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sexta-feira, maio 07, 2010

Carro de Bruno Senna, enfim, começará a ser desenvolvido

Evolução aerodinâmica será iniciada em programa de computador

SÃO PAULO - A evolução do carro de Bruno Senna já tem data para começar. A partir da próxima semana, a HRT F1 Team iniciará o programa de CFD - fluidodinâmica computacional - para o desenvolvimento de novas peças antes dos testes em túnel de vento. "É uma esperança de melhoria na aerodinâmica que tanto precisamos", afirmou Bruno, que nesta sexta-feira sofreu com um problema na tampa do motor Cosworth e fechou os ensaios para o GP da Espanha, em Barcelona, na 23ª colocação e o tempo de 1min26s152.

Numa pista onde conquistou sua primeira vitória na Fórmula GP2 em 2007 e passou pelo batismo na Fórmula 1 ao testar pela Honda em 2008, Bruno reconheceu que as dificuldades foram maiores que as imaginadas. "Pela manhã, o carro estava saindo muito de traseira nas curvas de alta, aumentando o consumo dos pneus e comprometendo ainda mais o rendimento", explicou. As temperaturas abaixo das médias registradas nesta época na Catalunha também complicaram a aderência dos pneus. "Não foi fácil aquecê-los corretamente", acrescentou.

Os reparos na tampa do motor custaram 30 minutos da segunda sessão. Mesmo assim, Bruno conseguiu completar praticamente todo o programa estabelecido pela equipe. Nos ensaios livres da manhã de sábado, Bruno espera trabalhar mais na configuração de corrida. "Ficou faltando dar uma série longa de voltas com bastante combustível, mas amanhã cedo dará para avaliar o comportamento do carro mais pesado."

Hoje, a HRT F1 Team estreou o austríaco Christian Klien como piloto de testes. Ele andou no período da manhã e depois cedeu o lugar ao titular Karun Chandhok. Bruno disse que ainda não é possível saber qual será a diferença em relação aos adversários. "Não temos nenhuma novidade, enquanto a maioria das equipes trouxe evoluções para a Espanha. Amanhã teremos um quadro mais fiel", concluiu.

domingo, abril 04, 2010

F1: Bruno Senna exalta resultado, mas quer "ir para frente"


Equipe do brasileiro leva os dois carros até o fim do GP da Malásia

Bruno Senna engrossou o coro das comemorações da HRT F1 Team por ter conseguido completar sua primeira corrida na Fórmula 1 e finalmente levar seus dois carros à bandeirada quadriculada no GP da Malásia. No entanto, deixou claro que sonha com muito mais. "Está todo mundo contente, porque não deixa de ser um feito para uma equipe que não fez a pré-temporada e começou o campeonato com tantos problemas. Mas, como todo mundo, quero ir para frente. Não podemos nos contentar em apenas terminar as provas", lembrou.

Depois da boa largada, quando ganhou várias posições, Bruno começou a enfrentar dificuldades com um carro que praticamente não foi desenvolvido desde a estreia no GP do Bahrein. "Estava muito ruim nas freadas", resumiu, acrescentando que as dificuldades foram ainda maiores porque não fazia uma corrida inteira desde a participação na série Le Mans no ano passado. "Como não tinha o mesmo ritmo, ainda precisei ficar atento o tempo todo para facilitar as ultrapassagens."
O GP da Malásia serviu para que Bruno fizesse a primeira avaliação real do carro da equipe espanhola. A falta de pressão aerodinâmica parece ser um das principais deficiências. "Precisamos trabalhar bastante nessa área", avisou. O desenvolvimento do carro, contudo, só deverá ser realmente iniciado no início da fase européia, marcada pelo GP da Espanha no mês que vem. "Mas espero que tenhamos pelo menos algumas coisas novas daqui a duas semanas na China", afirmou.

Bruno cruzou a linha de chegada na 16ª colocação, com quatro voltas de atraso em relação ao vencedor Sebastian Vettel, da Red Bull Racing. Deveria regressar ainda nesta noite para Mônaco, onde passou a residir em 2010. "Quero aproveitar este pequeno espaço de tempo até a corrida em Xangai para retomar as atividades físicas e treinar um pouco de kart", concluiu.



Márcio Fonseca (MTb 14.457)

sábado, abril 03, 2010

F1 GP DA MALÁSIA: "Rios" de Sepang são a nova preocupação de Bruno Senna


"Nunca vi uma pista para aquaplanar tanto", diz piloto da HRT F1 Team

SÃO PAULO - A nova preocupação de Bruno Senna no GP da Malásia são os "rios" que cortam o circuito de Sepang com as fortes chuvas que há dias vêm castigando a região do autódromo, como ocorreu neste sábado durante os treinos classificatórios. "É muito difícil se manter no traçado nessas condições, mesmo dirigindo com todo cuidado. A água também se acumula em diversos outros pontos. Aliás, nunca vi uma pista para aquaplanar tanto", explicou o piloto da HRT F1 Team, uma das vítimas das armadilhas da falta de aderência. Bruno rodou no Q1 e, embora tenha conseguido retirar o carro da brita e levá-lo de volta aos boxes, partirá da 23ª posição com o tempo de 1min57s269 estabelecido na primeira sessão.

