado há anos. Esse avanço completa outras mudanças significativas introduzidas na NASCAR, como a volta da identidade das marcas em 2013, a injeção eletrônica de combustível em 2012 e mistura de combustível com etanol em 2011.

11ª temporada
O Fusion estreou como representante da Ford na NASCAR em 2006 e já venceu 71 Sprint Cup Series, sendo 21 delas nas duas últimas temporadas. Em 2013, o Fusion pilotado por Greg Biffle conquistou, no Autódromo Internacional de Michigan, a milésima vitória da Ford nas três séries principais da NASCAR.

Nos últimos sete anos, o Fusion venceu quatro vezes a Daytona 500, incluindo 2015, quando Joey Lugano conquistou pela primeira vez “A Grande Corrida Americana”, com a equipe Penske.

Fonte:

Imprensa Ford

quinta-feira, novembro 06, 2014

FORD MOSTRA O PRIMEIRO MUSTANG GT "KING COBRA" COM 600 CV


  A Ford apresentou no SEMA Show, em Las Vegas, a maior feira de personalização de veículos do mundo, o conceito Mustang GT 2015 King Cobra com kits de personalização que elevam a sua potência para mais de 600 cv. O veículo é uma vitrine dos kits de performance da Ford Racing para o Mustang GT - "Drag Pack", "Handling Pack" e "Super Pack" supercharger - e exibe grafismos especiais na carroceria imitando a textura de pele de cobra.

            O kit "Drag Pack" inclui semieixos reforçados e um subquadro traseiro com buchas de alta performance para melhorar a tração e transmitir o máximo de potência para as rodas sob aceleração pesada.

O "Handling Pack" rebaixa o carro em cerca de 1 polegada, com molas dianteiras e traseiras encurtadas - sendo as molas dianteiras em estruturas pré-montadas -, além de um kit de amortecedores traseiros e barra estabilizadora.

O componente chave do "Super Pack" é um supercharger 2.3 L Twin Vortices Series (TVS), desenvolvido em conjunto pela Ford Racing e a ROUSH Performance. O conjunto inclui um sistema de transmissão por correia, coletor de admissão, corpo de acelerador eletrônico, sistema de admissão de ar, injetores e linha de combustível de alto fluxo, sistema completo de intercooler ar-líquido e calibração de alto desempenho feita por computador pela Ford Racing.

A Ford Racing testou uma versão inicial do Mustang GT com o pacote King Cobra no autódromo Milan Dragway, em Michigan, e o carro mostrou um desempenho impressionante, fazendo um quarto de milha em 10,97 segundos.

A Ford Racing escolheu o nome King Cobra para o pacote devido à sua longa associação com veículos Ford de alto desempenho. A denominação foi usada pela primeira vez por Carroll Shelby, em 1963, para os carros de corrida Cooper Monaco que construiu com motor Ford V8 de 289 polegadas cúbicas.

            A Ford usou o nome novamente em 1970 em um protótipo stock-car da NASCAR, baseado no Ford Torino que nunca correu. O King Cobra mais famoso foi um pacote opcional do Mustang II 1978. Esse modelo foi o primeiro Mustang a usar o emblema 5.0, equivalente métrico às 302 polegadas cúbicas de deslocamento do motor V8. O atual conceito é o primeiro Mustang de sexta geração a usar o nome King Cobra em uma versão 5.0 de ultra-alta performance.

Fonte:
Imprensa Ford

sexta-feira, julho 26, 2013

150 ANOS DE HENRY FORD, O CRIADOR DOS AUTOMÓVEIS EM MASSA


 Henry Ford, criador da linha de montagem para produção em série de automóveis, completaria 150 anos no dia 30 de julho. Para homenagear o fundador da Ford Motor Company, uma série de eventos estão sendo realizados nos Estados Unidos e outros países.

A cidade de Dearborn, Michigan, onde a Ford nasceu e ainda mantém sua sede mundial, terá neste sábado um grande evento público, reunindo membros da família, empregados e aposentados da empresa, autoridades, representantes do Museu Henry Ford e da Universidade de Michigan.