Bruno e a HRT F1 Team também foram apanhados de surpresa pelo aumento da chuva ao longo do Q1, ao contrário do que indicava a previsão da meteorologia. "Como quase todos, saí com pneus intermediários. Meu engenheiro até pediu para eu tentar economizá-los nas voltas iniciais porque havia a tendência da diminuição da chuva. Mas aconteceu o contrário: caiu mais água e acabei escapando depois de perder o contato das rodas com o solo. Depois, ainda voltei com pneus de chuva intensa, mas a pista estava muito mais lenta e perigosa", completou.

Embora admita que o acerto não era o ideal para o estado do circuito, Bruno lembra que as dificuldades atuais da HRT F1 Team são bem maiores. "Erramos na altura, mas não tínhamos experiência aqui nestas condições. O carro estava um pouco baixo, mas esse não é nosso maior drama. Estamos com problemas para fazer os pneus trabalharem corretamente e nos falta pressão aerodinâmica. O que um carro tem de deficiente no seco é muitas vezes amplificado no molhado", lembrou.

Equipes e pilotos contam com a quase inevitável volta das chuvas fortes na prova deste domingo. Saindo da última fila, Bruno sabe que terá uma jornada difícil pela frente. Até mesmo o projeto de levar o carro até á bandeirada quadriculada está novamente ameaçado. "Se continuar chovendo desse jeito, não será fácil se manter na pista. Gosto de pilotar na chuva, mas na quantidade que vem caindo é muito complicado."



Márcio Fonseca (MTb 14.457)

quinta-feira, abril 01, 2010

Bruno Senna terá novo tanque nos treinos classificatórios


"Tinha um gordão de 150 quilos dançando no carro", diz piloto da HRT F1 Team

SÃO PAULO - Se não é uma evolução técnica capaz de aumentar a velocidade do carro, pelo menos vai melhorar o conforto do piloto. É mais ou menos essa a avaliação de uma das raras modificações, a troca do tanque de combustível, que o carro de Bruno Senna ganhará neste sábado a partir da terceira e última sessão de treinos livres do GP da Malásia. O reservatório é igual ao que já vem sendo utilizado pelo companheiro de equipe, o indiano Karun Chandhok.

Bruno diz que a condução do carro da HRT F1 Team deve ficar mais fácil. "Esse novo tanque tem divisórias no fundo que impedem a movimentação da gasolina nas acelerações e, principalmente, nas freadas. No Bahrein e na Austrália, parecia que tinha um gordão de 150 quilos dançando dentro do carro no começo das corridas. Imagina só frear com aquele peso todo se movendo", comparou Bruno, que também deve testar já nos ensaios iniciais desta quinta-feira um sistema que permite a troca de marchas sem perda de tempo.

Nesta quinta-feira, debaixo do sol forte do meio-dia, Bruno fez o reconhecimento do traçado de Sepang na companhia dos engenheiros da equipe espanhola. Ficou surpreso com o emborrachamento da pista provocado pelos carros da Fórmula BMW, mas a tempestade que desabou sobre o autódromo depois do meio da tarde acabou lavando o asfalto. "Foi impressionante, parecia a chuva de Angra dos Reis na passagem do ano."

As previsões mais preocupantes da meteorologia começam a se confirmar. O aguaceiro da véspera da abertura dos treinos deve ser apenas o primeiro de uma série que poderá castigar Sepang ao longo do fim de semana. Habilidoso na pista molhada, Bruno espera que a água não passe da conta. "Uma coisa é correr com chuva; outra é enfrentar esses dilúvios que costumam despencar por aqui. Se chover domingo o mesmo de hoje nem dá para ter corrida."



Márcio Fonseca (MTb 14.457)

domingo, março 28, 2010

F1: Nova quebra não abala ânimo de Bruno Senna


Depois de boa largada na Austrália, piloto diz que problemas são normais nesta fase

SÃO PAULO - Foi mais conformado do que frustrado que Bruno Senna avaliou o segundo abandono seguido do carro da HRT F1 Team, desta vez logo na terceira volta do GP da Austrália, disputado neste domingo no circuito de Albert Park, em Melbourne, e vencido pelo inglês Jenson Button, da McLaren. "É normal nesta fase, nem dá para ficar estressado. Começo é assim mesmo", afirmou Bruno, que parou por causa de uma pane hidráulica.

Bruno entrou na pista onde ganhou pela primeira vez na carreira - foram três provas da Fórmula 3 australiana na preliminar da Fórmula 1 em 2006 - com a expectativa de completar a corrida ou, pelo menos, acumular o máximo de quilometragem com o F110. E o início parecia animador: beneficiado pela saída dos carros da Virgin dos boxes, Bruno partiu da 21ª posição e se deu bem. "Passei uma galera e ainda dei sorte porque os caras começaram a se matar na minha frente", disse. Já com o "safety car" em ação, devido ao forte acidente envolvendo Kamui Kobayashi e Nico Hulkenberg, fechou a volta de abertura em 14º.