            Chamado "Coming Together: a Celebration of Henry Ford's 150th Birthday", será realizado no Henry Ford Estate, também conhecido como Fair Lane, casa onde ele morou e foi transformada em memorial.

            Bill Ford, presidente do Conselho da empresa, e Edsel Ford, descendentes do fundador, darão depoimentos na comemoração, que terá também a exibição de veículos históricos, shows de música, dança e feira de produtos agrícolas e artesanato - assuntos que faziam parte das paixões de Henry Ford.

Um legado imensurável
O impacto de Henry Ford no mundo é praticamente imensurável. A sua introdução do automóvel no mercado de massa levou a economia agrícola dos Estados Unidos e do mundo a uma nova era de prosperidade industrial e urbana. Muitos historiadores creditam a ele a criação da classe média na América. A sua base salarial alta - revolucionária na época - foi um precedente para a distribuição de rendimentos da empresa, que influenciou mais tarde as práticas gerenciais.

            A curiosidade e a vocação empreendedora de Ford foram responsáveis por uma longa lista de inovações dos automóveis, do motor V8 aos vidros de segurança. O seu espírito de inovação continua a orientar a Ford Motor Company e está presente em veículos como a F-150, o Mustang e o Fusion Hybrid, em tecnologias inovadoras como o SYNC e o EcoBoost e na sua força de trabalho nos seis continentes.

            "A visão do meu bisavô era melhorar a vida das pessoas tornando os carros acessíveis para as famílias médias", diz Bill Ford. "Sua ideia de produzir carros com preço razoável ainda repercute e define a nossa visão hoje."

O começo de Henry Ford
Henry Ford nasceu em 30 de julho de 1863, no condado de Wayne, no estado de Michigan, nos EUA - área que depois se tornou Dearborn -, como o mais velho de seis irmãos. Ele trabalhava na fazenda da família e visitava a cidade com seu pai, onde teve contato com a sua real paixão - a mecânica -, vendo as primeiras tecnologias de motores e máquinas.

            Em abril de 1888, Ford casou com Clara Bryant. Começou a trabalhar como engenheiro na Edison Illuminating Company e progrediu rapidamente na carreira. Foi promovido a engenheiro chefe em 1893, mesmo ano em que seu filho Edsel nasceu, e ganhou mais estabilidade financeira e liberdade para explorar seus próprios experimentos. Embora tivesse uma sólida carreira na Edison Illuminating, Ford estava decidido e pronto para se aventurar na engenharia automotiva, o seu foco há longo tempo.

            Quando menino, Ford desmontava tudo o que chegava a suas mãos. Na vizinhança, ficou conhecido por consertar relógios. Conforme cresceu, aproveitou todas as oportunidades de explorar a mecânica, aprendendo a consertar máquinas a vapor e moinhos. Nos anos 1890, concentrou seu interesse nos motores de combustão interna.

Primeiros desafios
            Henry Ford batizou seu primeiro veículo de Quadriciclo. O modelo atraiu apoio financeiro suficiente para ele deixar o cargo de engenheiro na Edison Illuminating e participar da fundação da Detroit Automobile Company, em 1899. A empresa não deu certo por várias razões e, em 1901, Ford voltou a trabalhar como empregado. Mais tarde, no mesmo ano, nasceu a Henry Ford Company. Em 1902, ele resolveu se dedicar integralmente à empresa para ter mais tempo de refinar seus veículos.

            Em sua pequena oficina, ele trabalhou em dois carros de corrida, o "Arrow" e o "999". Com a ajuda de um desenhista, um mecânico e um campeão de ciclismo aposentado, os novos modelos foram preparados para correr. Barney Oldfield, considerado por alguns historiadores o maior piloto dos primeiros anos do automobilismo, dirigiu o "999" na Manufacturers Challenge Cup Race, em Grosse Pointe, Michigan. O carro chegou uma milha (1.600 metros) na frente do concorrente.

            Após a corrida, A.Y. Malcomson, negociante de carvão em Detroit, ficou interessado em Ford e seus automóveis. Os dois se tornaram sócios e Ford começou a trabalhar em um novo carro. No começo de 1903, vieram mais investidores. A Ford Motor Company foi fundada em 16 de junho de 1903.