A corrida de Bruno, no entanto, terminaria pouco depois. "Assim que o safety car voltou para os boxes, aconteceu o mesmo de sábado. As marchas pararam de entrar e não deu para continuar", justificou o brasileiro, que encostou o carro numa área de escape. "Vamos olhar a telemetria, verificar o que realmente aconteceu e ver o que dá para fazer para o GP da Malásia", continuou Bruno, que segue para a Ásia já nesta segunda-feira.

Apesar da desistência prematura de Bruno, a HRT F1 Team não saiu da Austrália sem nada para comemorar. O indiano Karun Chandhok conseguiu receber a bandeirada quadriculada e levar o carro da equipe a terminar seu primeiro grande prêmio. Foi um êxito particular do único time - entre os novatos e o já existentes - ausente dos testes de pré-temporada. "Esse foi o lado bom. Temos agora muito mais informações para trabalhar", disse Bruno, que assistiu ao restante da corrida pela TV, no pit wall da HRT F1 Team, e elegeu o inglês Lewis Hamilton como destaque de uma prova que superou em muito o GP do Bahrein em matéria de emoções. "Foi uma muito difícil, pelas condições do asfalto, e o Hamilton fez uma tremenda corrida."




Márcio Fonseca (MTb 14.457)

sábado, março 27, 2010

F1:Bruno Senna vê novo passo à frente da HRT F1 na Austrália


Equipe do brasileiro reduz mais um pouco diferença para as demais equipes

SÃO PAULO - Se ainda está longe de ser o rendimento dos sonhos, a contínua evolução da HRT F1 também não pode ser desprezada. Os problemas persistem, a quilometragem ainda é insuficiente, mas o carro de Bruno Senna voltou a reduzir a diferença que o separa das demais equipes na primeira sessão classificatória do GP da Austrália. Ele largará da 23ª posição, depois de registrar o tempo de 1min30s526 e ficar a menos de quatro décimos da Virgin de Lucas di Grassi.

Bruno avaliou os resultados com serenidade e considerou-o dentro da atual realidade de uma equipe e piloto estreantes cuja falta de testes de pré-temporada cobra um preço elevado. Pela manhã, por exemplo, parou logo no início da última sessão de treinos livres por causa de um problema hidráulico - vazamento de óleo - e não conseguiu desenvolver o programa planejado pela equipe.

"A idéia era andar com 120 quilos de gasolina e pneus macios para simular as condições de corrida, mas não foi possível", explicou Bruno, que no Q1 superou o companheiro Karun Chandhok nos minutos finais. "Como desempenho, até que foi bom. Se compararmos com a abertura do campeonato no Bahrein há duas semanas, até mesmo para o mais rápido da sessão já tiramos mais um pouco da desvantagem", lembrou.
Terminar a corrida pela primeira vez permanecerá sendo a meta da HRT F1. Bruno acredita que, apesar da recorrência das dificuldades, é possível sonhar em ver a bandeira quadriculada no circuito de Albert Park. "O carro parece mais confiável. Na verdade, o que estamos sentindo falta é de pelo menos três dias de testes. Os problemas que estamos encontrando são típicos de um carro novo e que seriam naturalmente resolvidos nesses treinos", concluiu.

sexta-feira, março 26, 2010

F1: Bruno Senna comemora primeiro "treino real"


Brasileiro vê HRT F1 Team mais perto das rivais na Austrália

Mesmo sem sair à pista na segunda sessão, por causa de um problema com a pressão de combustível, Bruno Senna disse que os treinos livres da manhã no circuito de Albert Park foram efetivamente os primeiros da HRT F1 Team na temporada. "Conseguimos completar quase toda nossa programação sem que acontecesse nada de mais sério com o carro", disse Bruno, que percorreu 24 voltas pelo traçado onde conquistou em 2006 - na Fórmula 3 local - as três primeiras vitórias da carreira e fechou em 23º lugar.

Os ensaios da tarde foram prejudicados pela chuva que comprometeu a aderência do asfalto. Já no final, quando a chuva cessou e a pista secou novamente, Bruno não conseguiu deixar os boxes. A equipe precisou fazer uma modificação no tanque para ajustar o volume de gasolina necessário à pressão ideal de combustível. Provavelmente devido ao entupimento dos filtros, os técnicos da equipe foram obrigados a se debruçar sobre o motor. "Não é nada grave, mas é um trabalho que leva tempo", explicou Bruno, sem alternativa a não ser acompanhar o restante da prática pelos monitores.