            Um mês depois, Henry Ford enfrentou uma situação difícil: o caixa da companhia chegou a menos de 250 dólares. A entrada salvadora de recursos veio em 13 de julho de 1903: um pagamento à vista e duas entradas da venda de três Modelos A, totalizando 1.320 dólares, mantiveram a empresa em operação. No final de 2012, um desses três carros - um Modelo A 1903 vermelho - foi recomprado em leilão por Bill Ford. Acredita-se que seja o carro de chassi número 30, único sobrevivente dos três vendidos naquele dia.

            Com a melhoria da situação financeira, a Ford aumentou a oferta de veículos e aprimorou a sua produção. O icônico Modelo T surgiu em outubro de 1908, inaugurando uma nova era na América. Foi o nono veículo produzido por Henry Ford, que o chamou de "carro universal" - um veículo barato e confiável, que podia ser mantido com facilidade e viajar pelas estradas precárias da época. Ele vendeu mais de 15 milhões de unidades e colocou o mundo sobre rodas.

            Em 1913, a Ford criou a linha de montagem para automóveis. Carregadores e transportadores aéreos traziam as peças para a linha de montagem móvel. Com isso, aumentou a produção e reduziu o custo de produção. Em 1914, a Ford tinha 13.000 empregados e produziu cerca de 300.000 carros, enquanto outras 299 empresas com 66.350 empregados produziram cerca de 280.000 carros.

            A construção da fábrica de Rouge, em 1917, foi o primeiro passo para o sonho de Ford de montar um complexo de manufatura integrado, onde o processamento de matérias-primas, peças e montagem final seria feito de modo eficiente em um único local.

Carros para o homem comum
            Mais que seus carros, o que fez o sucesso de Henry Ford foi compreender o potencial que eles tinham de transformar a sociedade. Antes de Ford, os carros eram itens de luxo e a maioria de seus primeiros competidores continuaram a produzir e vender seus produtos para os clientes ricos. Ford entendeu que com as técnicas certas os carros poderiam se tornar acessíveis e desejados pelo grande público. Ele se concentrou em tornar o processo de manufatura mais eficiente para produzir mais e vender mais barato.

Ford entendeu que seu negócio era mais do que carros: era transporte, mobilidade, mudança de estilo de vida. Ele antecipou o efeito cascata da produção em massa para criar mais empregos e permitir que mais pessoas comprassem os carros que ele produzia.

            Ele tornou a Ford Motor Company uma empresa internacional, muito antes que qualquer um de seus competidores. No áuge da fama e poder, a Ford operava ou vendia em mais de 30 países ao redor do mundo, incluindo China, Brasil e a maior parte da Europa.

Uma sociedade melhor
            O lema pessoal de Henry Ford de "ajudar o próximo" influenciou seu estilo de gestão. Ele reconheceu que as políticas generosas com os empregados  resultavam em trabalhadores mais satisfeitos e melhores produtos. No entanto, ele dizia não acreditar na caridade convencional - preferia dar oportunidades para que as pessoas se ajudassem a si mesmas.

            Algumas das inovações que Ford introduziu em sua empresa incluem:
  • O pagamento de 5 dólares por dia, o dobro do padrão da indústria, aproximando os empregados dos carros que produziam. Ford considerava isso um caminho para dividir os lucros da companhia com aqueles que ajudavam a produzi-los.
  • Criação de oportunidades de emprego para pessoas com necessidades físicas e mentais especiais.
  • Facilidades de educação no ambiente de trabalho, começando com a Escola de Língua Inglesa na fábrica de Highland Park, em 1919, quando percebeu que a sua força de trabalho, formada por muitos imigrantes, precisava de reforço de linguagem.

Líder empresarial
Henry Ford se aposentou pela primeira vez em 1919, quando passou a liderança da companhia para o filho Edsel. Também em 1919, ele adquiriu, junto com sua esposa e o filho Edsel, a participação dos sócios minoritários da companhia pela soma astronômica (para a época) de 105,82 milhões de dólares e tornou-se o único dono da Ford Motor Company - fazendo dela um negócio realmente familiar. Em 1943, quando Edsel morreu de câncer, aos 49 anos, Henry retornou à presidência, mas muitos dizem que ele jamais foi o mesmo depois da perda do filho querido. 