Mesmo assim, na avaliação do brasileiro, o comportamento do F110-02 foi positivo. "Foi tudo bem, e deu até para me divertir. Mas é claro que precisamos avançar mais no acerto. Uma das prioridades é melhorar a pressão aerodinâmica, de modo a fazer com que os pneus trabalhem com mais eficiência, aumentem o grip e, por conseqüência, tragam um ganho de velocidade. Isso virá naturalmente com mais quilometragem", observou.

Os resultados da sexta-feira mostram que a HRT F1 vai aos poucos se aproximando das demais equipes estreantes. Hoje, por exemplo, Bruno fez sua volta mais rápida em 1min33s401 e terminou a menos de seis décimos do carro da Virgin conduzido por Lucas di Grassi. A escuderia inglesa esteve presente à fase final de testes de pré-temporada na Espanha, enquanto a HRT F1 fez seu batismo de pista apenas nos treinos livres na abertura do calendário no Bahrein. "Estamos mais perto, sim, e andamos com mais combustível do que o normal. Evoluindo no acerto, a tendência é que a gente passe a brigar diretamente com eles."




Márcio Fonseca (MTb 14.457)

quinta-feira, março 25, 2010

F1: Bruno Senna diz que testes seriam úteis a todas as equipes


"A vida de todos ficaria muito melhor", justifica piloto da HRT F1 Team na Austrália

SÃO PAULO - Em sua primeira entrevista coletiva promovida pela FIA, Bruno Senna defendeu nesta quinta-feira em Melbourne a realização de um quantidade mínima de testes para as novas equipes durante a fase européia da Fórmula 1. Na avaliação do piloto da HRT F1 Team, até os atuais times seriam beneficiados pela medida. "Seria importante para os novos pilotos e equipes poder fazer um pouco de quilometragem. Poderíamos solucionar pequenos problemas com apenas alguns testes. A vida de todos ficaria melhor, tanto das novas como das atuais equipes, porque esse pessoal não precisaria nos ultrapassar tantas vezes se estivéssemos mais rápidos e mais preparados", justificou.

Bruno confirmou que, ao contrário da impressão inicial manifestada ainda nos boxes do circuito de Sakhir, não foi um problema hidráulico que o levou a abandonar o GP do Bahrein em sua estreia na Fórmula 1. "O que houve foram alguns problemas com a embreagem. A parte hidráulica funcionou a contento. A quebra foi de uma presilha do radiador que deixou o motor sem água. Isso já está resolvido. O objetivo, agora, é terminar a corrida", avisou. "O que aconteceu no Bahrein foi provocado exatamente pela falta de testes. Essas coisas ocorrem quando a instalação é muito nova."

Apesar da saída prematura da corrida, Bruno ressaltou o esforço promovido pela HRT F1 Team na abertura do calendário. "Foi um grande desafio. A equipe chegou ao Bahrein sem qualquer preparação, tudo teve de ser feito lá e sofremos um pouco. Não tínhamos qualquer experiência e precisamos aprender com as poucas voltas. Isso não tornou nossa vida fácil e mesmo assim a equipe fez um trabalho admirável de colocar os dois carros no grid", elogiou.

Bruno reconheceu que os carros da escuderia espanhola não receberam grandes alterações para a prova deste fim de semana em Albert Park. "Evidentemente, há uma lista considerável de coisas que precisariam ser modificadas. Mas, sem testes e o curto espaço de tempo entre as duas corridas, haverá poucas mudanças. Espero que na Europa possamos apresentar algumas atualizações, coisas novas no carro, que aumentarão a performance e a resistência", continuou.

Novamente, Bruno rechaçou a idéia de que o nome da família possa representar um fator extra de pressão e que seja incompatível com a meta de apenas completar a prova. "Não me vejo diferente de ninguém simplesmente por causa do nome. Claro que gostaria de iniciar a carreira com um carro que permitisse brigar por vitória. Mas esta é a oportunidade que surgiu e não estou aqui unicamente por causa do meu sobrenome. Tenho resultados em minha curta carreira que me qualificam a ter a superlicença. Estou tão apto a estar aqui como qualquer outro com os mesmos resultados."




Márcio Fonseca (MTb 14.457)

terça-feira, março 23, 2010

F1: Bruno Senna espera aproximação com pequenas na Austrália

HRT F1 Team só deve ter evolução técnica na fase européia, diz piloto


 A HRT F1 Team poderá aproximar-se da Virgin e da Lotus neste final de semana no GP da Austrália, mas o primeiro salto técnico só deverá ser visto a partir da fase européia, cuja abertura será o GP da Espanha, marcado para 9 de maio em Barcelona. A avaliação é do estreante Bruno Senna, que passou por um complicado batismo de fogo na etapa inaugural do calendário no Bahrein.


Bruno está na Austrália há dez dias. Viajou para Sidney na noite da corrida de Sakhir e nesta quarta-feira seguiria para Melbourne, circuito urbano que foi palco de sua primeira vitória no automobilismo. Em 2006, Bruno ganhou três das quatro provas da Fórmula 3 australiana incluídas na programação da Fórmula 1. Sem o problema da adaptação ao traçado, Bruno acredita que as informações coletadas no Bahrein serão úteis para ajudar a HRT F1 Team a alcançar a meta de completar seu primeiro grande prêmio.


"Como shakedown, o final de semana no Bahrein pode ser considerado um sucesso. Estamos aprendendo bastante sobre o carro e a equipe e vamos melhorar muito à medida que ganhemos mais quilometragem", comentou Bruno. "Agora, a tendência é que nos aproximemos das outras equipes novas, sem contar o aumento na confiabilidade", continuou. "Realisticamente, porém, é na Europa que o carro será desenvolvido e a diferença para todas as equipes deverá cair."


Sem ter participado dos testes de pré-temporada, os carros da HRT F1 Team rodaram apenas na pista de Sakhir - Bruno andou nos treinos livres de sexta-feira, mas o companheiro Karun Chandhok conseguiu sair dos boxes apenas para as tomadas classificatórias do sábado. Por isso, os pilotos só conheceram grande parte do corpo técnico da equipe no próprio local. "Tivemos diversas reuniões e procurei passar a eles o máximo possível de informações. Meu relacionamento com eles está melhorando e fiquei contente de ver o pessoal trabalhando com tanto empenho", elogiou Bruno.


Márcio Fonseca (MTb 14.457)

domingo, março 14, 2010

F1 GP DO BAHREIN: Bruno Senna prevê melhora "em segundos, não em décimos"



Estreia na F1 do piloto e da equipe HRT termina antes da metade do GP do Bahrein

A estreia de Bruno Senna na Fórmula 1 pela também novata equipe HRT não foi além da 20ª volta do GP do Bahrein, disputado neste domingo no circuito de Sakhir e encerrado com a dobradinha da Ferrari liderada por Fernando Alonso. Uma provável pane hidráulica obrigou Bruno a encostar o carro e retornar a pé para os boxes. "Aparentemente, foi um vazamento de água ou qualquer outro fluido. A temperatura caiu e não houve o que fazer", comentou.

A difícil arrancada da HRT já era esperada por Bruno e por todo o meio da Fórmula 1. Sem ter realizado um único teste na pré-temporada, a equipe completou a montagem do carro do brasileiro apenas na quinta-feira passada no Bahrein. O companheiro de equipe, o indiano Karun Chandhok, penou ainda mais, uma vez que só conseguiu entrar na pista no sábado direto para as tomadas classificatórias. Neste domingo, Chandhok acidentou-se nas voltas iniciais.

Depois do qualifying, a HRT decidiu que seus carros partiriam dos boxes e não da 12ª e última fila do grid. "Sem a necessidade de levá-los para o parque fechado, pudemos trabalhar melhor no acerto. Mexemos na aerodinâmica, melhoramos a estabilidade e a tração nas curvas de baixa, mas o consumo de pneus nas de alta estava muito grande. Mas valeu a pena, porque o comportamento do carro no sábado não foi bom", avaliou.

Bruno lembrou que os resultados da HRT na abertura do calendário devem ser colocados dentro da perspectiva justa. "Para nós, foi importante estar aqui, participar da corrida, iniciar o trabalho. Para nós, valeu como um shakedown, e todas as equipes tiveram problemas no shakedown, inclusive as grandes. Mas agora, de posse das informações que reunimos, tenho certeza que a evolução virá. Aqui, nem a altura do carro estava correta. A evolução será em segundos e não em décimos, como é o normal na Fórmula 1."

Apesar da confiança, Bruno reconhece que não é possível mensurar o tamanho do salto que a HRT poderá dar na segunda etapa - o GP da Austrália, marcado para o final do mês em Melbourne. "Nossa telemetria ainda está incompleta. Precisamos de mais sensores para coletar os dados que fornecerão as informações precisas. De qualquer forma, vamos checar todos os procedimentos, estudar os números, fazer uma avaliação geral. Mesmo o pit stop pode e deve ser bem mais rápido do que o que fiz aqui em Sakhir", concluiu Bruno, que tinha viagem para a Austrália marcada ainda para a noite deste domingo.




Márcio Fonseca (MTb 14.457)

sábado, março 13, 2010

F1: Feliz com avanço, Bruno Senna sonha completar GP do Bahrein


"Aos poucos, estamos reduzindo diferença para as outras equipes"

SÃO PAULO - Bruno Senna mostrou neste sábado que é possível partir da última fila do grid e nem assim ficar decepcionado. Depois de estabelecer a 23ª posição na primeira das três sessões classificatórias do GP do Bahrein, prova de abertura da temporada da Fórmula 1, o estreante brasileiro não escondeu o contentamento com a evolução do carro da novata HRT F1 no circuito de Sakhir. "Aos poucos, estamos conseguindo diminuir a diferença para as demais equipes", lembrou.