            Em 21 de setembro de 1945, o conselho de diretores da Ford Motor Company recebeu uma carta de Henry Ford renunciando à presidência e indicando Henry Ford II, seu primeiro neto e filho mais velho de Edsel, como sucessor. Com isso, Henry Ford deixou definitivamente o comando da empresa, aos 82 anos de idade.

            A aposentadoria encontrou Henry Ford ocupado como sempre. Ele passou o dia 7 de abril de 1947 inspecionando prédios na área de Dearborn que haviam sido danificados pela pior enchente da história na região. A inundação havia cortado a energia na casa de Ford, a Fair Lane. Ele morreu na cama, naquela noite, à luz de velas, em uma recriação do mundo sem eletricidade no qual ele tinha nascido.
Mais informações sobre os 150 anos de Henry Ford estão disponíveis (em inglês) no site http://media.ford.com/mini_sites/10031/HenryFord150 e no Facebook, no http://bit.ly/HenryFord150.

Fonte:
Imprensa Ford

domingo, maio 20, 2012

FORD: 55 ANOS DE CAMPOS DE PROVAS ESPECIALIZADOS


 A Ford comemorou ontem (19 de maio) os 55 anos de funcionamento de seu campo de provas na cidade de Romeo, em Michigan, nos Estados Unidos. Este foi um dos pioneiros centros de desenvolvimento de veículos do mundo, com pistas e laboratórios especialmente construídos e hoje é um complexo supermoderno com mais de 65 quilômetros de pistas. Para marcar a data, a Ford abriu seus arquivos que traz informações da origem do campo que foi descrito na época como uma "câmara de tortura para os veículos".

Foi o começo de uma estrutura altamente especializada, responsável por garantir o padrão de qualidade e durabilidade dos carros da Ford, projetada para atender os requisitos mais exigentes de rodagem.

Atualmente, assim como o Campo de Provas de Tatuí, no Brasil, que tem  34 anos de existência, o centro de Romeo faz parte da avançada rede global de engenharia da Ford, formada hoje também pelos campos de Dearborn, Arizona, Bemidji e Livonia, nos Estados Unidos; Thompson, no Canadá; Cuautitlan, no México; Dunton, na Inglaterra; Lommel, na Bélgica; e You Youngs, na Austrália.

"Detroit News"

Em 1938, a Ford inaugurou suas primeiras pistas de teste ao redor do Aeroporto Ford, em Dearborn, que funcionou até 1947. Na década de 1950, começou a construção do Campo de Provas de Romeo, que envolveu uma das maiores movimentações de terra na história da cidade - cerca de 3 milhões de metros cúbicos. Originalmente uma fazenda, o local abrigava os rebanhos de gado Hereford mais famosos do mundo e se chamava Hi-Point, porque tinha as terras mais elevadas do sudeste de Michigan.

A sua topografia favoreceu a construção de uma grande variedade de pistas, de todos os formatos, tamanhos e estilos. O jornal "The Detroit Times" descreveu a instalação como uma "câmara de tortura" para veículos, onde a Ford realizou 9 milhões de quilômetros de testes em 1957 para tornar os carros mais seguros, duráveis e eficientes.

A pista de alta velocidade, um oval com 18 metros de largura por 8 quilômetros de comprimento, consumiu 167 mil metros quadrados de concreto reforçado. Para pavimentar as duas pistas de durabilidade foram usadas 80.000 toneladas de concreto betuminoso e agregados. A planta incluía também uma pista de durabilidade de cascalho de 12 quilômetros.

Evolução
Totalmente renovado com seguidos investimentos, o Campo de Provas de Romeo soma hoje 65 km de pistas para testes de velocidade, durabilidade e superfícies especiais, além de diversos simuladores e testes para carros, picapes e utilitários.


Fonte:
Imprensa Ford