A avaliação de Bruno, cuja montagem do carro só foi completada na quinta-feira, é escorada pelos números. Na sexta-feira, ele havia terminado os ensaios 11,5 segundos atrás do Mercedes-Benz do alemão Nico Rosberg, o mais rápido do dia. Hoje pela manhã, na terceira e última bateria de treinos livres, ficou a 9s90 da Ferrari de Fernando Alonso. Horas depois, no Q1, a desvantagem desceu ainda mais um pouco - 8s60 - em comparação ao espanhol bicampeão. "Foi um dia bem melhor. Foi a primeira vez que pudemos mexer no acerto e levar os dois carros para a pista", observou Bruno, que viu o companheiro de equipe, o indiano Karun Chandhok, finalmente deixar os boxes no início das tomadas classificatórias. "Ele fez um bom trabalho, levando em conta os problemas hidráulicos que o carro apresentou antes de ser colocado em condições de andar." Chandhok largará da 24ª e última colocação.
Bruno disse que a evolução do monoposto pôde ser percebia em todas as áreas. "A melhoria foi geral. Na potência do motor, na resposta do acelerador, na troca de marchas, enfim, em praticamente tudo", resumiu. Segundo ele, o resultado poderia ter sido ainda mais representativo caso o acerto não tivesse "passado do ponto". Depois dos treinos matinais, a equipe mexeu nas regulagens e o resultado não agradou. "Ficou difícil virar o volante", explicou.

Com base no comportamento do carro desde a sexta-feira, Bruno acredita que, mais do que nunca, a meta traçada pela equipe para a inauguração do calendário continuará a ser perseguida. "Vamos tentar completar a prova, o que já será um ótimo resultado para nós. É claro que a confiabilidade do carro ainda não testada, porque não fizemos os testes de resistência que as demais realizaram nos testes de inverno na Espanha. Neste aspecto, ainda teremos de ver o que vai acontecer na corrida", admitiu Bruno, que está reencontrando um traçado modificado em relação ao circuito no qual correu pela Fórmula GP2 em 2007 e 2008. "As mudanças deixaram a pista mais difícil, mas hoje já me senti bem mais à vontade do que ontem", comparou.




Márcio Fonseca (MTb 14.457)

F1:Bruno Senna já sente evolução do carro da HRT


Estreantes, piloto e equipe reduzem desvantagem no último ensaio antes do qualifying no Bahrein

SÃO PAULO - Aos poucos, como imaginado pelo piloto e pela equipe HRT, o carro de Bruno Senna começa a dar sinais de evolução em seu batismo de fogo no GP do Bahrein. Neste sábado, o estreante brasileiro deixou o carro da escuderia novata um pouco mais próxima dos adversários na terceira e última sessão de treinos livres que antecedem às tomadas classificatórias de logo mais. Bruno completou mais 11 voltas e registrou seu melhor tempo destes dois dias em 2min04s001. Na comparação, ficou a 9s902 da Ferrari de Fernando Alonso, o mais rápido da prática, contra a diferença de 11s5 da véspera para a Mercedes-Benz de Nico Rosberg.

Bruno manifestou satisfação com o comportamento do carro, que não apresentou qualquer problema sério. "Agora, está bem melhor. Pelo menos, temos um acerto inicial, já que ontem estava ainda completamente desarrumado", lembrou. A melhora, no entanto, ainda não permite sonhos ambiciosos. "Ainda tempos muito que mexer no carro. Para nós, o qualifying continuará sendo o que foram estes treinos livres, apenas mais uma oportunidade de ganhar quilometragem e encarar o que vier como mais uma sessão de testes", explicou.
O rendimento superior em relação à sexta-feira se torna mais notório quando se leva em conta a quantidade de combustível carregada pelo carro do time espanhol. Se os treinos matinais de sábado servem para as equipes simularem as condições do qualifying, o que significa menos combustível e consequentemente menor peso, Bruno treinou sempre com o tanque quase completo. "É claro que no qualifying vamos com o mínimo de gasolina, para ter uma avaliação mais real do desempenho, mas sem qualquer outra pretensão", antecipou.

Enquanto Bruno cumpria mais um capítulo de seu processo de adaptação ao carro e à categoria, o companheiro Karun Chandhok continuou retido nos boxes e novamente não conseguiu entrar na pista. Apesar de todo o esforço dos técnicos da HRT, a equipe ainda luta para solucionar a pane hidráulica que mantém o carro sob os cuidados dos mecânicos desde a chegada no Bahrein.




Márcio Fonseca (MTb 14.457)

sexta-feira, março 12, 2010

F1: Bruno Senna quebra o gelo e já prevê evolução do carro


"Vamos continuar melhorando até o final da corrida"

Bruno Senna deixou o autódromo de Sakhir na noite desta sexta-feira cansado pelo longo dia de estreia na Fórmula 1, mas satisfeito com o balanço do primeiro contato com o carro da HRT F1. "Foi um dia bom. Conseguimos fazer tudo o que estava programado e, o que é mais importante, sem problemas graves, a não ser uma coisinha ou outra normal para um carro que nunca tinha rodado", analisou, citando uma leve queimadura nas costas como efeito colateral do batismo de pista da equipe espanhola.

No total, Bruno completou 20 voltas. As três primeiras, pela manhã, serviram apenas para a verificação dos sistemas. "A equipe me pediu somente para conferir se não havia nenhum vazamento no motor ou algo queimando. Felizmente, tudo estava funcionando a contento", disse. No período da tarde, percorreu mais 17 giros e estabeleceu a melhor passagem em 2min06s968, ou 11,5 segundos mais lento que a marca que deu ao alemão Nico Rosberg, da Mercedes-Benz, a volta mais rápida no geral das duas sessões.
Bruno disse que a diferença já era esperada, mas que a prioridade da HRT ainda está longe de ser com o cronômetro. "Ainda não foi possível fazer qualquer trabalho de performance ou acerto. Por isso é que eu estava tão lento. Mais tarde, aliás, descobrimos que o motor estava operando com apenas 88% da potência. Além disso, em alguns momentos parecia que havia um turbo, porque de repente dele dava uma acelerada", explicou.

Uma das equipes novatas e com participação no campeonato confirmada apenas nas últimas semanas, a HRT F1 não esconde que o Grande Prêmio do Bahrein, abertura da temporada 2010 da Fórmula 1, servirá muito mais como o seu primeiro grande teste - a equipe não participou dos ensaios de pré-temporada. "Hoje, por exemplo, nem deu para começar a me entender com o volante e seuiss iinúmeros botões, porque nosso foco era muito mais andar com o carro. Eu também estava precisando me readaptar, porque não pilotava um carro de corrida fazia tempo", lembrou.
Bruno acredita que, de posse das inúmeras informações colhidas nos treinos iniciais, o rendimento do carro "vai melhorar um monte" a partir deste sábado e até o final da corrida. Lembra, no entanto, que a preocupação com os resultados dos treinos classificatórios e de sua posição de largada no grid deste domingo é a última coisa que passa pela cabeça de todos na HRT. "Nosso objetivo continuará sendo aquele que traçamos antes de chegar aqui: andar o máximo possível. É isso o que temos de fazer, para entender o carro e melhorá-lo. Karun Chandhok, meu companheiro de equipe, ainda nem andou, porque o carro dele deu um problema. Este é só o começo", concluiu".


Fotos: Sutton Images

Márcio Fonseca (MTb 14.457)

Fotos da estreia de Bruno Senna na Fórmula 1


SÃO PAULO - Bruno Senna percorreu hoje as primeiras voltas com o carro da equipe HRT F1 em sua temporada de estreia da Fórmula 1.

As avaliações do piloto sobre os ensaios da sexta-feira no circuito de Sakhir, no Bahrein, serão enviadas ao longo do dia.


Fotos: Suttom Images

Márcio Fonseca (MTb 14.457)

Bahrein abre treinos e devolve nome Senna à Fórmula 1

Tranquilo, Bruno Senna diz que quer apenas construir a própria carreira


 Dezesseis anos depois da morte de Ayrton Senna, no GP de San Marino de 1994, um dos nomes mais importantes da história da Fórmula 1 estará de volta nesta sexta-feira no Bahrein. Quando entrar na pista de Sakhir a partir das 4 horas (Brasília) para a primeira sessão de treinos livres da abertura da temporada, Bruno Senna devolverá à categoria uma de suas griffes mais conhecidas e ainda cultuadas. O sobrinho do tricampeão mundial, no entanto, diz que procura deixar a emoção de lado. "Honestamente, tento nem pensar isso. Quero apenas construir minha própria carreira, embora certamente eu não estivesse aqui se não fosse por ele."


Bruno não esconde a felicidade com o momento e o final de um período de incertezas que marcou a arrancada da equipe - nascida como Campos Meta F1 e recentemente, depois da mudança de controle, rebatizada como HRT F1 - Hispania Racing Team. A confirmação de que os carros estariam no grid espanta o fantasma da repetição da decepção pela qual passou no ano passado, quando acabou preterido por Rubens Barrichello na transição da Honda para a Brawn GP e perdeu a última vaga ainda em aberto naquela oportunidade. "Só de estar aqui no paddock, entre pilotos considerados os melhores do mundo, já é uma sensação muito legal", afirmou. "E estou tranqüilo, não sinto qualquer pressão, porque acho que todos já sabem das dificuldades que enfrentei nestes últimos meses."


Ao mesmo tempo em que controla a ansiedade pelo contato inicial com um carro que ainda está sendo finalizado e jamais entrou numa pista - a equipe perdeu todos os testes de pré-temporada na Espanha -, Bruno começa a se acostumar à extenuante rotina da Fórmula 1. Nesta quinta-feira, por exemplo, deu entrevistas, posou para a foto oficial com o macacão que recebeu apenas na véspera, acompanhou a montagem do HRT, percorreu o circuito a pé ao lado de seu engenheiro e do técnico de telemetria e ainda se submeteu ao obrigatório teste de extração do cockpit exigido pela FIA. "Saí do carro e recoloquei o volante em nove segundos, bem dentro do período máximo de 15. Mas não fiz um treino sequer, porque os mecânicos estavam trabalhando na montagem. Senão, daria para ser de dois a três segundos mais rápido", ressaltou.


Bruno disse que a preparação da equipe vem sendo elogiada por todos no paddock. "O pessoal está 24 horas direto em cima do carro. O que conseguimos até agora é algo fora do comum, até porque tem muita gente nova. O progresso no desenvolvimento do carro é visível", comentou. Curiosamente, Bruno viu um aspecto positivo no fato de a HRT não ter participado dos testes coletivos. "Por exemplo, estamos aqui com a terceira versão do câmbio, já que as anteriores deram alguns probleminhas e precisaram ser melhoradas", justificou. Segundo ele, a Cosworth - fornecedora de motores das equipes estreantes e da Williams - municiou a HRT com informações sobre desempenho e consumo. "Mas, claro, ainda vamos ter de aprender a lidar com motor e câmbio para tirarmos nossas próprias conclusões", completou.


Sobre a expectativa para os treinos desta sexta-feira, Bruno admitiu que os primeiros contatos do carro com o traçado barenita servirão muito mais como espécie de shakedown - avaliação primária de todos os sistemas do carro. "É provável que a gente saia e pare várias vezes nos boxes, para checar o funcionamento de tudo. Se as coisas derem certo, na segunda a gente pode começar a pensar nos long runs e ficar mais tempo rodando", previu.


As boas notícias envolvendo a HRT continuam. Nesta quinta-feira, durante evento em São Paulo que contou com a participação de Bruno Senna direto dos boxes do Bahrein via Internet, o Banco Cruzeiro do Sul anunciou parceria com a equipe e o piloto. A logomarca da instituição financeira será aplicada sobre o bico e nas laterais ao lado das tomadas de ar, tanto no carro de Bruno quanto de seu companheiro Karun Chandhok. O logo também será visto no macacão do piloto, enquanto as estrelas que compõem a imagem gráfica do banco estarão no alto do capacete do brasileiro.


Márcio Fonseca (MTb 14.457)

quarta-feira, março 10, 2010

F1:Bruno Senna ouve motor do carro da HRT pela primeira vez


Piloto e equipe estreantes passam nesta quinta-feira por teste obrigatório da FIA

SÃO PAULO - Para os ouvidos de Bruno Senna, o som do motor Cosworth do carro da HRT F1 Team sendo acionado pela primeira vez soou como a mais linda das melodias. "Foi um alívio ver o carro funcionando, depois de toda a correria dos últimos dias", comemorou Bruno, que permaneceu a maior parte desta quarta-feira acompanhando os trabalhos dos técnicos na montagem do HRT nos boxes do circuito de Sakhir, no Bahrein.

Bruno não escondeu a alegria com o ritmo imprimido pela equipe. "É a primeira vez que o carro está sendo montado com todos os seus sistemas. Dá para imaginar a canseira que é ajustar a parte hidráulica, passar os cabos... Hoje, o pessoal ficaria até tarde em cima da embreagem e, depois de tudo certo, vamos checar as marchas amanhã", contou.

No período da tarde, Bruno sentou no cockpit para acertar o posicionamento do banco do carro. Amanhã, ele terá de passar pelo teste obrigatório determinado pela Federação Internacional de Automobilismo. "Tenho de retirar o volante, sair do carro e recolocar o volante em no máximo 10 segundos", explicou. Além da reunião com pilotos e direção de prova, vai participar das reuniões técnicas preparatórias à abertura dos treinos livres na sexta-feira. "Quero também percorrer o traçado para dar mais uma checada nas condições da pista", antecipou.

Nesta quinta-feira, Bruno enfim vestirá o macacão da HRT F1 Team, que tem a prata como cor predominante e só lhe foi entregue no início da noite de hoje. Às 10 horas (Brasília), via Internet, o piloto estreante conversará com a imprensa brasileira na apresentação de um novo parceiro que se junta à HRT F1 Team.

Bruno não esconde a ansiedade pelo momento de acelerar o carro. "Estou superconfiante e empolgado. A verdade é que vivi momentos de incerteza nas últimas semanas, mas a mudança no comando da equipe produziu um resultado fantástico. O pessoal comandado pelo diretor-geral Collin Kolles está fazendo um ótimo trabalho."



Márcio Fonseca (MTb 14.457)

F1:As primeiras fotos de Bruno Senna no Bahrein



Piloto da HRT F1 volta ao circuito de Sakhir nesta quarta-feira

SÃO PAULO - Um dos estreantes da temporada, Bruno Senna voltou aos boxes da equipe novata HRT F1 nesta quarta-feira no circuito barenita de Sakhir, palco da abertura do calendário no fim de semana.


Márcio Fonseca (MTb 14.457)